sábado, 26 de julho de 2008

Férias Perfeitas - Ep.2

Acordei com o sol batendo forte no rosto. A luz e o calor iluminavam e aqueciam o quarto. Eu sorri, olhei para o lado da cama, ele estava dormindo, deitado de bruços. Fiquei um punhado de minutos observando seu rosto, seu corpo, admirando e amando aquela pessoa descansando ali ao meu lado.

Decidi me levantar, preparar um café da manhã especial.

Tomei um banho gostoso, fui até a cozinha, preparei suco, frutas, pão e requeijão, mel.

Levei tudo para o quarto. Me deitei ao seu lado, nua, coloquei o copo de suco entre as coxas, próximo à vulva, espalhei frutas pela barriga, besuntei os seios com mel.

Depois, com cuidado, comecei a acariciar seus cabelos, seu rosto, e quando ele abriu os olhos eu disse: "Trouxe café pra você na cama."

Ele riu. e só disse: "ai...hum..." me beijou a boca, lambeu meus seios, me beijou mais. Quando achou o suco, achou melhor tirar dali, pois não queria derramá-lo. Tirou as frutas e beijou minha barriga, meu sexo, minhas coxas, meus pés. Eu me contorcia toda de prazer. Ele pegou um morango, mordeu a pontinha, tocou meus lábios com a polpa da fruta, depois beijou mais uma vez, misturando o gosto de fruta e saliva em minha boca. Pegou então uma uva, me mostrou, colocou entre os meus seios, veio rolando a uva com os dedos, descndo, passando pelo umbigo, descendo...passou com a uva sobre meus pelos, roçou leve no clitóris e parou na entrada da vagina úmida. Eu relaxei a entrada e ele introduziu a uva em mim. eu a puxei para dentro, senti o geladinho da fruta em meu corpo. Ele então, com a boca, seguiu o mesmo caminho da uva, passando peos seios, barriga, umbigo, clitóris, parando na entrada da vagina, tocando de leve a pontinha da língua, como dissesse: "devolve". Então eu devolvi; quentinha, molhada pelo meu desejo, a uva em sua boca, que ele comeu com satisfação. Eu sentei na cama, o abracei, olhei nos seus olhos. O beijei. Deitei-o na cama e ajoelhei-me sobre ele, com as pernas abertas. Acariciei seu rosto, seus ombros, seu peito, inclinei-me e o beijei com paixão profunda. Seu penis ereto já estava todo molhado. Segurei-o e lentamente encaixei-o em mim, descendo bem devagar, para sentir cada milímetro que me preenchia. Meu coração batia acelerado. "Ter você dentro de mim é entrar no paraíso", eu disse a ele. Ele me encarou, sério, e disse balançando a cabeça negativamente: "Não, você é que é o meu paraíso." Aquilo me acelerou e eu aumentei o ritmo, gememos, apertei-o dentro de mim, prendi, acarinhei, suguei, abracei.

Ele me virou de costas na cama, colocou minhas pernas em seus ombros e introduziu tudo em mim. Vi estrelas. "Ai, que delícia, amor! Faz mais!" E ele fez, e fez, e fez, mais e mais...hummm....

Ele olhou para baixo e viu seu penis entrando e saindo de mim, e teve um espasmo de prazer. Pegou um seio, sugou o mamilo, depois o outro. Estávamos entrando em transe, o nosso ritmo era perfeito, parecíamos um só. Até que eu não pude mais me controlar e gozei, e molhei tudo. ele sentiu os espasmos percorrendo todo o meu corpo. Aquilo o excitou tanto que ele também não resistiu e me inundou com seu leite. Eu sentia as pulsações que jorravam os jatos mornos em mim e aquilo me dava a sensação de sermos as únicas criaturas no universo. Ficamos exaustos, mas felizes. Deitados, lado a lado num abraço, ficamos olhando o sol subir e aquecer ainda mais a temperatura.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Férias Perfeitas - Ep.1

