segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 8 - Um passeio ao paraíso

Aquelas férias estavam sendo um lindo sonho. Nada mais incrível do que dias de sol, noites de amor e uma paisagem maravilhosa em cada lado para onde se olhava.
Naquele dia eu ganhei uma surpresa. Ouvi lá de dentro um ronco de motor, depois outro. Fui até a varanda ver o que era. 
Era meu amor, de moto, capacete e tudo, me chamando para dar um passeio.
Quando subi na garupa e abracei seu corpo ele perguntou: "Vamos aonde?" Respondi: "Ao paraíso."
Ele riu e acelerou, levantando poeira. Eu apertei meu corpo ainda mais contra o seu, de modo que podia senti-lo todo grudado em mim. Coloquei as mãos por dentro da camiseta e acariciava seu peito e sua barriguinha. Ele arrepiava...e acelerava. Eu encostei a cabeça em suas costas, os bicos dos seios roçando nele, meu sexo colado no seu bumbum. Desci as mãos e encontrei a fronteira do short, impedindo de continuar. Puxei o cordão e afrouxei um pouco, dando passagem para uma das mãos, que, bobinha, logo achou o que procurava. Ele acelerou de novo. Entramos por uma estradinha estreita, que ia até a parte mais baixa de um bosque. Não havia nada ali, além de plantas, flores, árvores, o som dos pássaros e da água que passava ali por perto, mas não se via dali.
Nós paramos e descemos da moto. Tiramos os capacetes, jogamos no chão e trocamos um beijo apaixonado. Eu disse a ele: "Não é que você me trouxe mesmo ao paraíso?" Ele respondeu, com uma carinha de quem tinha planos maquiavélicos para a minha pessoa: "Logo você vai conhecer o paraíso, amor."
Me deu a mão e me levou pelo bosque adentro. Ali encontrei a causa do som de água correndo: uma pequena cascata, com menos de 2 metros de altura, jogava uma cortina de água sobre um pequeno lago cristalino, e desaguava num riachinho que se perdia entre as árvores. As folhas do alto filtravam os raios de sol, causando um lindo efeito de bênção divina no lugar. Um santuário. 
Soltei da sua mão, corri até o lago e, na beirada, pouco antes de entrar, comecei a tirar a roupa. Primeiro a camiseta, logo depois o short. Em seguida foi a vez do sutiã...nesse momento ele já se aproximava tirando a camiseta, com um olhar de que queria me devorar. Tirei a calcinha e, antes que ele conseguisse me alcançar, pulei no lago, espantando os peixinhos que nadavam pacificamente lá dentro. Quando voltei à superfície ele estava nu, de pé sobre uma pedra. Mãos no quadril, rindo. Ele disse que me ver nadando nua era a mais perfeita imagem da natureza. Então eu acenei com a mão, chamando para que ele me acompanhasse. Ele mergulhou e emergiu bem perto de mim, deslizando as mãos pelo meu corpo, colando a boca na minha tão logo chegou à superfície. Nós flutuamos naquele beijo sem preocupação, até que um peixinho beliscou meu bumbum e eu me assustei. Ele, fazendo graça disse: "Ei, peixe, essa mulher é minha!" Eu ri, enlacei sua cintura com as pernas, comecei a beijar seu pescoço, dizendo: "Sua, só sua..." Beijei seu peito, tomei fôlego e mergulhei, mordiscando seu corpo como me fez o peixinho assanhado. Ele também mergulhou, e me levou de volta à superfície em seus braços. Me pôs com as costas numa pedra redonda e começou a lamber meus seios e sugar meus mamilos, enquanto com a mão tocava minha vagina absurdamente lubrificada e quente. Lentamente ele encostou seu corpo no meu e começou a me penetrar, devagar, olhando dentro dos meus olhos. Eu mordia o lábio, tentava manter o olhar no dele, mas a cada centímetro dele que se aprofundava no meu corpo, mais aumentava o meu prazer e quando eu estava finalmente com ele todo dentro de mim, não aguentei, fechei os olhos e gemi. Ele forçou um pouco mais, me causando um arrepio. Agora sim, chegamos ao paraíso.
Eu tinha minhas mãos em seus ombros, as pernas apoiadas na pedra, o quadril projetado na sua direção, movendo para frente, para trás e para os lados. Ele segurava minha cintura, ditando nosso ritmo, ora acelerando, ora mais lento, adiando o orgasmo o máximo possível. Nós dois aproveitávamos a leveza que a água dava aos nossos corpos para nos colocarmos em posições que nunca tínhamos imaginado. Nadávamos e fazíamos amor ao som da água e do canto dos passarinhos. Resolvi olhar por trás da cascata. Ali havia um espaço de pouco mais de meio metro. Algumas pedras cuidadosamente esculpidas pela força das águas. Ele chegou, eu me debrucei sobre uma das pedras. Umas gotinhas de água gelada corriam por uma fenda, pingando na minha nuca. Ele lambeu a água e me penetrou, de uma só vez, me fazendo soltar um gritinho de prazer.
Naquele momento nós não conseguimos mais controlar. Era tanta paixão que eu explodi num orgasmo demorado, emendado no dele, que me encheu de leite e nos deixou prostrados sobre a pequena rocha que nos serviu de leito.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Previsão do tempo: Chuvas e Calor

