sábado, 14 de outubro de 2006

É agora!

Estou numa seca no que diz respeito a sexo de qualidade há mais de um mês. No mais, aquele sexozinho família semanal que ne deixa com mais vontade do que me sacia.
Os homens dizem que não é fácil me satisfazer, e que seriam necessários 2 ou 3 homens para dar conta do recado. Mas eu sei que não precisa nada disso. Precisa mesmo é de uma boa, craitva e demorada foda.
Vou contar o que passou no mes passado.

Eu estava sentido dores estranhas nos pés, então resolvi consultar um médico. Escolhi um dos melhores que eu conhecia e marquei minha consulta. Na semana anterior conversei no msn com meu fisio e lhe contei o que iria fazer. Perguntei a ele se não gostaria de me encontrar perto da clínica para irmos almoçar juntinhos. Ele perguntou onde era a clínica, a que horas eu deveria sair e finalizou: Desulpe, tenho paciente marcado.
Então eu disse a ele que iria aproveitar o momento de solidão e iria caminhar um pouco à beira-mar.

Era uma segunda-feira nublada. Apesar de não estar frio, caía uma chuva fina. Eu coloquei minha melhor lingerie, um jeans, uma blusinha branca e um tamanco branco de salto anabela.
Cheguei atrasada no consultório, tive que pedir à secretária para me "encaixar" no horário.

Aproveitei a demora, peguei o celular escolhi o número dele. Hesitei um pouco em ligar, mas acabei apertando o botão verde. Chamou uma vez. Eu desisti e desliguei.
Para minha alegria ele ligou de volta. Mas também desligou. Eu sorri. Decidi telefonar novamente. Dessa vez ele atendeu logo no primeiro toque. Ao ouvir sua voz eu paralisei. M senti uma adolescente telefonando para o garoto lindo da escola sem ele saber quem é.
Ao terceiro "Alô", eu respondi: "Oi".
Ele: "Quem é?"
Eu: "Liguei pra ver se você não desiste do paciente e vem almoçar comigo."
Ele: "Agora, eu já estou atendendo, se você tivese ligado antes..."
Eu, muito sem-graça: "Que sorte...a dele, né..."
Ele rindo: "Me liga daqui a 1 hora"
Eu disse ok e desliguei.
Todos na clinica olhavam pra mim. Eu devia estar com as bochechas muito vermelhas (fico assim em momentos de grande excitação).

Naquele momento de perplexidade, finalmente o médico me chamou. Eu, me sentindo salva dos olhares alheios, fui rapidamente atrás dele.

Após a consulta, eu saí da clínica. Estava chovendo. Mesmo assim eu resolvi caminhar na areia.
Atravessei a rua, fiquei um bom tempo observando as ondas quebrando na areia.
Decidi tirar os sapatos, arregaçar as pernas da calça e ir em direção ao mar.

Um balão amarelo (desses de aniversário) veio em minha direção, bateu na minha perna. Eu peguei o balão e continuei olhando o mar, perdida nos pensamentos.
Passou aí bem uma hora.

Foi quando eu ouvi chamarem meu nome. Eu estava segurando um guarda-chuva, que me  escondia e não permitia que eu visse quem vinha atrás. Então, virei o corpo em 180 graus.
Meus olhos não acreditaram no que eu vi. Ele vinha caminhando pela areia, de tênis. Eu fui em sua direção e, ao encontrá-lo, soltei o guarda-chuva e os sapatos e o abracei, dando-lhe um longo beijo na boca.

Meu corpo estava extasiado, de desejo, de alegria. O coração batia tão rápido que podia-se ver através do meu peito.
Eu disse sorrindo: "Que bom que você veio"
Ele: "Que bom que você esperou"
Nos beijamos novamente e abraçados, começamos a caminhar pela areia em direção ao seu carro, que estava estacionado ali perto.

Limpei os pés como pude e entrei no lugar do carona. Ele entrou e me beijou mais uma vez. Agora, tocando um de meus seios. Eu, retribuindo, acariciei uma de suas coxas e também sua nuca.

Saímos dali direto para um motel que havia lá perto. Mal entramos e começamos a nos despir, um ao outro, em meio a beijos e sussurros.
Nosso corpo tinha urgência.

Quando ficamos nus, eu o sentei no pequeno sofá, me ajoelhei entre suas pernas, e comecei a beijar seu penis, que estava muito, muito duro e quente. Eu beijava com carinho a cabecinha, acariciava com as mãos, passava a língua, como se fosse um sorvete. Ele não aguentou mais e puxou minha cabeça em direção a ele, enfiando tudo o que pôde na minha boca. Eu adorei aquilo, e pus-me a mamar com intensidade, ora fazendo pressão, ora deixando larguinho. Acariciava suas bolas com uma das mãos e com a outra manipulava um de seus mamilos que estavam durinhos.
Ele gemia, se contorcia, me chamava de piranha, boqueteira, vadia. À medida que ele me xingava eu aumentava a intensidade da chupada, até que ele não aguentou mais e explodiu em minha boca. Seu esperma quente encheu minha boca, e eu prontamente engoli, limpando a boca com as costas da mão.

