segunda-feira, 30 de abril de 2007

Fantasia

Depois de tanto tempo se nos ver a saudade era imensa.
Levava comigo um verdadeiro "kit": Rosas vermelhas, velas, mel, uvas, pequenas plumas, uma faixa de seda.
Eu esperava impaciente no aeroporto a chegada do seu vôo, até que ele finalmente apareceu.
Foi um beijo-de-último-capítulo-de-novela. O mundo girava devagar, parecia que não havia mais ninguém por perto.
Peguei sua mão e o levei até a saída. "Vem, tenho uma surpresa pra você."
Pegamos um táxi. Entreguei o endereço ao motorista e voltei a olhar em seus olhos com a alegria de uma criança quando ganha a primeira bicicleta.
Entramos num motel próximo dali. Pedi a ele que fosse preparar um banho bem gostoso e me esperasse na banheira que eu iria em seguida. Ele foi e eu fechei a porta entre o quarto e o banheiro.
Liguei para a copa e pedi água (queria estar em plena lucidez para aproveitar aquele momento) e um balde de gelo.
Espalhei as velas pelo quarto, na cabeceira da cama, dos lados e acendi todas. Despetalei as rosas e espalhei por todo o colchão,e também fiz um caminho de pétalas do banheiro até a cama.
arrumei as uvas e o mel na mesinha de cabeceira, coloquei a venda displicentemente jogada sobre o travesseiro e as plumas (eram 2: uma rosa bebê e outra vermelha) escondi embaixo do travesseiro.
Recebi o gelo e a água, coloquei na outra mesinha, pus algum gelo perto das uvas, pra ficarem geladinhas.
Só então eu tirei a roupa e fui encontrá-lo na banheira. Aquilo era uma visão divina: Aquele anjo, relaxado, coberto somente pela espuma branca. Fiquei ali durante um minuto apreciando aquela cena. Arquivei na memória aquela imagem linda. Fui em sua direção levando as tolhas, beijei seu rosto, entrei na banheira e me aninhei em seu corpo, sendo prontamente acariciada com ternura.
Não resisti e me virei para ele, dando um sensual beijo na boca, levantando e o segurando pelas mãos, para enxugá-lo e levá-lo para o templo que eu havia construído para nós dois.
Me enrolei na toalha, o enxuguei, e com as mãos, fechei seus olhos e o levei até a porta.
Quando ele abriu os olhos, não acreditou. Ele ficou surpreso com todo aparato, todo o carinho e mimo que eu havia preparado para ele (mal sabia o que o esperava...).
Eu o conduzi até a cama, retirei a toalha da sua cintura, o deitei delicadamente de barriga para cima, acariciei seu rosto, seu cabelo, então coloquei um pouco do óleo nas mãos e esquentei entre uma palma e outra. Eu disse a ele: "Agora vou fazer você relaxar. Quero que esqueça tudo e pense somente no que está sentindo nesse momento."
Dito isso, peguei um de seus pés e comecei a massageá-lo, depois o outro. Em seguida, subi para as pernas, joelhos, coxas... Ele sorria.
Então pedi que virasse de costas, coloquei mais uma generosa porção de óleo nas mãos e comecei a massagear suavemente suas costas, pescoço, bumbum, coxas...
Daí eu espalhei uma porção de óleo em meu corpo, seios, barriga, coxas e deitei sobre o corpo dele, fazendo o meu deslizar, dizendo no seu ouvido: "Agora que você relaxou,vou estimular os seus sentidos." Nisso, peguei a venda e cobri seus olhos. Ele ficou meio assustado no início, mas eu disse que jamais iria machucá-lo, eu estava ali somente para o seu prazer. Com ele de costas,deixei que somente os biquinhos dos meus seios tocassem sua pele, em movimentos de subir e descer,depois da esquerda para a direita. Ele ficou arrepiado, eu voltei ao seu ouvido e disse: "Vou estimular o seu tato. Sinta isso." Joguei o cabelo para frente e deslizei as pontas dos fios sobre seu corpo,até a parte de trás dos joelhos. Ele soltou um gemidinho, não sei se de prazer ou cócegas. Em seguida, peguei as plumas e comecei a acariciar seu bumbum, a parte interna das coxas, ao mesmo tempo, ele se contorcia todo, mas não impedia meus movimentos. Ele perguntou o que era aquilo, então eu deixei que ele tocasse com a mão uma das plumas. Ele sorriu.