Tinha chovido muito. A cidade inteira estava com medo de um novo temporal que viria a alagar as ruas e deixar todo mundo a uma eternidade de casa.
Quando os primeiros pingos começaram a cair, mandei um recadinho pra ele: "Vamos chover hj?"
Ele respondeu em seguida: "Lógico".
Já estava quase na hora da saída. Preparei tudo para ir embora bem rápido e encontrá-lo no lugar de sempre.
A chuva já caía quando eu atravessei a rua correndo e entrei no carro. Ele me abraçou apertado e me beijou com saudades.
Ele só falou: "Vamos sair daqui". Eu concordei com a cabeça e a cumplicidade nos olhos. E saímos.
A vantagem de um temporal desses é que a cidade toda pára. Para nós é ótimo, pois temos tempo e tudo mais que precisamos para ficar juntos. O trânsito já estava lento, mas ele conhece todos os caminhos e conseguimos sair dali, e chegamos a um lugar só nosso.
Bastou fechar a porta da garagem para o temporal desabar de vez. O som dos pingos do lado de fora foi a trilha sonora de um beijo longo e provocante. Sem perder mais tempo, subimos a pequena escada que dava acesso à suíte. Eu ia na frente, e ele, atrás de mim, apertava e dava mordidinhas no meu bumbum, fazendo cócegas e me deixando toda arrepiada. Nós ríamos como duas crianças fazendo travessuras.
Um giro, dois giros. Porta fechada, a temperatura começa a subir. Ele me pega e, me beijando na boca, tira meu vestido, jogando sobre uma cadeira. Faço o mesmo, despindo sua camisa.
Ele caminha, me guiando pelo pequeno corredor, abrindo meu sutiã, libertando meus seios, voltando a prendê-los entre suas mãos e lábios. Sentada na cama, ele ajoelhado à minha frente, beijando meus seios como um bebê, ouço o som da chuva lá fora, crescendo em volume, como se indicando a medida do meu desejo. Com as pernas, enlaço seu tórax, encosto meu sexo úmido em seu peito.
Ao sentir a umidade do meu corpo ele abandona os seios, senta-se no chão e, puxando delicadamente minha calcinha de lado, prova o sabor do meu desejo em sua língua macia. Eu afasto as pernas deixando o acesso livre para seu rosto, mas não consigo conter o prazer e meu corpo se contorce todo sob o poder daquela boca gostosa, até que um orgasmo lento e intenso me invade, e ele diz: "Adoro quando você goza na minha cara! Hummmm...." O que intensifica ainda mais o meu prazer.
Confesso que fiquei com as pernas moles, mas eu tinha que retribuir a avalanche de sensações que ele me ofereceu. Então, voltei a me sentar na cama, ele se levantou e eu abri sua calça. Alguém já tentava escapar, no que eu ajudei a libertar-se, alojando-o em minha boca. Beijando e sugando com vontade.
Ele me segurava pelo cabelo e gemia baixinho. Em rápidas olhadas para cima eu via o prazer estampado no seu rosto de anjo. Ele me olhava nos olhos, mordia o lábio e jogava a cabeça para trás, se entregando às sensações que minha boca provocava.
Quando sentiu que estava no limite, delicadamente se afastou do meu rosto, dizendo: "Agora não. Quero aproveitar você o máximo". Eu fiquei de pé, à sua frente e ele me beijou, me envolvendo toda nos seus braços. Terminamos de nos despir. Ele observava meu corpo (que não tem nada de admirável) com atenção em cada detalhe, tocando com as pontas dos dedos, como se para reconhecer-me às cegas.
Delicadamente me deitou e, sem tirar os olhos dos meus, deitou-se sobre meu corpo, me tocando, me cheirando e me beijando a cada centímetro de pele nua. O tempo pareceu parar.
Nos entregamos ao calor dos nossos corpos, deixando que a paixão ditasse o caminho. Por um momento esquecemos a chuva, a rua, a vida lá fora. Éramos só nós dois, e a previsão do tempo para nós era CALOR, MUITO CALOR.
Acordei, já havia anoitecido. Ele dormia ao meu lado. Fiquei observando aquele soninho sereno, fazendo carinho nos seus cabelos. Ele despertou. Perguntei: "Você não tinha que ir trabalhar?"
Ele: "Não consegui sair com essa chuva". E rimos juntos da nossa travessura.
Já que tínhamos a natureza como nossa cúmplice, resolvemos dar asas à nossa natureza, e, em meio a beijinhos, abraços, mordidinhas, cócegas e carinhos. Começamos outra vez.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 7

Eu estava deitada na rede, ouvindo a música que ganhei, ininterruptamente, tentando aprender a letra. Com os olhos fechados minha imaginação viajava na melodia e às vezes um leve sorriso me brotava dos lábios.
Foi assim que ele me viu, embalada à brisa fresca da tarde que anunciava a chuva. Ele parou ao meu lado, ficou me observando em meu sorriso distante, passou o polegar pela minha boca úmida ao som de "beijar-lhe os lambidos lábios polpudos de mulher...".
Supreendida, abri os olhos, ri um riso largo pela alegria em vê-lo tão cedo, e pulei em seu abraço como uma criança.
Ele perguntou o que eu estava ouvindo com aquela cara de safada. Passei para ele um dos fones e ouvimos juntos toda a música. Contei a história da música. Ele ficou com uma pontinha de ciúmes. Como podia alguém que jamais tinha me visto oferecer uma música que combinasse tanto comigo?
"Esse é um mistério que não tenho a pretensão de resolver, meu amor." Foi a minha resposta, pouco convincente mas absolutamente verdadeira.
Os primeiros pingos da pesada chuva de fim de tarde já começavam a cair. Recolhemos a rede e entramos. 
Enquanto ele tomava um banho, fui preparar um suco para nós. Ele se aproximou, o corpo respingado do chuveiro, apenas uma toalha na cintura. postou-se atrás de mim, que inocentemente lavava a louça, encheu a mão com a minha nádega direita e cantou baixinho no meu ouvido: "...se Mefisto nem Cupido, um pobre diabo, um diabo qualquer distraído que perdeu seu patuá sucumbiria...", mordiscando a minha orelha e beijando meu pescoço. No que eu arrepiei inteira e acendi, como um lança-chamas.
Larguei toda a louça de lado, virei de frente para ele e me deixei sufocar pelo seu beijo.
Ele levantou meu vestido e sua mão passeou por dentro da minha calcinha, enquanto a outra me prendia pela cintura, colada em seu corpo, que apesar do cheirinho do banho já havia enxugado com o calor que lhe exalava dos poros.
Quis puxar a toalha, mas ele, fazendo charme, segurou. Me pegou pela mão, indo para o quarto.
Pegou o violão, sentou na cama e começou a executar as primeiras notas da introdução de Circe Cabaret e a cantar.  Eu sentei no outro extremo da cama para apreciar o show particular e quando ele terminou a última frase: "...vertendo o leite ao vestíbulo ardente do ventre. Impenitente em seu colo adormecer" eu estava com cara de boba apaixonada. Com o indicador fiz para ele sinal de "vem cá". Ele deixou o violão de lado e veio de gatinho pelo colchão até mim. Eu beijei sua boca, ardendo de desejo, dizendo: "me ama como se fosse a última vez".
E ele me amou. Não houve parte do meu corpo que tenha escapado à textura úmida da sua língua, à suavidade das suas mordidas e à firmeza dos seus dedos. Parecia não haver mais ninguém no mundo além de nós, esquecidos das horas, perdidos na doce aventura dos nossos corpos. A noite já tinha caído quando ele me despertou com um beijo e uma carícia nos cabelos.
Olhei bem lá dentro dos seus olhos. Confesso que não sei explicar o que senti naquele momento.
Mas entendi que mesmo que aquele momento fosse o último, seria eterno.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Circe Cabaret

O autor dessa música, sem nunca ter me conhecido, disse que ela se parecia comigo. (Porque será?)

Autor: Diego Silva

Ronda terna, tenra e tesa
qual gira em torno à mesa
a lasciva natureza
beleza e malícia.

Há tempo oculta as máculas
de sua carne cálida,
insinuante, astuta e pálida,
em parcas vestes de odalisca.

Sugere beber à calma mediante singelo sorriso.
Soam súbito estonteantes guizos 
em meu pensamento um tanto quanto enfermo.

Que requer vender minh'alma a troco pelo apreço aquilo à doce fêmea,
o dorso esguio, símbolos tingidos na espádua efêmera.

E tanto fácil Fausto é falso
e se Mefisto nem Cupido, um pobre diabo, um diabo qualquer
distraído que perdeu seu patuá 
sucumbiria
Às recurvas ancas
ao levantar-se lânguida, soerguendo-se às anáguas.
E os olhos oscilantes 
ante os dedos repousantes nas vigorosas nádegas.


Ronda terna, tenra e tesa
qual gira em torno à mesa
a lasciva natureza
beleza e malícia.

Há tempo oculta as máculas
de sua carne cálida,
insinuante, astuta e pálida,
em parcas vestes de odalisca.

Sugere beber à calma mediante singelo sorriso.
Soam súbito estonteantes guizos 
em meu pensamento um tanto quanto enfermo.

Que requer vender minh'alma a troco pelo apreço aquilo à doce fêmea,
o dorso esguio, símbolos tingidos na espádua efêmera.