Ele estava ali, relaxado, com os olhos fechados e um meio-sorriso nos lábios. Cara de quem estava satisfeito. Fiquei ali alguns minutos observando aquele sonho e fui beber água.
Quando voltei, vi que ele tinha cochilado. Deve ter sido uma gozada e tanto...
Eu estava muito excitada, louca pra gozar também. Então resolvi despertá-lo de uma forma inusitada: Subi no sofá e encostei em seu rosto a minha boceta toda meladinha, e comecei a rebolar, melando todo o seu rosto. Ele nem abriu os olhos. Abriu a boca e de lá saiu uma língua espetacular. Nunca uma boca me havia dado tanto prazer. Ele lambia freneticamente, me segurando pela bunda, chupava meu clitóris, enfiava a língua dentro da vagina, fazendo vaivém.
Eu manipulava meus seios até que gozei como uma cachoeira eu seu rosto e pude vê-lo bebendo todo meu gozo, com um sorriso nos lábios.
Eu desci e o beijei ardentemente na boca. Nossa, como eu desejava aquele homem. Pensei até estar me apaixonando ali, naquele instante.

Saímos daquele sofá desajeitado e grudados um no outro, fomos em direção à cama, que era muito mais espaçosa e macia, mais perfeita para um delicioso embate sexual.
Ele me deitou delicadamente e subiu em cima de mim, numa posição papai-mamãe. Eu abri muito as pernas e o deixei me penetrar, o que foi fácil, devido à minha lubrificação do orgasmo anterior.
Eu o abracei, com braços e pernas, deixando que ele me possuísse como queria. Com as pernas mais levantadas, ele pode penetrar totalmente, o que me levou às estrelas.
Ter aquele homem dentro de mim era tudo que eu havia sonhado. Ele era o macho perfeito, aquele que toda mulher deseja para si.

Antes de gozarmos, trocamso de posição. Dessa vez era eu quem estava em cima dele, sentada, com aquele mastro todo enfiado dentro de mim, rebolando como uma dançarina do "Tchan".

Ele, com as mãos sob a cabeça, observava tudo, mordendo o lábio inferior, com tesão. Aproveitei a posição privilegiada e iniciei, para ele, uma posição que ele havia me mandado por e-mail e disse desejar que lhe fizessem. Era bem parecida, mas em ves de ficar de joelhos, eu apoiava os pés sobre o colchão efazia movimentos de agachamento. Batizamos essa posição de : "Na boquinha da garrafa" (rs)

Ele então não aguentou e disse que ia gozar. Eu parei imediatamente. Fiquei quietinha. Ele então perguntou porque eu havia parado. Eu disse a ele que ainda tinha muito o que fazer com ele, e não iria deixá-lo gozar agora.

Saí de cima dele, fui lá dentro e trouxe um copo com água e um tubo de gel lubrificante.
Ele entendeu tudo.

De de beber a ele, e bebi do seu mesmo copo. Depois besuntei seu penis que fazia menção de amolecer (mas eu não deixei) com bastante gel, e mais um bocado ainda, pra que ele ficasse todo melecado. Ele estava meio reclinado na cama, então eu me virei de costas, empinei a bundinha e com o dedo médio, comecei a passar gel na entrada do meu cuzinho, bem na frente dele para ele ver. Seu penis começou a soltar umas gotinhas de líquido. Foi a minha deixa.
Fui me agachando, apontando a ponta de su cacete em direção ao meu furinho que há temps não era comido e estava mesmo com saudades de um belo cacete.

No comecinho doeu um pouco, eu gemia, ele só olhava, até inclinou um pouo a cabeça para ver melhor meu cu engolindo todo seu pau.
Quando já havia entrado tudo e eu podia sentir seus pelinhos aparados roçando minha bunda, ele me puxou contra si e disse no meu ouvido: "Sua puta! Rebola no meu pau, agora!"
Eu não me fiz de rogada,e imediatamente comecei a mexer, mais rápido, mais rápido. Daí comecei a tocar uma siririca. Eu estava a ponto de gozar e ele tembém.
E ele no meu ouvido: "Goza, cadela!"
Eu dizia: "Como é gostoso esse pau no meu rabo! Vou gozar, vou gozar!"
À medida que o orgasmo se paroximava eu gemia e gritava mais alto, ele apertava minha cintura como se quisesse arrancar pedaço, me pegava e mexia meu corpo na intensidade que ele queria, como se ue fosse um boneco.
Ele então disse: "Vou gozar, sua puta! Vou encher esse teu rabo de porra!"
Eu estava gozando e gritando: "Vai, fode, fode meu cuzinho, que é todinho seu! Vou gozaaaaaarrr ahhhhhhhh...."

Gozamos juntos e ficamos um tempo esperando o corpo acalmar, ali, naquela mesma posição, eu agachada, com o pau dele entalado em mim. Quando ele começou a amolecre e sair sozinho, deixando escorrer seu esperma todo na cama.

Eu deitei ao lado dele e fiquei fazendo um cafuné, olhando nos olhos. Nenhuma palavra. Só o nosso olhar já dizia tudo.

O celular despertou. Era hora de ir, pois já tinha acabado o período contratado. Ele ligou e pediu a conta. Então, fomos os dois para o chuveiro e tomamos um bom banho, lavando um ao outro, com carinhos e abraços.

Ele me deixou perto de casa e seguiu para a sua.
À noite, pelo MSN confessamos desejar outro encontro.

Quando acontecer eu conto.

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