quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Amasso na Clinica

Quem nunca quis dar um amasso no elevador?
Muita gente já fez. Confesso que eu nunca tinha feito, até aquele dia... 

Eu tinha marcado com ele na Clinica após o último paciente. Tomei um banho gostoso, passei óleo corporal, vesti uma saia levinha, uma blusa regata e um tamanco anabela e saí.
Ao meio-dia eu estava lá, sentadinha, esperando.
Ele desceu, fez um aceno com a mão, me chamando para acompanhá-lo. Eu, com um sorriso discreto e sacana nos lábios, obedeci.
Entramos no elevador e apertamos o último andar do prédio. Quando todos já haviam saído, ele apertou o botão de parada e me surpreendeu com uma daquelas beijocas de tirar o fôlego de qualquer nadador olímpico.
Na hora comecei a apalpar seu corpo e percebi que ele já estava no ponto. Duro, quase rasgando a calça...
Nao me fiz de rogada. Abri o ziper, puxei pra fora aquela escutura da natureza e enfiei tudo na boca.
Ele estava encostado na parede do elevador e eu, agachada à sua frente, sugava com a sofreguidão de um bebê faminto. E como ele gemia lindo!
Não demorou nem 5 minutos pra ele gozar quente e caudaloso em minha boca.
Quase não deu pra nos recompormos antes do elevador voltar a funcionar. Quando a porta abriu eu estava limpando a boca com as costas das mãos.
Demos um sorriso amarelo para as pessoas que esperavam o elevador e saímos no primeiro andar em que ele parou.
Entramos no banheiro feminino do terceiro andar e nos trancamos lá dentro. A beijação continuou solta. ele me virou de costas, com as mãos apoiadas sobre a pia. Levantou minha saia, afastou a calcinha de lado e empurrou pra dentro seu penis enorme, duro e quente. Eu já estava completamente excitada da aventura no elevador, louca pra gozar, e nas mãos daquele mestre eu gozei, gozei e gozei. Um orgasmo que parecia uma avalanche. Me deixou entorpecida.
Quando pude me recuperar, olhei pelo espelho e vi aquele sorriso lindo de macho que fez bonito.
Virei para ele e disse: "Sou sua quanto e quando você quiser."
Aquelas mãos parecem enfeitiçadas. Quando me tocam provocam no meu corpo uma sensação de prazer inexplicável.

Quando ele me beijou com paixão, senti que ali minha vida lhe pertencia e que, mesmo estando ligados a outras pessoas, seríamos cúmplices dessa paixão por muito tempo.

sábado, 14 de outubro de 2006

É agora!

Estou numa seca no que diz respeito a sexo de qualidade há mais de um mês. No mais, aquele sexozinho família semanal que ne deixa com mais vontade do que me sacia.
Os homens dizem que não é fácil me satisfazer, e que seriam necessários 2 ou 3 homens para dar conta do recado. Mas eu sei que não precisa nada disso. Precisa mesmo é de uma boa, craitva e demorada foda.
Vou contar o que passou no mes passado.

Eu estava sentido dores estranhas nos pés, então resolvi consultar um médico. Escolhi um dos melhores que eu conhecia e marquei minha consulta. Na semana anterior conversei no msn com meu fisio e lhe contei o que iria fazer. Perguntei a ele se não gostaria de me encontrar perto da clínica para irmos almoçar juntinhos. Ele perguntou onde era a clínica, a que horas eu deveria sair e finalizou: Desulpe, tenho paciente marcado.
Então eu disse a ele que iria aproveitar o momento de solidão e iria caminhar um pouco à beira-mar.

Era uma segunda-feira nublada. Apesar de não estar frio, caía uma chuva fina. Eu coloquei minha melhor lingerie, um jeans, uma blusinha branca e um tamanco branco de salto anabela.
Cheguei atrasada no consultório, tive que pedir à secretária para me "encaixar" no horário.

