terça-feira, 24 de abril de 2007

Crystal tão confusa...

Fiquei um bom tempo sem entrar no Blog. Na verdade foi um período muito conturbado da minha vida. Eu e minha eterna paixão brigamos muito e resolvemos nos separar.
Fiquei triste por muito tempo, até que conheci alguém que novamente mexeu comigo.
Estava eu na auto-escola, aprendendo a dirigir. Sempre que ia assistir às aulas, passava aquele instrutor todo lindo, saradinho, simpático e sorridente, falando com todo mundo. Eu sempre o observava, mas nunca havia tido nenhuma pretensão de tê-lo. (Na verdade mais-que-verdadeira, eu achava que era areia demais pro meu caminhãozinho...).
Quando fui marcar meus treinos, escolhi o carro que mais se aproximava do nosso. Mal sabia eu que era o carro em que "ele" ensinava. Juro que não foi premeditado, foi mesmo uma peça que o destino me pregou.
Na primeira aula ficamos apenas conversando. Ele tinha um olhar de menino que me encantava. Eu não parava de admirar seus olhos, sua boca... Fiquei nervosa, e o treino acabou quando eu já não aguentava mais ficar sozinha no carro com ele. Até esse momento ainda não tínhamos sequer nos tocado. Fui para casa, fiquei sonhando com a aula a noite toda... aquele olhar, aquela voz...
Eu estava mesmo muito carente. Meu fisio longe, marido ausente... sentia muita falta de uma mão forte me tocando, um peito onde encostar...
Naquela semana tive a segunda aula. Pela primeira vez trocamos dois beijinhos daqueles de cumprimento. Ao sentir sua boca tocar meu rosto, minhas pernas ficaram bambas. Meu corpo todo amoleceu, como manteiga no sol. Disfarcei (na verdade, não sei se consegui disfarçar) e entrei no carro, no lugar do carona. Estava aprendendo a trocar as marchas. Mas quando eu fazia errado, ele segurava a minha mão e me ajudava. Impossível esconder o arrepio que subia pelo meu braço sempre que isso acontecia. Lógico que ele percebeu. Ele disse que está de casamento marcado (ô sina!) e que está construindo sua casa perto da dos sogros (péssima idéia, mas quem sou eu pra opinar, né...). Conversamos sobre outras trivialidades depois fomos embora.
Vou contar nesse conto como ocorreu todo o preocesso de conquista, depois eu conto em contos separados cada aventura sexual que aconteceu depois.
Era dia do terceiro treino. Eu já estava mais adaptada, já conseguia andar bem. A conversa começou também a ficar mais animada, e quente também.
Ele contou que recebeu uma proposta de uma mulher de transar com ela, sendo filmada pelo marido dela. Ele disse que recusou. Depois disso o assunto sexo foi o principal de nossas conversas. Naquele dia ele me deixou na porta de casa. Quando saí, ele me abraçou e me deu um beijo daqueles bem "na trave", que me deixou toda molhada. Ainda atordoada, fui pra casa e não parei mais de pensar naquilo. Não era possível que ele estivesse interessado em mim, além disso, ele estava noivo, como poderia querer trair a própria noiva? Minha cabeça ficou a mil até a data da nova aula. Naquele dia eu estava disposta a tirar a prova e descobrir o que realmente poderia acontecer.
Enquanto dirigia, toquei de leve sua coxa, como se tivesse tentado mexer no cambio e tivesse errado. Pedi desculpas (cínica). Ele disse que me achava muito sensual e muito bonita. Eu sorri e agradeci.
Na hora de ir embora ele veio me dar outro beijinho daqueles, mas eu virei o rosto deixando ele dar um selinho na boca, o que me deixou completamente louca de desejo. Eu fiquei com as pernas moles, o coração disparou.
Daí eu disse: "Esse seu beijo me deixa com as pernas bambas."
Ele respondeu: "Sua boca me deixa excitado."
Demos um delicioso beijo na boca,com direito a mão por todo lado. Depois fui embora, com o corpo ardendo de desejo e a calcinha compeltamente ensopada.

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