E tanto fácil Fausto é falso
e se Mefisto nem Cupido, um pobre diabo, um diabo qualquer
distraído que perdeu seu patuá 
sucumbiria
Às recurvas ancas
ao levantar-se lânguida, soerguendo-se às anáguas.
E os olhos oscilantes 
ante os dedos repousantes nas vigorosas nádegas.


Sentar-lhe uma bela palmada ao traseiro carnudo
e lamber-lhe os lábios beijados,
beijando seus lambidos lábios polpudos de mulher.
Cravar-lhe famélicos dentes ao seio desnudo,
vertendo o leite ao vestíbulo ardente do ventre
Impenitente em seu colo adormecer.


Sentar-lhe uma bela palmada ao traseiro carnudo
e lamber-lhe os lábios beijados,
beijando seus lambidos lábios polpudos de mulher.
Cravar-lhe famélicos dentes ao seio desnudo,
vertendo o leite ao vestíbulo ardente do ventre
Impenitente em seu colo adormecer.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Breve intervalo das férias e uma deliciosa viagem no tempo

Dia 13/10. Foi nesse dia que tudo aconteceu.
O que tem esse dia de especial? Bom, eu descobri quando olhei a agenda no trabalho. Dizia: "Dia do Fisioterapeuta". Peguei o celular, digitei um SMS: "Parabéns, Dr. Hj é dia do fisioterapeuta!"
Logo veio a resposta: "Cadê meu presente?"
Eu repliquei: "Almoça cmg hj?"
E ele: "Estou na praia. Mas posso te ver às 18:00?"
Imaginei aquela delícia desfilando pela areia, corpinho suado, salgado, dourado... ai, apaga! Tenho que terminar o conto!
Sem dúvida concordei. Marcamos de nos encontrar próximo ao meu trabalho, às 18:00.
Passei o resto do dia inquieta, excitada, agitada...numa mistura de euforia e desejo, difíceis de disfarçar.
No horário combinado, sentei perto de um canteiro, ouvindo mp3, tirei um livro da bolsa e comecei a ler. Nem tinha terminado a primeira página, recebi a mensagem: "Atravessa"
Olhei, e lá do outro lado da rua um carro estava parado, com as luzes piscando. Fechei o livro e fui em sua direção. Abri a porta e disse "Moço, me dá uma carona?" Ele sorriu e disse: "Lógico!"
Eu entrei, o abracei e dei dois beijinhos, bem na trave. Fiquei com os mamilos eriçados, as bochechas vermelhas.
Ele achou graça, perguntou se eu estava tímida. Confessei. Ele então me disse para relaxar e avisou que me daria apenas uma carona para casa mas que adoraria parar um pouco para conversar e me beijar.
Andamos um pouco pela redondeza e achamos uma rua com pouco movimento. Paramos. Sem uma palavra, beijamos. Um beijinho que foi crescendo, aumentando, molhando tudo. Abri o jeans, ele colocou a mão dentro. Eu disse a ele "Vê só o que você faz comigo..." Ele respondeu: "Veja você o que faz comigo." E abriu o zíper, libertando aquela delícia morena que povoava meus sonhos mais molhados. Parecia uma pedra. Não aguentei e coloquei na boca, indiferente ao local público e à luz do dia. Ele, por sua vez, com os dedos, me levava às alturas. Eu gemia, suava, sugava. Ele me pegava pelos cabelos, movendo minha boca ao seu bel-prazer.
Depois ele aproximou meu rosto do seu, me beijou com paixão e levantou minha blusa e meu sutiã juntos, deixando meus seios à mostra, bem em cima do seu peito. Ele pegou e mamou em cada um, mordiscando os biquinhos, me fazendo arrepiar inteira. 
Nesse momento, os vidros estavam embaçados e não se via mais nada, nem dentro, nem fora do carro. Tomei a a liberdade de tirar o jeans e a calcinha. Ele ficou doido. 
Num movimento, me coloquei sobre ele, roçando sobre o penis ereto. Ele pediu pra parar, eu obedeci. Então ele pegou a camisinha, abriu e eu o ajudei a colocar, depois voltei à posição anterior, olhando dentro dos seus olhos e tocando seu peito suado. Ele dizia: "Quando li suas historias, achei que você era daquelas que falavam muito e não faziam nada."  Eu perguntei: "E agora, o que você acha?" Ele disse: "É muito, muito melhor."
A massagem atingiu o ego e eu encaixei seu penis na entrada da minha vagina e sentei, num movimento só. Juntos soltamos um único gemido. Ele prendeu minhas coxas para que eu não me movesse. Disse para eu esperar senão ele iria gozar. Eu fiquei imóvel, apenas massageando seu penis com a vagina, movendo como se sugasse.
Nessa altura nós dois já estávamos encharcados de suor, os cabelos molhados, o que restava de roupas no corpo também. Já nem percebíamos o movimento de carros e pedestres na rua, escurecia. Os vidros embaçavam mais e mais.
Infelizmente nós tínhamos que ir embora, mas antes, disse a ele: "Doutor, você não queria presente? Então tome aqui o meu."
Levantei o corpo, tirando-o de mim. Encaixei na parte de trás, e bem devagar fui colocando-o dentro da minha bundinha. Nós delirávamos.
Ele falou: "Eu imaginava sempre você assim, montada em cima de mim, me dando seu cu..." Eu ri e disse a ele: "E você, doutor, é exatamente como eu imaginei nos meus sonhos: Uma delícia de homem."
Enquanto eu rebolava em cima dele, ele enfiava o dedo na minha vagina e eu tocava meu clitóris, até que não aguentei e gozei, forte, intenso, gemendo alto: "Ai, amor, que maravilha!"
Ele falou: "Agora sai, quero gozar na sua boca."
Eu saí, tirei a camisinha, e voltei a chupá-lo com vontade, lambendo o saco, a virilha, chupando a cabecinha e enfiando tudinho na boca. Ele acariciava minha nuca, meu cabelo molhado de suor. Suor que também escorria do seu corpo, empoçando na base do penis, que eu fazia questão de lamber e beber todo. Tinha um sabor incomparável. Ele apertou meu cabelo. Senti seu penis começar a pulsar mais e mais forte. Até que ele, num gemido de prazer falou: "Toma, bebe minha porra!" E um jato caudaloso invadiu minha boca. Um sabor suave, morno. Não foi difícil beber. Bebi tudo, com o maior prazer do mundo. Chupei até sair a última gotinha. Eu olhava em seus olhos enquanto ainda o mantinha na boca. Não queria parar. Mas enfim, libertei-o. Encostei ao seu lado, ele me aconchegou em seu peito, ficou ali me fazendo um carinho tão gostoso que eu queria que o tempo parasse ali. Ele procurou minha boca com a sua e me deu um beijo profundo, num suspiro.  Acariciei seu ombro, o braço, desci com a mão pela cintura, quadril, e levei um susto quando encontrei o pau duro. Disse "Deus, o que é isso, moço?" Ele falou: "Por mim, te foderia a noite toda. Me chupa de novo, vai..." Enquanto eu o chupava mais, ele colocava dois dedos em mim, mexendo com a habilidade que sua profissão lhe conferia. Gozei fácil na mão dele. Ele sentiu meu mel escorrendo em sua mão, juntou a poça e espalhou nas minhas costas. Depois falou: "Pronto, agora podemos ir." Eu pedi outra camisinha, mas ele falou que não tinha mais. Sem outra alternativa, nos recompomos da melhor maneira possível, dadas as condições de suor em que nos encontrávamos. Gotas de água escorriam pelos vidros. Parecia que tinha chovido lá dentro. Ele abriu uma bala, colocou na boca, partiu ao meio, e me deu a metade na boca, com a sua. Boca macia, saborosa, geladinha.
No caminho ele comentou: "Não esperava que isso fosse acontecer. Imaginava que a gente fosse só conversar."
Eu falei: "Não acha que a gente já conversou tempo demais? Tudo que a gente tinha que saber um do outro a gente sabe. Agora está completo."
Fomos pelo restante do caminho conversando trivialidades, até que ele me deixou perto de casa, me beijou uma, duas, três vezes, e foi.