Aproveitei a demora, peguei o celular escolhi o número dele. Hesitei um pouco em ligar, mas acabei apertando o botão verde. Chamou uma vez. Eu desisti e desliguei.
Para minha alegria ele ligou de volta. Mas também desligou. Eu sorri. Decidi telefonar novamente. Dessa vez ele atendeu logo no primeiro toque. Ao ouvir sua voz eu paralisei. M senti uma adolescente telefonando para o garoto lindo da escola sem ele saber quem é.
Ao terceiro "Alô", eu respondi: "Oi".
Ele: "Quem é?"
Eu: "Liguei pra ver se você não desiste do paciente e vem almoçar comigo."
Ele: "Agora, eu já estou atendendo, se você tivese ligado antes..."
Eu, muito sem-graça: "Que sorte...a dele, né..."
Ele rindo: "Me liga daqui a 1 hora"
Eu disse ok e desliguei.
Todos na clinica olhavam pra mim. Eu devia estar com as bochechas muito vermelhas (fico assim em momentos de grande excitação).

Naquele momento de perplexidade, finalmente o médico me chamou. Eu, me sentindo salva dos olhares alheios, fui rapidamente atrás dele.

Após a consulta, eu saí da clínica. Estava chovendo. Mesmo assim eu resolvi caminhar na areia.
Atravessei a rua, fiquei um bom tempo observando as ondas quebrando na areia.
Decidi tirar os sapatos, arregaçar as pernas da calça e ir em direção ao mar.

Um balão amarelo (desses de aniversário) veio em minha direção, bateu na minha perna. Eu peguei o balão e continuei olhando o mar, perdida nos pensamentos.
Passou aí bem uma hora.

Foi quando eu ouvi chamarem meu nome. Eu estava segurando um guarda-chuva, que me  escondia e não permitia que eu visse quem vinha atrás. Então, virei o corpo em 180 graus.
Meus olhos não acreditaram no que eu vi. Ele vinha caminhando pela areia, de tênis. Eu fui em sua direção e, ao encontrá-lo, soltei o guarda-chuva e os sapatos e o abracei, dando-lhe um longo beijo na boca.

Meu corpo estava extasiado, de desejo, de alegria. O coração batia tão rápido que podia-se ver através do meu peito.
Eu disse sorrindo: "Que bom que você veio"
Ele: "Que bom que você esperou"
Nos beijamos novamente e abraçados, começamos a caminhar pela areia em direção ao seu carro, que estava estacionado ali perto.

Limpei os pés como pude e entrei no lugar do carona. Ele entrou e me beijou mais uma vez. Agora, tocando um de meus seios. Eu, retribuindo, acariciei uma de suas coxas e também sua nuca.

Saímos dali direto para um motel que havia lá perto. Mal entramos e começamos a nos despir, um ao outro, em meio a beijos e sussurros.
Nosso corpo tinha urgência.

Quando ficamos nus, eu o sentei no pequeno sofá, me ajoelhei entre suas pernas, e comecei a beijar seu penis, que estava muito, muito duro e quente. Eu beijava com carinho a cabecinha, acariciava com as mãos, passava a língua, como se fosse um sorvete. Ele não aguentou mais e puxou minha cabeça em direção a ele, enfiando tudo o que pôde na minha boca. Eu adorei aquilo, e pus-me a mamar com intensidade, ora fazendo pressão, ora deixando larguinho. Acariciava suas bolas com uma das mãos e com a outra manipulava um de seus mamilos que estavam durinhos.
Ele gemia, se contorcia, me chamava de piranha, boqueteira, vadia. À medida que ele me xingava eu aumentava a intensidade da chupada, até que ele não aguentou mais e explodiu em minha boca. Seu esperma quente encheu minha boca, e eu prontamente engoli, limpando a boca com as costas da mão.

