terça-feira, 22 de agosto de 2006

Desejo, desejo, mais desejo

Essa música eu estou ouvindo há dias.
É do Tom Jobim e do Vinicius de Moraes, e se chama, não sei porque, Eu te Amo.

Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir

Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir

Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir

Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu

Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu

Como, se nos amamos feito dois pagãos
teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair

Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.


Essa música me faz pensar nele. Não pelo título, mas pela letra, que fala mais de paixão do que de amor. Fala de amantes, de desejo.

É isso que me faz pensar nele. Essa parte que diz "teus seios ainda estão nas minhas mãos..." chego a sentir as mãos dele nos meus seios.

Hoje falamos, mas a mãe dele quis usar o PC. Assim, continuo minha seca.

Espere por mim, moreno...

sábado, 12 de agosto de 2006

Dulces sueños

Vim só pra postar o relato do sonho que eu tive hoje de manhã.
Me vi entrando de carro numa garagem de motel. Olhei nos olhos dele e, com um sorriso, beijei sua boca. Pude perceber o gosto da saliva, o calor da língua, a textura...

Logo subiu um calor pelo corpo, abri o cinto, a sua calça, segurei com carinho o penis. Num unico movimento, subi sobre seu corpo, ficando de frente para ele, com seu penis entre as maos, acariciando em movimentos suaves para baixo e para cima.
Beijei seu pescoço, orelhas, com uma das mãos acariciava o peito por sob a camisa e com a outra continuava o mesmo vaivém.

Ele me segurava pela cintura, acariciando os cabelos, a nuca, provocando arrepios...
Quando o pequeno espaço do carro ficou pequeno para tanto desejo, saímos e ele me debruçou sobre o capo do carro, levantando minha saia e afastando de lado a minha calcinha. Em uma fração de minuto eu já o tinha dentro de mim, me possuindo, viril. Eu nada mais pude fazer a não ser me entregar àquelas sensações que só ele sabia provocar. Gozamos juntos, um gozo longo e profundo.

Ele deixou o corpo cair sobre o meu, e ficamos assim por alguns minutos, relaxando e sentindo nossa pele roçando ao ritmo da respiração que aos poucos ia se acalmando.

Quando finalmente conseguimos nos recompor, subimos em direção ao quarto. Infelizmente naquele momento eu acabei acordando. Uma pena...