domingo, 12 de outubro de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 6

Amar é a melhor coisa do mundo. Depois disso vem...chocolate!
Melhor ainda: amar com chocolate. Foi isso que nós fizemos. Foi assim:
Vi na internet uma cascata que jorrava chocolate derretido. chocólatra assumida, me apaixonei de cara. Fui lá, comprei.
Levei a novidade para meu amor, claro, com algumas barras de chocolate pra fazer a cascata funcionar como deve... Ainda: uvas, bananas, morangos e chantily.
Ele estranhou a engenhoca que veio desmontada na caixinha, mas logo montei tudinho e coloquei a coisa pra funcionar. Entre morangos, uvas e beijos, molhei o dedo no chocolate e "pintei" seu nariz. E logo em seguida, chupei pra limpar tudinho, descendo os lábios para a boca e beijando como se a saudade estivesse me matando. Ele, sem pensar, me agarrou pela cintura e me deitou na mesa, entre frutas e suspendeu meu vestido, que eu terminei de tirar, ficando de calcinha e sutiã, servida para ele à mesa...
Ele terminou de me despir, em seguida pegou um morango, mergulhou no chocolate, e deixou escorrer sobre os meus mamilos. Um arrepio subiu pelo meu corpo quando senti a calda morna escorrer pelos seios e logo a língua molhada lambendo tudo.
Ainda usando o morango ele espalhou chocolate pela barriga. Ele me lambuzava e me lambia. Então, quando eu já estava fervendo, o danadinho pegou o spray de chantily e espirrou o creme gelado em meu umbigo. Eu ergui o quadril com o choque térmico.
Quando relaxei, ele havia pego uma banana, mergulhado no chocolate, e segurava, bem à frente da sua pelve. Pegou a banana coberta com chocolate e começou a alisar minha vulva totalmente encharcada. Em seguida ele mordia um pedaço, e voltava a mergulhar no chocolate, e depois em mim, e depois na boca. Eu já estava indo ao delírio assistindo à cena. Então ele pegou uma outra banana e me penetrou com ela. Eu dei um gemido alto e contorci o corpo, abri bem as pernas pedindo a ele que entrasse em mim com seu próprio corpo. Ele então, sem retirar a banana, besuntou o penis na minha lubrificação e penetrou de uma só vez na entrada de trás.
Eu nunca senti nada parecido. Foi surreal o prazer que me dominou naquele instante. Enquanto ele estocava meu cuzinho, enfiava  e tirava a banana da boceta. Não demorou nada e eu tive o orgasmo mais alucinante de toda a minha existência. Fiquei prostada sobre a mesa, suando ofegante, ele e a banana ainda dentro de mim (essa toda esmagada pelas minhas contrações).
Abri os olhos e o vi me observando com ternura, me acariciando os joelhos e as coxas.
Bastou um comando - duas palavras mágicas - "quero mais". Ele retomou o vaivém, com os dedos manipulando meu clitóris, só dizendo pra mim: "Goza de novo, safada..." Amor, vc me xinga, eu gamo... Nossa respiração ficou mais e mais ofegante e juntos explodimos de prazer, gemendo alto, gritando para o mundo ouvir a nossa felicidade.
A banana, essa ficou imprestável. Nós...bom, nós só precisávamos de um banho, pra começar tudo de novo.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 5

Minhas férias perfeitas foram coroadas por uma decisão: Não volto.
Todos os dias acordar e ver meu amor dormindo é o paraíso, eu não quero mais deixar isso aqui. Por nada.
Ainda sinto no ar o clima da última noite. Nossa roupa jogada no chão, posso ver nós dois chegando em casa, atracados num beijo, arrancando cada peça e atirando para longe.
Ele me erguia nos braços, minhas pernas entrelaçadas em sua cintura, me beijando com paixão. Não contemos o desejo até chegar ao quarto. Ali mesmo na sala, ainda usando as últimas peças que nos vestiam, ele me encostou contra a parede, afastando com habilidade a pequena calcinha preta e me penetrando com facilidade, pois ali eu já estava tão excitada que meu corpo inteiro se abria para receber o seu amor.
Permanecemos alguns minutos unidos, eu flutuava no ar, segura por seus braços fortes, sentindo o prazer arrebatador de ter seu corpo dentro do meu.
Eu ia chegando no auge do prazer, mas ele queria mais. Me levou pelo corredor, me pôs no chão junto à porta do quarto. Tomou uma de minhas pernas e pediu que eu a apoiasse na parede. Obediente, abri a perna o mais que podia. Foi quando ele se pôs de joelhos e, como numa reverência, aproximou os lábios do meu sexo molhado e beijou demoradamente. Senti um arrepio de prazer me percorrer todo o corpo, eu estremecia a cada movimento da língua passeando pelo clitóris, lábois e vagina, que pulsavam de prazer. Sem conseguir resistir mais, gozei deliciosamente em sua boca, e amei assisti-lo sorvendo todo o líquido, produto do meu orgasmo.
Louca de amor, abracei-o e o trouxe até a cama, onde ele sentou, e foi a minha vez de sugá-lo com paixão, até que dele explodisse um mundo de leite, todo em minha boca. Bebi cada gota como se bebesse o elixir da vida. Foi lindo ver seu corpo prostrado, em relaxamento profundo.
Um riso suave iluminava seu rosto lindo. Fiquei admirando aquela imagem por um longo tempo, mas depois me dediquei a acarciar seus cabelos e seu rosto, bejando com ternura. Ele me olhava sem dizer nada. Sabíamos que aquele sonho teria prazo de validade. Mas eu não queria pensar naquilo de jeito nenhum. Só queria viver aqueles momentos mágicos ao lado do homem que me acendeu a chama que dormia no meu íntimo mais secreto.
Peguei água para nós dois, estávamos secos de sede. Enquanto bebíamos a água gelada, eu molhava a boca e beijava sua nuca e suas costas. Ele ficou arrepiado. Depois foi a vez dos mamilos, da barriga, umbigo, e finalmente alcancei o penis já se reanimando para uma nova aventura. Com lábios gelados eu envolvia a cabecinha e chupava com delicadeza.
Bebi mais água e passei a língua gelada em toda a sua extensão, e senti uma contração súbita que o deixou rígido como pedra. Olhei em seus olhos, ele sorria com carinha de safado, mordendo o lábio. Aquilo me deu mais vontade e eu pulei para cima dele dando-lhe um beijo molhado na boca, e ficando automaticamente lambuzada...
Fiquei esfregando a vulva nele até senti-lo besuntado, então encaminhei-o até a abertura traseira e, delicadamente comecei a encaixá-lo dentro de mim.
Ele vibrou, tentou acelerar a tarefa, mas eu o contive e fui levando-o devagar para dentro do  meu corpo. Até que ele entrou totalmente e me abraçou, me segurando firme pra eu não escapar.
Meu corpo inteiro se arrepiou ao sentir aquele homem unido a mim, ansioso por explodir seu gozo no meu corpo. Comecei a rebolar e acariciar seu corpo, e ele me beijava e acariciava meus cabelos e com outra mão me prendia pela cintura, enquanto ia acelerando seu ritmo.
Ele gemia, eu gemia, éramos os dois loucos de prazer. Como num "crescendo", explodimos juntos num orgasmo sem precedentes. Não foi fácil parar. Não foi nada fácil recuperar a energia para nos movermos.
E quando abri novamente os olhos, lá estavam os rastros do nosso amor e eu rolando na cama abraçada ao travesseiro.