Ele estava ali, relaxado, com os olhos fechados e um meio-sorriso nos lábios. Cara de quem estava satisfeito. Fiquei ali alguns minutos observando aquele sonho e fui beber água.
Quando voltei, vi que ele tinha cochilado. Deve ter sido uma gozada e tanto...
Eu estava muito excitada, louca pra gozar também. Então resolvi despertá-lo de uma forma inusitada: Subi no sofá e encostei em seu rosto a minha boceta toda meladinha, e comecei a rebolar, melando todo o seu rosto. Ele nem abriu os olhos. Abriu a boca e de lá saiu uma língua espetacular. Nunca uma boca me havia dado tanto prazer. Ele lambia freneticamente, me segurando pela bunda, chupava meu clitóris, enfiava a língua dentro da vagina, fazendo vaivém.
Eu manipulava meus seios até que gozei como uma cachoeira eu seu rosto e pude vê-lo bebendo todo meu gozo, com um sorriso nos lábios.
Eu desci e o beijei ardentemente na boca. Nossa, como eu desejava aquele homem. Pensei até estar me apaixonando ali, naquele instante.

Saímos daquele sofá desajeitado e grudados um no outro, fomos em direção à cama, que era muito mais espaçosa e macia, mais perfeita para um delicioso embate sexual.
Ele me deitou delicadamente e subiu em cima de mim, numa posição papai-mamãe. Eu abri muito as pernas e o deixei me penetrar, o que foi fácil, devido à minha lubrificação do orgasmo anterior.
Eu o abracei, com braços e pernas, deixando que ele me possuísse como queria. Com as pernas mais levantadas, ele pode penetrar totalmente, o que me levou às estrelas.
Ter aquele homem dentro de mim era tudo que eu havia sonhado. Ele era o macho perfeito, aquele que toda mulher deseja para si.

Antes de gozarmos, trocamso de posição. Dessa vez era eu quem estava em cima dele, sentada, com aquele mastro todo enfiado dentro de mim, rebolando como uma dançarina do "Tchan".

Ele, com as mãos sob a cabeça, observava tudo, mordendo o lábio inferior, com tesão. Aproveitei a posição privilegiada e iniciei, para ele, uma posição que ele havia me mandado por e-mail e disse desejar que lhe fizessem. Era bem parecida, mas em ves de ficar de joelhos, eu apoiava os pés sobre o colchão efazia movimentos de agachamento. Batizamos essa posição de : "Na boquinha da garrafa" (rs)

Ele então não aguentou e disse que ia gozar. Eu parei imediatamente. Fiquei quietinha. Ele então perguntou porque eu havia parado. Eu disse a ele que ainda tinha muito o que fazer com ele, e não iria deixá-lo gozar agora.

Saí de cima dele, fui lá dentro e trouxe um copo com água e um tubo de gel lubrificante.
Ele entendeu tudo.

De de beber a ele, e bebi do seu mesmo copo. Depois besuntei seu penis que fazia menção de amolecer (mas eu não deixei) com bastante gel, e mais um bocado ainda, pra que ele ficasse todo melecado. Ele estava meio reclinado na cama, então eu me virei de costas, empinei a bundinha e com o dedo médio, comecei a passar gel na entrada do meu cuzinho, bem na frente dele para ele ver. Seu penis começou a soltar umas gotinhas de líquido. Foi a minha deixa.
Fui me agachando, apontando a ponta de su cacete em direção ao meu furinho que há temps não era comido e estava mesmo com saudades de um belo cacete.

No comecinho doeu um pouco, eu gemia, ele só olhava, até inclinou um pouo a cabeça para ver melhor meu cu engolindo todo seu pau.
Quando já havia entrado tudo e eu podia sentir seus pelinhos aparados roçando minha bunda, ele me puxou contra si e disse no meu ouvido: "Sua puta! Rebola no meu pau, agora!"
Eu não me fiz de rogada,e imediatamente comecei a mexer, mais rápido, mais rápido. Daí comecei a tocar uma siririca. Eu estava a ponto de gozar e ele tembém.
E ele no meu ouvido: "Goza, cadela!"
Eu dizia: "Como é gostoso esse pau no meu rabo! Vou gozar, vou gozar!"
À medida que o orgasmo se paroximava eu gemia e gritava mais alto, ele apertava minha cintura como se quisesse arrancar pedaço, me pegava e mexia meu corpo na intensidade que ele queria, como se ue fosse um boneco.
Ele então disse: "Vou gozar, sua puta! Vou encher esse teu rabo de porra!"
Eu estava gozando e gritando: "Vai, fode, fode meu cuzinho, que é todinho seu! Vou gozaaaaaarrr ahhhhhhhh...."