Quando o avião tocou o solo, o coração saltou. E agora? O que será que vai acontecer?
Eu estava chegando naquela cidade linda e desconhecida para aproveitar minhas merecidas férias. O que vinha à frente era um caderno em branco onde eu irei começar a escrever essa história.
Peguei minhas malas e fui caminhando lentamente pelo saguão do aeroporto, procurando um rosto familiar ou uma placa indicando a saída. Parei no meio daquele monte de pessoas que iam de um lado para o outro, respirei fundo, mas quando decidi ir em frente, ouço uma voz familiar vindo de trás de mim: - Procurando alguém?
Imediatamente um sorriso estampou meu rosto, e quando virei, me deparei com aqueles olhos e aquele sorriso que me faziam companhia nos meus sonhos mais molhados.
- Cara, eu não acredito que você veio! Eu já ia chamar um táxi!
- E você acha mesmo que eu ia te deixar sozinha?
O diálogo cessou com um beijo. E num abraço, disse em seu ouvido mil vezes quanta saudade eu senti.
Ele me levou para casa. Depois de deixar minhas coisas no seu quarto, fui tomar um banho para me recuperar do cansaço da viagem. Como de hábito, deixei a porta do banheiro sem trancar.
Após o banho, deixei a água morna descer pelo corpo por alguns minutos, relaxando. De repente ouvi um barulho. A porta se abriu, mas fiz de conta que não percebi. Continuei de costas, com os olhos fechados, deixando a água escorrer sobre mim. Silêncio.
Desliguei o chuveiro. Abaixei para pegar o frasco de óleo perfumado que tinha deixado no chão, empinando bem a bunda para que ele tivesse uma visão completa. Comecei a passar óleo pelo corpo, deslizando as mãos pelos braços, seios, cintura, coxas...
Ouvi uma respiração profunda. Continuei, estava ficando excitada. Eu massageava os mamilos, descia pela barriga, e tocava meu clitóris, acelerando, acelerando... Minha respiração se alterou, comecei a gemer baixinho. Não resisti e olhei para trás. Ele estava encostado na parede, observando tudo, e se tocando bem devagar.
Abri a porta do box e, com um gesto, pedi para ele entrar.
- Pensei que você ia me deixar aqui na mão. disse ele, rindo.
- Imagina se eu faria uma maldade dessas... - respondi, tirando a sua camisa, antes de beijar seus mamilos e apertar suas costas com as pontas dos dedos.
A calça já estava parcialmente aberta. Foi fácil tirá-la e trazê-lo para junto de mim. Eu estava besuntada de óleo e seu corpo deslizava pelo meu me deixando toda arrepiada.
Ele me colocou de costas contra a parede, levantou minha perna esquerda e me penetrou, sem cerimônia. Eu soltei um gemido. - Isso é para você aprender a não me deixar esperando tanto.
Ele investia com firmeza dentro de mim, segurando minha perna com um dos braços e se apoiando na parede e segurando minha mão com o outro. Olhava fixo nos meus olhos, como quem diz "você é minha". Meu peito arfava de tanto tesão, eu não resisti por muito tempo e explodi de prazer. Ele emendou seu prazer no meu e juntos chegamos ao clímax.
Ficamos exaustos. Tomamos banho juntos e fomos descansar. Parecia um sonho. Talvez fosse.

sábado, 12 de julho de 2008

Um dia frio...