Eu o ajudei a virar-se de frente novamente. Ele tinha pétalas grudadas no peito, no pênis, em toda parte. Aproveitei e comecei a esfregar as pétalas sobre o corpo dele, liberando o perfume suave das rosas. Ele já estava numa mega-ereção, pedia pra eu tocar o penis, mas eu disse que deixaria pra depois, que ele tivesse paciência e aproveitasse tudo o que eu havia preparado para ele. Então, beijei sua boca, primeiro fechada. Quando sentiu meus lábios sobre os dele, entreabriu a boca e eu pude sentir sua língua divina, molhada, macia e quente. Beijei seu pescoço, seu peito e parei. Peguei uma pedrinha de gelo e toquei com ela seu umbigo. Ele se assustou. Eu ri. passava delicadamente o gelo em pontos específicos do seu corpo, ele se encolhia e relaxava e dizia, sorrindo, que eu era louca.
Eu já estava tão excitada que minha lubrificação pingava sobre o corpo dele cada vez que eu passava por cima dele com o corpo.
Então, me aproximei do seu ouvido,deixando somente os bicos dos seios tocarem nos dele, e disse: "Agora vou estimular o seu paladar."
Coloquei um pouco de mel sobre a língua e beijei-o na boca. Ele disse: "Humm,que gostoso!"
Perguntei se ele estava com sede. Dei a ele um copo de água e disse para se preparar para sentir o próximo sabor.
Ele se deitou novamente e eu coloquei em sua boca uma uva, que ele comeu com prazer. Perguntei se estava bem docinha, ele disse que não. Então peguei outra e coloquei um pouco de mel. Dei em sua boca, com a minha boca. Quando ele comeu, sentiu meus lábios tocarem os seus.
E disse: "Essa está bem melhor..."
Daí eu disse: "Então quero que me diga o que acha desta." Introduzi uma uva na vagina, encostei sobre sua boca e, movimentando os músculos vaginais, expulsei a uva lá dentro, envolvida pelo meu próprio mel. Naquele momento ele enlouqueceu. Agarrou meu quadril e começou a me lamber, sugar, até limpar totalmente toda a minha lubrificação abundante. Eu quase gozei, mas guardei meu primeiro orgasmo para quando ele não tivesse mais a venda nos olhos. E foi exatamente livrá-lo da venda que fiz imediatamente, pois não aguentava mais de tesão e seu penis já começava a soltar algumas gotas de líquido transparente, indicando que desejava mais.
Ao tirar a venda,ele se recostou na cama e eu então coloquei a boca sobre a cabeça do penis e comecei a lamber,até lubrificar bem. Fui colocando na boca devagar.Ele segurava minha cabeça tentando empurra-la, mas eu mantive o meu ritmo, até encostar a boca na base do penis, com ele todo invadindo a garganta. Ele estava tarado, mas eu continuei mamando suavemente, aumentando o ritmo devagar. Quando senti que ele ia ejacular, parei os movimentos e apertei a parte logo abaixo da cabeça, para evitar que o esperma saísse, o que não conteve o seu orgasmo, porém, seco.
Ele disse que aquilo nunca havia acontecido com ele. Eu sorri e beijei sua boca dizendo a ele que ainda viriam mais e mais.
Lambi seus mamilos,seu umbigo, voltei a beijar o penis que estava ainda mais duro e pulsante.
Coloquei a camisinha nele, me ergui e fui descendo lentamente, encaixando-o na entrada da vagina, permanecendo ali parada por alguns segundos. Com movimentos de sobe e desce, colocava só a cabecinha dentro, até que na décima vez eu desci com tudo, deixando entrar de uma só vez. A reação foi uma mistura de tesão, com susto, com gemido. Repeti a operação, só que desci profundamente nas duas últimas. E fui repetindo, diminuindo as curtas e aumentando as longas. Gozei quando cheguei na quinta,mas continuei firme até serem dez penetrações profundas, com panorâmica completa para ele. Ele também gozou, impossível controlar.