Gozamos juntos e ficamos um tempo esperando o corpo acalmar, ali, naquela mesma posição, eu agachada, com o pau dele entalado em mim. Quando ele começou a amolecre e sair sozinho, deixando escorrer seu esperma todo na cama.

Eu deitei ao lado dele e fiquei fazendo um cafuné, olhando nos olhos. Nenhuma palavra. Só o nosso olhar já dizia tudo.

O celular despertou. Era hora de ir, pois já tinha acabado o período contratado. Ele ligou e pediu a conta. Então, fomos os dois para o chuveiro e tomamos um bom banho, lavando um ao outro, com carinhos e abraços.

Ele me deixou perto de casa e seguiu para a sua.
À noite, pelo MSN confessamos desejar outro encontro.

Quando acontecer eu conto.

terça-feira, 22 de agosto de 2006

Desejo, desejo, mais desejo

Essa música eu estou ouvindo há dias.
É do Tom Jobim e do Vinicius de Moraes, e se chama, não sei porque, Eu te Amo.

Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir

Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir

Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir

Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu

Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu

Como, se nos amamos feito dois pagãos
teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair

Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.


Essa música me faz pensar nele. Não pelo título, mas pela letra, que fala mais de paixão do que de amor. Fala de amantes, de desejo.

É isso que me faz pensar nele. Essa parte que diz "teus seios ainda estão nas minhas mãos..." chego a sentir as mãos dele nos meus seios.

Hoje falamos, mas a mãe dele quis usar o PC. Assim, continuo minha seca.

Espere por mim, moreno...

sábado, 12 de agosto de 2006

Dulces sueños

Vim só pra postar o relato do sonho que eu tive hoje de manhã.
Me vi entrando de carro numa garagem de motel. Olhei nos olhos dele e, com um sorriso, beijei sua boca. Pude perceber o gosto da saliva, o calor da língua, a textura...

Logo subiu um calor pelo corpo, abri o cinto, a sua calça, segurei com carinho o penis. Num unico movimento, subi sobre seu corpo, ficando de frente para ele, com seu penis entre as maos, acariciando em movimentos suaves para baixo e para cima.
Beijei seu pescoço, orelhas, com uma das mãos acariciava o peito por sob a camisa e com a outra continuava o mesmo vaivém.

Ele me segurava pela cintura, acariciando os cabelos, a nuca, provocando arrepios...
Quando o pequeno espaço do carro ficou pequeno para tanto desejo, saímos e ele me debruçou sobre o capo do carro, levantando minha saia e afastando de lado a minha calcinha. Em uma fração de minuto eu já o tinha dentro de mim, me possuindo, viril. Eu nada mais pude fazer a não ser me entregar àquelas sensações que só ele sabia provocar. Gozamos juntos, um gozo longo e profundo.

Ele deixou o corpo cair sobre o meu, e ficamos assim por alguns minutos, relaxando e sentindo nossa pele roçando ao ritmo da respiração que aos poucos ia se acalmando.

Quando finalmente conseguimos nos recompor, subimos em direção ao quarto. Infelizmente naquele momento eu acabei acordando. Uma pena...

terça-feira, 20 de junho de 2006

Pensei que estava morto, mas estava só dormindo.