domingo, 10 de agosto de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 4

Meu amor tinha saído cedo, eu fiquei em casa e preparei um almoço gostosinho pra gente. Como ele demorou eu fui pra varanda e deitei na rede. Fiquei lendo um livro até que adormeci. E no soninho gostoso, nem senti o tempo passar. Mas como num conto de fadas, fui despertada com um beijo. Antes de abrir os olhos, disse: "Que saudade, amor..." Ao abrir os olhos, encontrei um sorriso lindo e ao fundo um céu laranja, colorido pelo pôr do sol. Estávamos famintos, ninguém tinha almoçado e já era quase hora de jantar. Pedi a ele que fosse para a mesa e esperasse que eu levaria o prato para lá. Preparei um prato bem grandão com uma salada saborosa e colorida.
Quando eu cheguei, levava o prato e vestia somente um avental. Ele achou graça (e eu também), mas, no meio das risadas, me sentei sobre a mesa, de frente para ele. Coloquei o prato sobre as pernas e comecei a lhe oferecer comida na boca. Ele comia e lambias meus dedos, chupava, mordia...e me dava comida na boca também. Eu chupava seus dedos como se estivesse chupando outra coisa. Segurava sua mão e aspirava seu cheiro, sentia com os lábios a textura da sua pele. Quando a fome já tinha abrandado, nossa fome de amar já estava no limite. Ele tirou o prato do meu colo, me tomou pela cintura, puxando contra si e me beijou tão gostoso que eu senti o mundo girar. Num movimento, retirou o avental revelando em minha nudez, a pele arrepiada de desejo. Comecei a despir a sau camisa, ele tirou a calça. Toquei em seu membro firme e o encaminhei até a abertura úmida que já palpitava à sua espera. Delicadamente ele me deitou na mesa e me penetrou, olhando bem dentro dos meus olhos. Ele agarrava minhas coxas, me puxava contra seu corpo, me invadindo inteira e me levando ao paraíso.
Num impulso me levantei e segurei em sua nuca, envolvendo seu quadril com as pernas, ele dentro de mim, não podia se mover. Encostei todo meu tronco em seu corpo, senti o toque dos seus pêlos, meus mamilos eriçaram. Ele os tomou nas mãos e sugou cada um enquanto eu pompoava e gemia.
Ele me pegou no colo, me levou até a sala e sentou no sofá, comigo sobre si. Tendo tomado as rédeas da situação, cavalguei sobre ele, segurando em seus ombros até quase gozarmos. Mas eu tinha um plano para ele naquele dia. Eu estava toda lambuzada com o meu prazer e o dele. Ergui o corpo, deixando-o sair. Ele me olhou com uma carinha decepcionada de criança que teve o doce roubado. Beijei muito sua boca, agarrei seu penis que mais parecia uma rocha, e coloquei na abertura da vagina, rocei, rocei, rocei em toda a extensão dos grandes lábios, desci até o períneo, posicionei na abertura do anus e, lentamente, desci o corpo, fazendo-o penetrar naquele cantinho apertado. Ele gemeu, olhou, não acreditou. Eu continuava segurando e colocando devagar para dentro, até meu corpo se acostumar com ele. Ele ficou louco. Jogava a cabeça para trás, mordia o lábio, apertava meu bumbum, arranhava minhas costas. Comecei a mexer os quadris, em meia lua, fazendo movimento de torcer, pra acomodar direitinho, e quando nós ficamos perfeitamente encaixados, senti um prazer indescritível percorrer pelo corpo. Comecei a subir e descer num ritmo lento e cadenciado, enquanto ele, com o dedo, friccionava meu clitóris, me levando na lua.
Eu dizia pra ele: "Vem, amor, fode essa bunda." Ele: "Que cu maravilhoso, delícia!" Fomos aumentando o ritmo, ele me ajudava na tarefa de agachar e subir, acelerando, acelerando, até que ele, num gemido alto soltou em mim todo seu leite morno. A pulsação forte daquele membro me fez ter um orgasmo mais forte e intenso do que qualquer um. Permanecemos alguns minutos ainda em êxtase, o corpo mole, um sorriso impossível de arrancar do rosto. Desci do seu colo e me deitei no sofá, com a cabeça em suas pernas. Ele me fez cafuné e disse: "Pequena, você é perfeita." Beijei sua pelve, me virei de lado e abracei sua cintura. Ficamos nesse carinho sem pensar no tempo, só curtindo um ao outro, sem palavras, só sentidos. Eu passaria o resto da vida naquele momento, se pudesse.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 3

Aquele sol quente convidava a um passeio à beira mar. O dia estava radiante (talvez fosse efeito da felicidade), céu azul, brisa fresca...
Fomos caminhando pela areia descalços, abraçados olhando o mar claro sereno naquele dia de verão. Um barquinho apontava no horizonte. Paramos e ficamos olhando juntos para o mesmo lugar. Ele me abraçava e eu podia sentir seu corpo colado no meu. Sentia seu ombro que me acomodava a cabeça e seu braço que enlaçava a minha cintura. Seu cheiro se misturava ao da maresia, sua pele estava úmida de suor.
Quando percebi, eu estava olhando seu rosto de perfil, distraída decorando a sua geografia. Eu não me cansava de olhar aqueles olhos, aquela boca...Coração batia forte.
Ele percebeu que eu o encarava, olhou pra mim e sorriu, perguntando: "Que foi?"
Minha resposta foi tocar-lhe a nuca e trazer delicadamente sua boca até a minha, me deliciando com o sabor único do seu beijo. O tempo parou.
Com os olhos fechados, eu explorava seu corpo por baixo da camiseta, sentia sua pele, seus pêlos, a textura macia e úmida daquele corpo que me atraía como um ímã. Ele fazia o mesmo, como um espelho. Invadi o short, abusei. Senti que ele estava tão excitado quanto eu. Colei meu corpo ao dele e sentindo a magnitude do seu desejo, tive uma idéia.
Tirei a camisa que cobria meu biquíni. Deixei no chão junto com a sacola e convidei-o para um mergulho. Tivemos que esperar um pouquinho até ele estar em condições de tirar o short. Sentamos na areia e encostei a cabeça em seu braço, e ganhei um gostoso cafuné.
Então ele tirou a camisa, levantou-se e tirou o short. Apostamos corrida até o mar e caímos na água morna. Quando voltamos à superfície, estávamos perto de um píer, mas não havia embarcação nenhuma por ali. Nadamos até lá e, protegidos dos olhares indiscretos, começamos a nos beijar com paixão. Nossos corpos se entrelaçavam, flutuando na água. Eu o envolvia com as pernas, tocando meu sexo no seu. Beijando e beijando mais. Ele afastou o sutiã do biquíni e tocou meu mamilo arrepiado. Era tanta excitação que não cabia em mim. Olhando nos olhos, afastamos nossas últimas peças e nos amamos com as bênçãos de Iemanjá. Nossos corpos flutuavam e faziam movimentos longos. Era como se estivéssemos fazendo amor na lua.
Ele dizia: "Quero ver você gozar..." Mas eu não queria. O prazer que ele me proporcionava naquele instante era tão intenso que eu queria que durasse para sempre.
Nos amamos por um tempo que não sei quanto foi, até ficarmos cansados e com cãimbras...
então voltamos para a areia, pegamos nossas coisas e voltamos para casa, com um sorrisão nos lábios e o coração transbordando de alegria.

sábado, 26 de julho de 2008

Férias Perfeitas - Ep.2

Acordei com o sol batendo forte no rosto. A luz e o calor iluminavam e aqueciam o quarto. Eu sorri, olhei para o lado da cama, ele estava dormindo, deitado de bruços. Fiquei um punhado de minutos observando seu rosto, seu corpo, admirando e amando aquela pessoa descansando ali ao meu lado.

