quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Amasso na Clinica

Quem nunca quis dar um amasso no elevador?
Muita gente já fez. Confesso que eu nunca tinha feito, até aquele dia... 

Eu tinha marcado com ele na Clinica após o último paciente. Tomei um banho gostoso, passei óleo corporal, vesti uma saia levinha, uma blusa regata e um tamanco anabela e saí.
Ao meio-dia eu estava lá, sentadinha, esperando.
Ele desceu, fez um aceno com a mão, me chamando para acompanhá-lo. Eu, com um sorriso discreto e sacana nos lábios, obedeci.
Entramos no elevador e apertamos o último andar do prédio. Quando todos já haviam saído, ele apertou o botão de parada e me surpreendeu com uma daquelas beijocas de tirar o fôlego de qualquer nadador olímpico.
Na hora comecei a apalpar seu corpo e percebi que ele já estava no ponto. Duro, quase rasgando a calça...
Nao me fiz de rogada. Abri o ziper, puxei pra fora aquela escutura da natureza e enfiei tudo na boca.
Ele estava encostado na parede do elevador e eu, agachada à sua frente, sugava com a sofreguidão de um bebê faminto. E como ele gemia lindo!
Não demorou nem 5 minutos pra ele gozar quente e caudaloso em minha boca.
Quase não deu pra nos recompormos antes do elevador voltar a funcionar. Quando a porta abriu eu estava limpando a boca com as costas das mãos.
Demos um sorriso amarelo para as pessoas que esperavam o elevador e saímos no primeiro andar em que ele parou.
Entramos no banheiro feminino do terceiro andar e nos trancamos lá dentro. A beijação continuou solta. ele me virou de costas, com as mãos apoiadas sobre a pia. Levantou minha saia, afastou a calcinha de lado e empurrou pra dentro seu penis enorme, duro e quente. Eu já estava completamente excitada da aventura no elevador, louca pra gozar, e nas mãos daquele mestre eu gozei, gozei e gozei. Um orgasmo que parecia uma avalanche. Me deixou entorpecida.
Quando pude me recuperar, olhei pelo espelho e vi aquele sorriso lindo de macho que fez bonito.
Virei para ele e disse: "Sou sua quanto e quando você quiser."
Aquelas mãos parecem enfeitiçadas. Quando me tocam provocam no meu corpo uma sensação de prazer inexplicável.

Quando ele me beijou com paixão, senti que ali minha vida lhe pertencia e que, mesmo estando ligados a outras pessoas, seríamos cúmplices dessa paixão por muito tempo.