Depois de passar um feriado prolongado sozinha no meio do caos, já estava até me sentindo deprimida, sozinha e esquecida da minha paixão platônica, quando hoje, no meio de um papo com a mamãe, eis que surge na tela do PC uma simples palavra: VOLTEI.
Difícil foi controlar a espinha gelada e manter aparencia de que nada acontecera. Mas no fundo mesmo eu ja tava ansiosa pra conversar com ele de novo. Bom, como tinha platéia, tive que, num esforço hercúleo, dispensá-lo.
Mas à noite, fiquei ansiosa para q todos me deixassem em paz pra eu poder conversar com ele.
Só aqui mesmo eu posso confessar que já estava morrendo de saudades, não via a hora de poder falar com ele novamente.
No começo conversamos sobre trivialidades, mas depois ele pediu pra falarmos de sexo.
Eu disse que tinha feito sexo, mas com o pensamento nele, e que tinha sido muito gostoso. E descrevi em detalhes, cada ação e cada sensação provocada.
Ele está louco para fazer sexo anal, nunca fez e imagina uma série de situações em que ele poderia me comer.
Confesso que algumas vezes posso sentir seu corpo tentando me penetrar, tamanha é a minha excitação.
Prometi a ele que iria me guardar para nossa primeira vez, e que iria amaciar meu cuzinho com óleo perfumado, para dar a ele todo conforto que ele merece.
Fizemos um sexo virtual, só com 69. Ele não aguentou e foi se masturbar. Eu ainda estou aqui contando essa historia, mas ja ja vou aliviar o meu tesão também.
Enfim, quando achei que aquele desejo enlouquecido estava morto e não fazia mais parte de mim, eis que aparece tudo de novo, violento, arrebatador, enlouquecido, me deixando novamente de 4 por esse moreno de tirar o sono.

quarta-feira, 14 de junho de 2006

MSP - Movimento dos sem-paixão

Puta que pariu!
Que saudadeeeeeeeeeee!!!!!!!!
Tou tão sozinha hoje. Nem pensando em putaria nem nada, só queria um aconchego, um colinho, um cafuné...
Na verdade, o que eu sinto falta é de estar apaixonada, de sentir aquele bichinho roendo por dentro, aquela vontade de ficar junto.
E o pior de tudo é não vislumbrar sequer a mínima possibilidade disso acontecer. Digo poder curtir uma paixão daquelas gostosas em que tudo é divertido, engraçado, apaixonante.
Por isso eu acabo de fundar o MSP - Movimento do sem-paixão. Aceito como membros todos aqueles que vivem uma vida morna, sem graça e que sente uma falta danada de uma paixão, de beijar em público, de mandar bilhetinhos de amor, de "esquecer" a calcinha embaixo do travesseiro...
A proposta é nos embriagarmos todos os dias e afogarmos nossas mágoas e dores de cotovelo em rodas de poquer, buraco e mau-mau (rs)...
Como tudo na vida é possível, é permitido aos membros a aproximação, porém, em caso de algum casal estar apaixonado, deverão deixar de frequentar as reuniões.
Sendo assim, fica aqui fundado e sacramentado o MSP.
Agora eu vou é dormir porque na falta de um fisio* quentinho, vai de cobertor e travesseiro mesmo....

quinta-feira, 8 de junho de 2006

Ele toma banho, ela fica molhada...

Confesso que tensão e ansiedade têm sido a essência dos meus dias ultimamente. Deve ser TPM.
Trabalho demais, sexo e carinho de menos, meu único prazer é bater papo com meu fisio* e dar vazão às fantasias nele inspiradas.
Hoje ele estava sem teclado, usando só o teclado virtual do SO, tadinho. Nem preciso dizer que eu e meu teclado dominamos a situação (hahaha).
Ele disse que havia acabado de tomar um banho. Logo imaginei o cabelo úmido, o cheirinho de sabonete, aquelas gotinhas no meio das costas que as toalhas nunca alcançam...aquela pele...hmmm, não prestou.
Eu quase me teletransportei para aquele quarto e iniciei ali um excitante sexo oral, com direito a lambidas e sugadas, e a uma gozada no rosto.
Inexplicavelmente isso é uma coisa que tenho muita vontade de fazer. Acho que não vou sossegar enquanto não conseguir.
Depois transcrevi para ele alguns trechos deste blog. Qual foi a opinião dele? Só no próximo capítulo, pois ele ficou offline...

terça-feira, 6 de junho de 2006

Que vontade...

Hoje é um dia que posso bater no peito e dizer: Trabalhei pacaralho!!!
Fiz tantas coisas que não tive tempo nem de sentir tesão. Ainda bem que no final do dia fui premiada com um papinho com o meu fisio*. Hoje finalmente combinamos de nos encontrar. Apesar da vontade enorme de transar com ele na minha casa, naquele clima de proibido, deixando o cheiro de sexo semeando cada cômodo, demos ouvidos à razão e resolvemos nos encontrar um pouco mais longe daqui.
Depois disso, né, fiquei planejando minunciosa e inutilmente como seria esse encontro...como se essas coisas funcionassem como se planeja...

Logo na chegada, lhe daria um longo e gostoso beijo na boca, e iríamos juntos até a cama, onde continuaria beijando seu pescoço, peito, até chegar no seu monumento de prazer, e lambê-lo, beijá-lo, sugá-lo, até que ele gozasse lindamente, sujando meu rosto.
Em seguida, após me limpar, eu o ajudaria a terminar de se despir, e ele me ajudaria a fazer o mesmo, e então, nos abraçaríamos tocando cada centímetro de pele que fosse possível, para sentir o calor que exala de nossos corpos. Novamente eu o beijaria, e daí daria a ele meu sexo para que ele sentisse o cheiro e a umidade que brota sob tamanha excitação, e o faria lamber e beber todo meu mel.
A essa altura, provavelmente ele já estaria novamente excitado (espero), então eu sentaria em seu colo iniciando uma penetração profunda, junto com um abraço e um olho-no-olho, e então começaria um lento e macio vaivém, aperta, suga mamilos, até que um de nós dois não aguentasse mais. Pausa para aliviar a tensão. Afinal, não quero que acabe assim tão rápido. Um pouco de hidro vai fazer bem, e aí aproveito seus dotes de massagista, me fazendo relaxar, relaxar, até entreabrir as pernas e deixar que ele me penetre sob as águas borbulhantes e me estoque com sua força de macho até me fazer gozar.
Após esse delicioso banho, voltaríamos para a cama, para que eu recebesse uma massagem com óleo perfumado. Sentir suas mãos esfregando meu corpo, passando nas costas, pernas, bumbum...ele, assanhado, passando os dedos besuntados de óleo entre as minhas nádegas, procurando pelo único lugar que lhe falta desbravar.
Meu ânus já estará contraindo de tanta vontade de receber aquele homem. Excitado, ele se abre para a passagem dos dedos oleosos. Ele novamente me faz um maravilhoso sexo oral, enquanto com os dedinhos, amacia o anel de entrada, mas quando eu gozo em sua boca, ele não resiste aos movimentos e posiciona o pênis na entrada, ainda sob o efeito do orgasmo, e força a passagem. Dói. Sempre dói. Mas o tesão ainda é maior, e eu empino o quadril para facilitar a penetração, até que tenho todo o membro encravado em mim, com um semideus a me segurar pelos cabelos enlouquecido de tanto prazer. A partir do momento em que eu já me acostumei com seu corpo, começo a rebolar, indicando que ele pode começar a diversão, e a partir daí também começo a masturbar meu clitóris, para fechar essa transa com um orgasmo inesquecível para os dois.

domingo, 4 de junho de 2006

Garota enxaqueca

Hoje meu dia foi uma enorme escuridão, iluminada apenas por alguns flashes de vida cotidiana que entrecortavam meu sono maldormido.
Uma enxaqueca desgraçada me deixou offlife (sim, não é offline não, é offlife mesmo - sem noção da vida que me cercava), e quando eu, finalmente voltei ao normal, sob o incontestável poder dos analgésicos, percebi que muito havia mudado...
Meu pai, que estava presente nos meus sonhos, estava morto; eu tinha um filho a menos; não tinha um poodle preto e meu marido não estava dormindo...
Pensei nos efeitos mirabolantes que uma enxaqueca promove na mente.
Agora, bebendo uma Smirnoff Ice, fuço no MSN e lá está, um deserto de gente dormindo (ou se divertindo, sei lá) e eu aqui, a sós com essa tela fria, sentindo saudades do que eu nunca vivi...