Só sentia o pulsar forte expelindo seu prazer quente e abundante.
Aquele êxtase durou alguns segundos. Deitamos lado a lado e ficamos nos olhando no espelho do teto, brilhantes e cheios de pétalas pelo corpo. E rimos de nós mesmos...
Comemos as outras uvas, bebemos água e voltamos para a banheira, afinal,estávamos muito grudentos... Na banheira, ficamos um de frente para o outro, em silêncio, somente relaxando e aproveitando aquele momento mágico.
Não demorou para meus pés procurarem seu corpo e começarem a acariciá-lo. Ele abriu os olhos e sorriu, e se deixou tocar. Quando alcancei seu pescoço,ele tomou meu pé e começou a beijá-lo, acariciando minha perna com a outra mão. Eu me aproximei e fiquei de joelhos à sua frente, com suas pernas entre as minhas, e nos beijamos por tanto tempo que nem sei quanto... Eu só queria sentir e aproveitar tudo aquilo. Foi quando senti um toque. Ele estava pronto para outra. Eu toquei e senti sua virilidade. Me percorreu uma onda de tesão pelo corpo todo. Ali na banheira ele me possuiu com paixão.
Voltamos para o quarto. Antes de chegar na cama ele me abraçou por trás, levantou meu cabelo, beijou minha nuca. Me encostou na parede e me penetrou tão rápido que parecia querer me roubar uma foda. Eu adorei a surpresa, ainda mais quando vi pelo espelho nossos corpos unidos. Foi indescritível. Não aguentei e gozei de novo. Eu movimentava a vagina sugando seu penis dentro de mim, apertando e soltando. Ele ficava louco com isso. Me colocou de 4 na cama e voltou a me penetrar. Eu continuava a apertá-lo dentro de mim, dessa vez movimentando o quadril da esquerda para direita, em semicírculo. Ele ora segurava meu quadril, ora apertava meus seios, ora pegava nos meus cabelos,até que teve outra explosão de prazer. Senti meu corpo ser invadido por seu leite, que escorria de dentro de mim e se derramava nos lençóis.
Estávamos exaustos. Eu me deixei cair na cama, ele deitou-se sobre mim, deitando em seguida ao meu lado.
Ficamos assim, fazendo carinhos por um longo tempo. Até que recuperamos o fôlego. Ele então decidiu me retribuir a deliciosa massagem e, passando óleo mas mãos, espalhou pelos meus seios, barriga, pernas, vulva...massageou meu corpo como um mestre. Eu ficava de olhos fechados, sentindo o toque firme das suas mãos. Ele me acariciou com as plumas, tocou meu clitóris com uma delas. Eu estremeci de tesão. Ele então começou a sugar meus mamilos enquanto acariciava minha cintura, meu quadril... Beijou minha boca, voltou para os mamilos. Depois colocou um pouco de mel na cabeça do penis e o levou até a minha boca. Eu lambi e chupei tudinho. Ele enfiava na minha boca fazendo movimentos de vaivém, segurando minha cabeça.
Quando ia gozar, parou. Me virou de 4, me penetrou rapidamente para aproveitar a minha lubrificação natural, então foi colocando devagar no meu cuzinho que estava ansioso por senti-lo.
Quando já nos sentíamos confortáveis, ele iniciou um gostoso vaivém, ao mesmo tempo que estimulava meus mamilos. Eu tocava meu clitóris até que em pouco tempo tive um orgasmo enorme. Ele emendou no meu e pudemos sentir os espasmos um do outro. Foi maravilhoso.
Depois disso, ficamos exaustos. Quando conseguimos finalmente reunir forças, tomamos um outro banho de chuveiro e fomos embora, deixando para trás as pétalas amassadas, as velas derretidas e as marcas da nossa paixão espalhada pelo lençol.

Nenhum comentário: