quinta-feira, 19 de julho de 2007

Um dia da caça, outro do caçador.

No fim do ensaio eu disse a ele: Vamos faltar o próximo?
Ele perguntou porque. Eu, tranquilamente disse: Quero levar você pra passear.
Combinamos de nos encontrar na oportunidade seguinte, em frente ao local dos ensaios.
Ele, inquieto, me ligava para saber se eu iria mesmo encontrá-lo. Eu já estava muito atrasada, por causa do trabalho, mas pedia o tempo todo a ele que me esperasse.
Quando eu cheguei, lá estava, um menino, com um jeito rebelde. Não resisti e o beijei. Em seguida, chamamos um táxi e fomos embora dali.
Fomos a um hotel próximo, o táxi nos deixou na recepção, mas seu jeito de menino logo levantou suspeitas da jovem que nos atendia. Ela pediu identidade. Ele não havia levado.
Fomos embora dali meio decepcionados. Eu perguntei a ele novamente a sua idade. Ele repetiu que já tinha completado 18 (olha, deve ter sido ha 3 dias atrás...). Nisso me encostou contra uma árvore, me beijou ardentemente e disse: -E agora? O que eu faço com esse tesão que eu to em você?
Eu sorri e lhe disse calmamente: - Vamos, tem outro hotel ali na frente.
No caminho fui explicando a ele que,ao chegar à recepção, ele deveria ter a iniciativa de pedir o quarto, pois seu rostinho juvenil denunciava a sua tenra idade, assim como suas atitudes denunciavam nervosismo.
Ele chegou, colocou-se à minha frente, fazendo cara de mau (confesso que quis rir daquela situação) e, num rompante de coragem pediu um quarto.
Dessa vez demos mais sorte, entretanto tivemos que pagar antecipado. Pra mim não importava, eu só queria mesmo subir e amar aquele garoto recém-saido da adolescência, cheio de energia e paixão.
De posse da chave, pegamos o elevador. Estávamos os dois muito nervosos, mas ele estava visivelmente tenso.
Entramos no quarto, rapidamente fomos nos pegando, agarrando, beijando, como se não nos víssemos há meses...
Ele, definitivamente não tinha nenhuma experiência com uma Mulher. Digo Mulher, com EME maiúsculo, não meninas, com m minusculo como tem às dúzias atrás dele. Mas acho que essa dose de nervosismo foi muito, muito boa pra nós dois.
E nos devoramos com a fome dos perdidos. Foras as poucas horas mais maravilhosas que eu vivi nos últimos meses...Seu prazer crescendo em mim até explodir foi uma experiência única. Me doar para ele foi a mais linda entrega.
Depois de todos os orgasmos,veio o mais sublime dos prazeres: ver seu sorriso, olhar em seus olhos, acariciar seu rosto, seus cabelos e receber as recíprocas demosntrações de carinho.