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Nossa, que coisa boa...

Hoje falei com meu fisio* no msn. Esse homem me tira a razão e o sossego.
Disse-lhe para vir à minha casa, mas ele enrolou e disse que não podia. E justo hoje, que eu to com tesão à flor-da-pele, qualquer coisa, uma brisa, um cheiro, um pensamento, um simples "amore", é capaz de me colocar a caminho do êxtase.
Nem fizemos virtual. Hoje os pensamentos estão tão confusos, não consigo me concentrar em nada, tamanho é o meu desejo hoje de fazer-lhe um sexo oral como se fosse uma bezerra faminta, sugando até me regozijar com o saboroso leite.

Mas como minha musa sexual foi dormir, pois estava cansadinho, fui pra cama e fiquei brincando com meus 10 amiguinhos. Aproveitei o clima e experimentei uma masturbação que eu nunca tinha experimentado antes: Mão direita manipulando clitóris. Mão esquerda, dedo medio e indicador na vagina e dedo anelar no ânus, que entrou facinho, graças à farta lubrificação que meu fisio* me proporciona só em teclar... Com movimentos sincronizados entrecortados por espasmos de prazer, cheguei a um orgasmo que nunca tinha experimentado antes, que eu batizei de "poliorgasmo" (hehehe). Não, não foram orgasmos múltiplos, daqueles que vêm de um em um não! Foi uma mistura dos 3 orgasmos diferentes que uma mulher pode ter, tudo de uma vez...todinho pra ele...

Não fossem alguns contratempos, a gente ia se encontrar amanhã, mas agora, vamos ter que planejar tudo de novo, e, quem sabe, não consigo repetir com ele um "poliorgasmo"...

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Hoje foi dia de shopping

Minha amiga faz aniversário amanhã, e eu fiquei encarregada de preparar a festinha surpresa (que será uma verdadeira surpresa, pois comprei coisas da Hello Kitty para decorar). Então hoje o dia foi todo correria. Aproveitei uma promoção e comprei uma prancha nova.
Hoje o pensamento no meu fisio* (*Atenção - é provável que este termo seja encontrado um sem-número de vezes por aqui. Porém, não vou revelar a identidade desse homem que vive tirando o meu sono) voltou a me atormentar. Poxa, ontem eu tava tão relax...Mas hoje, nossa, hoje me bateu uma saudade....
Num determinado momento passou um carro na rua tocando uma música cujo trecho me caiu como uma luva. Dizia mais ou menos o seguinte: "É você que domina sem saber, meu desejo, meu prazer, toda vez que eu faço amor. Seja onde for..." Não sei o resto da música, nem deu pra identificar quem estava cantando, porque o carro passou e se foi, mas aquele trecho, parecia um recado...que viagem...
Em casa comecei os preparativos da festinha, balinhas, pirulitos - SIM, PIRULITOS!, docinhos hmmm, que tentação...
Por pouco tempo consegui dispersar o pensamento, mas aquele trecho permanecia na cabeça, repetindo, repetindo (pra ser honesta, continua repetindo até agora).
Espero que o dia amanhã seja muito festivo.

Primeiro dia

Hoje eu to chegando aqui como quem chega num apartamento vazio.
Tou olhando tudo, procurando se há alguma coisa para consertar, limpar, antes de me mudar definitivamente.
Escolhi esse blog para ser meu "confessor", e poder desabafar, contar minhas historias - verdadeiras ou fictícias, meus segredos, minhas fantasias...
Com certeza, dentro de mim há avalanches de pensamentos, idéias, sentimentos que pretendo passar para o Blog. Espero que não cesse logo.
Agora, por favor, deixem-me em paz com meu novo espaço, vou começar a cuidar dele com carinho e fazer dele o meu cantinho, onde você será sempre bem vindo.