terça-feira, 6 de junho de 2006

Que vontade...

Hoje é um dia que posso bater no peito e dizer: Trabalhei pacaralho!!!
Fiz tantas coisas que não tive tempo nem de sentir tesão. Ainda bem que no final do dia fui premiada com um papinho com o meu fisio*. Hoje finalmente combinamos de nos encontrar. Apesar da vontade enorme de transar com ele na minha casa, naquele clima de proibido, deixando o cheiro de sexo semeando cada cômodo, demos ouvidos à razão e resolvemos nos encontrar um pouco mais longe daqui.
Depois disso, né, fiquei planejando minunciosa e inutilmente como seria esse encontro...como se essas coisas funcionassem como se planeja...

Logo na chegada, lhe daria um longo e gostoso beijo na boca, e iríamos juntos até a cama, onde continuaria beijando seu pescoço, peito, até chegar no seu monumento de prazer, e lambê-lo, beijá-lo, sugá-lo, até que ele gozasse lindamente, sujando meu rosto.
Em seguida, após me limpar, eu o ajudaria a terminar de se despir, e ele me ajudaria a fazer o mesmo, e então, nos abraçaríamos tocando cada centímetro de pele que fosse possível, para sentir o calor que exala de nossos corpos. Novamente eu o beijaria, e daí daria a ele meu sexo para que ele sentisse o cheiro e a umidade que brota sob tamanha excitação, e o faria lamber e beber todo meu mel.
A essa altura, provavelmente ele já estaria novamente excitado (espero), então eu sentaria em seu colo iniciando uma penetração profunda, junto com um abraço e um olho-no-olho, e então começaria um lento e macio vaivém, aperta, suga mamilos, até que um de nós dois não aguentasse mais. Pausa para aliviar a tensão. Afinal, não quero que acabe assim tão rápido. Um pouco de hidro vai fazer bem, e aí aproveito seus dotes de massagista, me fazendo relaxar, relaxar, até entreabrir as pernas e deixar que ele me penetre sob as águas borbulhantes e me estoque com sua força de macho até me fazer gozar.
Após esse delicioso banho, voltaríamos para a cama, para que eu recebesse uma massagem com óleo perfumado. Sentir suas mãos esfregando meu corpo, passando nas costas, pernas, bumbum...ele, assanhado, passando os dedos besuntados de óleo entre as minhas nádegas, procurando pelo único lugar que lhe falta desbravar.
Meu ânus já estará contraindo de tanta vontade de receber aquele homem. Excitado, ele se abre para a passagem dos dedos oleosos. Ele novamente me faz um maravilhoso sexo oral, enquanto com os dedinhos, amacia o anel de entrada, mas quando eu gozo em sua boca, ele não resiste aos movimentos e posiciona o pênis na entrada, ainda sob o efeito do orgasmo, e força a passagem. Dói. Sempre dói. Mas o tesão ainda é maior, e eu empino o quadril para facilitar a penetração, até que tenho todo o membro encravado em mim, com um semideus a me segurar pelos cabelos enlouquecido de tanto prazer. A partir do momento em que eu já me acostumei com seu corpo, começo a rebolar, indicando que ele pode começar a diversão, e a partir daí também começo a masturbar meu clitóris, para fechar essa transa com um orgasmo inesquecível para os dois.

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