Decidi me levantar, preparar um café da manhã especial.

Tomei um banho gostoso, fui até a cozinha, preparei suco, frutas, pão e requeijão, mel.

Levei tudo para o quarto. Me deitei ao seu lado, nua, coloquei o copo de suco entre as coxas, próximo à vulva, espalhei frutas pela barriga, besuntei os seios com mel.

Depois, com cuidado, comecei a acariciar seus cabelos, seu rosto, e quando ele abriu os olhos eu disse: "Trouxe café pra você na cama."

Ele riu. e só disse: "ai...hum..." me beijou a boca, lambeu meus seios, me beijou mais. Quando achou o suco, achou melhor tirar dali, pois não queria derramá-lo. Tirou as frutas e beijou minha barriga, meu sexo, minhas coxas, meus pés. Eu me contorcia toda de prazer. Ele pegou um morango, mordeu a pontinha, tocou meus lábios com a polpa da fruta, depois beijou mais uma vez, misturando o gosto de fruta e saliva em minha boca. Pegou então uma uva, me mostrou, colocou entre os meus seios, veio rolando a uva com os dedos, descndo, passando pelo umbigo, descendo...passou com a uva sobre meus pelos, roçou leve no clitóris e parou na entrada da vagina úmida. Eu relaxei a entrada e ele introduziu a uva em mim. eu a puxei para dentro, senti o geladinho da fruta em meu corpo. Ele então, com a boca, seguiu o mesmo caminho da uva, passando peos seios, barriga, umbigo, clitóris, parando na entrada da vagina, tocando de leve a pontinha da língua, como dissesse: "devolve". Então eu devolvi; quentinha, molhada pelo meu desejo, a uva em sua boca, que ele comeu com satisfação. Eu sentei na cama, o abracei, olhei nos seus olhos. O beijei. Deitei-o na cama e ajoelhei-me sobre ele, com as pernas abertas. Acariciei seu rosto, seus ombros, seu peito, inclinei-me e o beijei com paixão profunda. Seu penis ereto já estava todo molhado. Segurei-o e lentamente encaixei-o em mim, descendo bem devagar, para sentir cada milímetro que me preenchia. Meu coração batia acelerado. "Ter você dentro de mim é entrar no paraíso", eu disse a ele. Ele me encarou, sério, e disse balançando a cabeça negativamente: "Não, você é que é o meu paraíso." Aquilo me acelerou e eu aumentei o ritmo, gememos, apertei-o dentro de mim, prendi, acarinhei, suguei, abracei.

Ele me virou de costas na cama, colocou minhas pernas em seus ombros e introduziu tudo em mim. Vi estrelas. "Ai, que delícia, amor! Faz mais!" E ele fez, e fez, e fez, mais e mais...hummm....

Ele olhou para baixo e viu seu penis entrando e saindo de mim, e teve um espasmo de prazer. Pegou um seio, sugou o mamilo, depois o outro. Estávamos entrando em transe, o nosso ritmo era perfeito, parecíamos um só. Até que eu não pude mais me controlar e gozei, e molhei tudo. ele sentiu os espasmos percorrendo todo o meu corpo. Aquilo o excitou tanto que ele também não resistiu e me inundou com seu leite. Eu sentia as pulsações que jorravam os jatos mornos em mim e aquilo me dava a sensação de sermos as únicas criaturas no universo. Ficamos exaustos, mas felizes. Deitados, lado a lado num abraço, ficamos olhando o sol subir e aquecer ainda mais a temperatura.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Férias Perfeitas - Ep.1

Quando o avião tocou o solo, o coração saltou. E agora? O que será que vai acontecer?
Eu estava chegando naquela cidade linda e desconhecida para aproveitar minhas merecidas férias. O que vinha à frente era um caderno em branco onde eu irei começar a escrever essa história.
Peguei minhas malas e fui caminhando lentamente pelo saguão do aeroporto, procurando um rosto familiar ou uma placa indicando a saída. Parei no meio daquele monte de pessoas que iam de um lado para o outro, respirei fundo, mas quando decidi ir em frente, ouço uma voz familiar vindo de trás de mim: - Procurando alguém?
Imediatamente um sorriso estampou meu rosto, e quando virei, me deparei com aqueles olhos e aquele sorriso que me faziam companhia nos meus sonhos mais molhados.
- Cara, eu não acredito que você veio! Eu já ia chamar um táxi!
- E você acha mesmo que eu ia te deixar sozinha?
O diálogo cessou com um beijo. E num abraço, disse em seu ouvido mil vezes quanta saudade eu senti.
Ele me levou para casa. Depois de deixar minhas coisas no seu quarto, fui tomar um banho para me recuperar do cansaço da viagem. Como de hábito, deixei a porta do banheiro sem trancar.
Após o banho, deixei a água morna descer pelo corpo por alguns minutos, relaxando. De repente ouvi um barulho. A porta se abriu, mas fiz de conta que não percebi. Continuei de costas, com os olhos fechados, deixando a água escorrer sobre mim. Silêncio.
Desliguei o chuveiro. Abaixei para pegar o frasco de óleo perfumado que tinha deixado no chão, empinando bem a bunda para que ele tivesse uma visão completa. Comecei a passar óleo pelo corpo, deslizando as mãos pelos braços, seios, cintura, coxas...
Ouvi uma respiração profunda. Continuei, estava ficando excitada. Eu massageava os mamilos, descia pela barriga, e tocava meu clitóris, acelerando, acelerando... Minha respiração se alterou, comecei a gemer baixinho. Não resisti e olhei para trás. Ele estava encostado na parede, observando tudo, e se tocando bem devagar.
Abri a porta do box e, com um gesto, pedi para ele entrar.
- Pensei que você ia me deixar aqui na mão. disse ele, rindo.
- Imagina se eu faria uma maldade dessas... - respondi, tirando a sua camisa, antes de beijar seus mamilos e apertar suas costas com as pontas dos dedos.
A calça já estava parcialmente aberta. Foi fácil tirá-la e trazê-lo para junto de mim. Eu estava besuntada de óleo e seu corpo deslizava pelo meu me deixando toda arrepiada.
Ele me colocou de costas contra a parede, levantou minha perna esquerda e me penetrou, sem cerimônia. Eu soltei um gemido. - Isso é para você aprender a não me deixar esperando tanto.
Ele investia com firmeza dentro de mim, segurando minha perna com um dos braços e se apoiando na parede e segurando minha mão com o outro. Olhava fixo nos meus olhos, como quem diz "você é minha". Meu peito arfava de tanto tesão, eu não resisti por muito tempo e explodi de prazer. Ele emendou seu prazer no meu e juntos chegamos ao clímax.
Ficamos exaustos. Tomamos banho juntos e fomos descansar. Parecia um sonho. Talvez fosse.

sábado, 12 de julho de 2008

Um dia frio...

Seria mais um dia frio não fossem dois detalhes: Era meu aniversário. Ele me ligou...do Rio!
Não reconheci o número quando vi no celular, então atendi normal.
-Alô!
-Parabéns para a cunhada mais linda do mundo!!!
-Oi, luz da minha vida!
-Como você está?
-Agora, muito melhor, e você?
-Eu to bem. Liguei pra desejar um feliz aniversário e que você continue assim, linda linda demais...
-Só pra você.
-Não, pra todos nós.
O coração disparava, mas eu quase enfartei quando eu perguntei: - Você está aonde?
-Na filial do Rio.
(silêncio)
Engoli em seco, tentei me acalmar.
-Como faço pra ver você?
-Não sei, eu saio daqui às cinco. O que que eu faço?
-Me encontra aqui no Centro. anota o endereço.
Anotei com a letra trêmula de alegria, ansiedade e desejo. Calculei chegar em uma hora. Combinamos.
Na saída do trabalho, caprichei no perfume, arrumei o cabelo e fui me encontrar com meu melhor presente. Nem me lembrava de que havia tanta gente em casa me esperando também.
Cheguei no local combinado, ele estava me esperando. Tinha uma caixa nas mãos.
Um abraço apertado, um longo e molhado beijo, mais um e mais outro e só depois dissemos "oi". Ele disse: -Comprei uma coisa pra você - mas não recomendo abrir agora.
Não entendi, mas segui sua recomendação. Entramos no carro que a empresa lhe havia disponibilizado, seguimos direto a um motel bem próximo, que tem suítes temáticas...lindo.
Escolhemos a suíte japonesa. Tinha ofurô e um tatame enorme, perfeito para um "embate amoroso". O lugar convidava ao prazer. Ele me abraçou por trás, beijou meu pescoço e disse que eu já poderia abrir meu presente. Eu respondi: Agora não, primeiro vou ver o que tem dentro dessa caixinha... Rimos e sentamos no chão. Eu abri a caixa e dentro, envolvida em papel de seda, havia um lindíssimo conjunto de lingerie preto. Quando o espanto passou, beijei, beijei e beijei aquela boca gostosa e o convidei para um banho gostoso no ofurô: - Vem, agora eu quero desembrulhar o meu presente.
Comecei com sua camisa, que desabotoei, deixei cair pelos ombros e acariciei seu peito, beijando e mordiscando os mamilos arrepiados. Tocando as costas com as mãos, deslizando pela barriga, abri o cinto, a calça...ele deixou a camisa cair no chão, eu baixei a calça...mas esqueci de desamarrar o sapato. Então, de joelhos, deixei a calça de lado, voltei e libertei uma delícia de pênis quente e pulsante, que logo segurei e acariciei, lambi e chupei, enquanto ele acariciava meu cabelo com as duas mãos, gemendo de desejo e dizendo: -Isso, gostosa, chupa tudo, vai...caralho, que delícia....
Eu já não aguentava mais de tanto tesão, parei de chupar e me levantei, comecei a abrir a blusa, tirei, abri a calça, disse a ele, vem tirar o resto, vem...
Descalcei a sandália e deixei que ele terminasse de me despir, enquanto beijava cada centímetro do meu corpo, que se arrepiava a cada toque dos seus lábios.
Nus, entramos no ofurô, com água quentinha e pétalas de rosas dentro, um perfume oriental sensual dominava o ar. Afundei na banheira, molhei o cabelo, fui em sua direção e sentei em seu colo, olhando fundo em seus olhos e me vendo dentro deles. - Esse foi o melhor presente que eu poderia ganhar - eu disse. Ele sorriu com seu sorriso largo e lindo, me pegou pela cintura, me beijou e se encaixou em mim com a perfeição de quem foi feito sob medida um para o outro.
Fui ao paraíso e voltei em dois segundos. Não demorou para nós dois explodirmos num orgasmo excepcionalmente intenso e duradouro. E ali eu tinha, pela primeira vez, seu sêmen dentro de mim, me preenchendo e me enchendo de vida. Depois de "ferver" o ofurô, nos enxugamos e fui experimentar a lingerie que ele me deu de presente. Era linda, preta. A calcinha era com fitas de seda nas laterais, que davam lacinho como biquíni. O Soutien era estruturado, com a mesma seda nas alças e detalhes de renda no bojo, igual à da calcinha. Vesti, desfilei e despi para ele, fazendo um strip tease. No fim, quando desamarrei os dois lacinhos da calcinha, já na sua frente, quase com o umbigo colado no seu nariz, ele me agarrou e me jogou no tatame, de costas me olhou dentro dos olhos e disse: Você é a mulher mais linda que eu já tive.
Eu disse a ele: Te amo. Ele respondeu: Também.
Nos beijamos e nos amamos novamente, com mais ardor e mais paixão. Percorremos todo o tatame, brincando com nossos corpos, experimentando, aproveitando cada minuto juntos.
Perdemos a noção do tempo. Quando vi, tinha 28 chamadas não atendidas no celular. Eram 10 da noite e eu não sabia o que dizer quando chegasse em casa, com uma lingerie novinha em folha.
Ele me levou de carro e me deixou perto de casa. Depois disse que ia para um hotel, pois tinha que voar cedo para casa. Nos despedimos com um último beijo apaixonado e cheio de saudades. Agora, quando será que vou vê-lo de novo? Quando irei amá-lo de novo?
Apesar da saudade e do vazio que ela deixa no peito, aquele foi o melhor aniversário da minha vida. Chegando em casa, bom, disse que fui a um bar com as amigas e deixei o celular na bolsa, só vi as chamadas quando fui olhar as horas para voltar para casa. Não sei se colou. Nem me importa. Na minha memória ficará para sempre aquela noite inspiradora.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Bombas de creme recheadas com...pimenta.

Estava na cama aproveitando um breve momento de ócio quando o celular tocou.
Do outro lado uma voz gostosa perguntou: - Você quer me ver?
Estremeci. Perdi a fala. Só o que consegui dizer foi "Quê?" E tentei colocar a cabeça em ordem.
Ele repetiu a pergunta e a resposta veio do útero: - Claro que sim!
- Estou indo comprar as passagens. Vou com meu irmão. Chegamos na quarta.
O coração disparou. Os dias que seguiram foram de pura ansiedade.
Às vezes chegava a pensar que eu estava sonhando. e aí eu perguntava: "Você tem certeza que quer me ver?" A resposta afirmativa só fazia aumentar a minha ansiedade e o meu corpo respondia com calor e umidade.

Bem na hora que ele chegou, mandei um recadinho pelo celular: "Bom dia, amor! Seja bem vindo!"
Eles foram para a casa de um outro irmão, descansar da viagem.
A gente combinou de se encontrar num daqueles dias, mas apesar da vontade, não aconteceu.
Chegou o dia dele voltar pra casa. Eu não podia deixar que ele fosse embora assim, sem nem poder tocá-lo, sentir seu cheiro, seu gosto...
Liguei milhões de vezes pra ele, mandei centenas de mensagens...
"Estou usando uma calcinha mini e um vestidinho leve"
"Quero muito te beijar antes de vc ir"
"To muito molhada"
"To preparando creme pra colocar na sua boquinha"
Enchi o saco de todo mundo até que...aos 49 do segundo tempo, eles vieram aqui.
Eu fiquei muuuuuuiitttooooo feliz! Não cabia em mim.

Estava na cozinha preparando bombas de chocolate e creme quando eles chegaram.
Desci até a portaria para encontrar com eles e subimos juntos. Cada um ganhou um abraço apertado, mas ele - meu favorito - mereceu um abraço comprido e um monte de beijinhos.
Depois que todos mataram a saudade, voltei à cozinha para terminar o que tinha começado. A minha calcinha estava completamente inundada. Meu sexo pulsava como se nele houvesse um segundo coração.
Ele veio atrás de mim (já tínhamos combinado isso por telefone). Mergulhei o dedo na panela de creme e dei para ele chupar.
Ele disse "Caralho, como você está linda!"
"Você também" Respondi.
Ele me puxou mais pra perto e me deu um beijo d-e-l-i-c-i-o-s-o. Estávamos num ponto da cozinha que não era visível do restante da casa, mas o tesão aumentava com o medo, a adrenalina correndo pelas veias não deixava parar, eu só queria mais...
Ainda arrepio inteira só de lembrar daquele dia.
Quando ouvíamos o som da aproximação de alguém, fazíamos de conta que estávamos conversando inocentemente, enquanto ele tentava disfarçar o volume que insistia em sobressair na bermuda.
Mas logo que a ameaça parecia sumir, nossos corpos colavam de novo, mãos deslizando, explorando, procurando sentir a geografia um do outro, as bocas juntas, molhadas se lambendo, sugando, beijando, era o limite entre o real e o paraíso. Ele tocava minha vagina e dela colhia o mel que não parava de brotar, levando à boca, sentindo o gosto do desejo que eu sinto por ele. Aquilo me deixava ainda mais excitada, querendo demais provar o sabor do seu sêmen também.
Com a desculpa de mostrar-lhe nosso novo apartamento, aproveitei cada ponto cego da casa para beijar, agarrar, apertar, apalpar, fazer tudo o que (não) podíamos, mas muito menos do que queríamos.
Ao levá-lo a um dos quartos, não resisti. Abri seu ziper e deixei escapar uma maravilha completamente molhada, que não pensei duas vezes em lamber, e depois sugar. Ele segurava meus cabelos, tentando não fazer barulho, mas seu corpo se contorcia de prazer. Pena que não deu tempo de concluir a bricadeira (perigosa).
Voltamos para junto dos outros, conversamos um pouco. Fui buscar as bombas, servi aos meninos e ao restante da nossa família.

Chegou um sms para ele. Na hora eu estava com o seu smartphone na mão, e acabei vendo o teor da mensagem. Era de alguém que, como eu, o ama muito. Fiquei feliz. Alguém especial como ele merece ser amado demais.
Voltei à cozinha pra dar um jeito na bagunça (e pra ficar a sós com ele de novo, lógico). Ele veio em seguida, pediu água.
Abri a geladeira pra pegar uma garrafa, daí ele falou: "Essa não."
Eu sorri, peguei a garrafa assim mesmo, coloquei sobre a pia e me deixei envolver em seus braços e lábios novamente.
A hora dele ir já estava chegando e a saudade já começava a tomar conta do peito, fazendo com que aqueles momentos parecessem os últimos da minha vida.
Foram poucos, foram suaves, mas foram mágicos e perfeitos.

Ele voou de volta para casa, mas sua boca e suas mãos ainda continuam estampadas no meu corpo. Minha memória não cansa de repetir suas palavras. Sua voz, seu toque, o gosto da saliva se tornaram parte de mim.

quarta-feira, 5 de março de 2008

A.L.I.F.

Já passou muito tempo desde a última postagem. Hoje vim aqui confessar o que antes era inconfessável, e nem a mim mesma eu tinha coragem de afirmar: onde menos eu podia esperar, encontrei uma gostosa paixão.
Alguns anos atrás, quando pela primeira vez desembarcaram aqui em minha cidade um pai e seus dois filhos, foi um dia muito feliz. Eram dois meninos, com olhares curiosos, observando o vaivém das pessoas no aeroporto. Ficaram somente 3 dias, em casa de outros parentes e depois retornaram ao lar. Eu pouco pude vê-los, menos ainda conversar e conhecê-los melhor.
O tempo passou. Um dia o moço mais velho ligou avisando que ia viajar a trabalho (trabalho? - estranhei) a São Paulo, mas que passaria uma semana aqui, e gostaria de ficar hospedado em nossa casa. Não pensamos duas vezes em convidá-lo para ficar aqui, e planejamos vários programas divertidos para ele.
Quando ele chegou, eu não acreditei no que eu vi: Um lindo rapaz, com pêlos no rosto e por todo o corpo, voz macia, e um abraço caloroso e sorriso largo. Fiquei encantada.
Naquele dia fiquei ocupada com várias coisas, ele saiu para resolver assuntos dele. À noite, combinamos de ir a um restaurante que tocava música ao vivo.
Dançamos, bebemos, meu marido ficou bem alto...uma prima que nos acompanhava também. Nós dois, também meio alterados pela bebida, ficamos trocando carícias, ele no banco da frente do carro, eu no de trás. Não eram toques eróticos, nem um pouco. Eram carinhos sinceros, de duas pessoas que se sentiam solitárias naquele momento.
Quando voltamos para casa, cuidei de tudo para ele dormir, depois fui dormir também.
Acordei cedo. Levantei, tomei um banho e saí enrolada na toalha. No entanto, antes de ir para o quarto me vestir, parei no corredor e fiquei admirando aquele rosto em repouso, desejando dar-lhe mais carícias e beijos.
De repente tive a impressão de que ele ia acordar. Finalmente fui me vestir.
Um dia, ele já havia voltado para casa, nos encontramos na internet e começamos a conversar as conversas de sempre, trivialidades, bobaginhas...
Até que o assunto mudou. Ele dizia que queria que eu dissesse tudo a ele, sem ter vergonha de nada. Disse que estava louco de desejo e que não parava de pensar nas carícias que fizemos no carro...
Então eu confessei que senti o mesmo, e que quando ele estava aqui, eu desejava beijá-lo. Foi quando ele disse que havia percebido, no dia em que eu o fiquei observando dormir (danadinho, estava a me observar vestida só com uma toalha também).
Dali por diante o teor das nossas conversas mudou. Trocávamos nossas intimidades, falávamos sem medo de repressão, sem medo de nada mais.
Trocamos vídeos, fotos, cada um mais deliciosamente obsceno que o outro.
E por fim, nos descobrimos loucos de desejo um pelo outro.
Por fim não! Porque a cada gesto de carinho, cuidado e preocupação que ele tinha comigo, fui me apaixonando mais e mais.
Não nos vimos mais, mas ele sabe que está presente nos meus sonhos, nas minhas fantasias. Sabe que eu serei dele tão logo possamos nos encontrar de novo.
Meu amor, essa é a minha homenagem a você, que povoa minha fantasia, atiça minha libido, me faz sentir viva, mulher, feliz.
Te amo...