Seria mais um dia frio não fossem dois detalhes: Era meu aniversário. Ele me ligou...do Rio!
Não reconheci o número quando vi no celular, então atendi normal.
-Alô!
-Parabéns para a cunhada mais linda do mundo!!!
-Oi, luz da minha vida!
-Como você está?
-Agora, muito melhor, e você?
-Eu to bem. Liguei pra desejar um feliz aniversário e que você continue assim, linda linda demais...
-Só pra você.
-Não, pra todos nós.
O coração disparava, mas eu quase enfartei quando eu perguntei: - Você está aonde?
-Na filial do Rio.
(silêncio)
Engoli em seco, tentei me acalmar.
-Como faço pra ver você?
-Não sei, eu saio daqui às cinco. O que que eu faço?
-Me encontra aqui no Centro. anota o endereço.
Anotei com a letra trêmula de alegria, ansiedade e desejo. Calculei chegar em uma hora. Combinamos.
Na saída do trabalho, caprichei no perfume, arrumei o cabelo e fui me encontrar com meu melhor presente. Nem me lembrava de que havia tanta gente em casa me esperando também.
Cheguei no local combinado, ele estava me esperando. Tinha uma caixa nas mãos.
Um abraço apertado, um longo e molhado beijo, mais um e mais outro e só depois dissemos "oi". Ele disse: -Comprei uma coisa pra você - mas não recomendo abrir agora.
Não entendi, mas segui sua recomendação. Entramos no carro que a empresa lhe havia disponibilizado, seguimos direto a um motel bem próximo, que tem suítes temáticas...lindo.
Escolhemos a suíte japonesa. Tinha ofurô e um tatame enorme, perfeito para um "embate amoroso". O lugar convidava ao prazer. Ele me abraçou por trás, beijou meu pescoço e disse que eu já poderia abrir meu presente. Eu respondi: Agora não, primeiro vou ver o que tem dentro dessa caixinha... Rimos e sentamos no chão. Eu abri a caixa e dentro, envolvida em papel de seda, havia um lindíssimo conjunto de lingerie preto. Quando o espanto passou, beijei, beijei e beijei aquela boca gostosa e o convidei para um banho gostoso no ofurô: - Vem, agora eu quero desembrulhar o meu presente.
Comecei com sua camisa, que desabotoei, deixei cair pelos ombros e acariciei seu peito, beijando e mordiscando os mamilos arrepiados. Tocando as costas com as mãos, deslizando pela barriga, abri o cinto, a calça...ele deixou a camisa cair no chão, eu baixei a calça...mas esqueci de desamarrar o sapato. Então, de joelhos, deixei a calça de lado, voltei e libertei uma delícia de pênis quente e pulsante, que logo segurei e acariciei, lambi e chupei, enquanto ele acariciava meu cabelo com as duas mãos, gemendo de desejo e dizendo: -Isso, gostosa, chupa tudo, vai...caralho, que delícia....
Eu já não aguentava mais de tanto tesão, parei de chupar e me levantei, comecei a abrir a blusa, tirei, abri a calça, disse a ele, vem tirar o resto, vem...
Descalcei a sandália e deixei que ele terminasse de me despir, enquanto beijava cada centímetro do meu corpo, que se arrepiava a cada toque dos seus lábios.
Nus, entramos no ofurô, com água quentinha e pétalas de rosas dentro, um perfume oriental sensual dominava o ar. Afundei na banheira, molhei o cabelo, fui em sua direção e sentei em seu colo, olhando fundo em seus olhos e me vendo dentro deles. - Esse foi o melhor presente que eu poderia ganhar - eu disse. Ele sorriu com seu sorriso largo e lindo, me pegou pela cintura, me beijou e se encaixou em mim com a perfeição de quem foi feito sob medida um para o outro.
Fui ao paraíso e voltei em dois segundos. Não demorou para nós dois explodirmos num orgasmo excepcionalmente intenso e duradouro. E ali eu tinha, pela primeira vez, seu sêmen dentro de mim, me preenchendo e me enchendo de vida. Depois de "ferver" o ofurô, nos enxugamos e fui experimentar a lingerie que ele me deu de presente. Era linda, preta. A calcinha era com fitas de seda nas laterais, que davam lacinho como biquíni. O Soutien era estruturado, com a mesma seda nas alças e detalhes de renda no bojo, igual à da calcinha. Vesti, desfilei e despi para ele, fazendo um strip tease. No fim, quando desamarrei os dois lacinhos da calcinha, já na sua frente, quase com o umbigo colado no seu nariz, ele me agarrou e me jogou no tatame, de costas me olhou dentro dos olhos e disse: Você é a mulher mais linda que eu já tive.
Eu disse a ele: Te amo. Ele respondeu: Também.
Nos beijamos e nos amamos novamente, com mais ardor e mais paixão. Percorremos todo o tatame, brincando com nossos corpos, experimentando, aproveitando cada minuto juntos.
Perdemos a noção do tempo. Quando vi, tinha 28 chamadas não atendidas no celular. Eram 10 da noite e eu não sabia o que dizer quando chegasse em casa, com uma lingerie novinha em folha.
Ele me levou de carro e me deixou perto de casa. Depois disse que ia para um hotel, pois tinha que voar cedo para casa. Nos despedimos com um último beijo apaixonado e cheio de saudades. Agora, quando será que vou vê-lo de novo? Quando irei amá-lo de novo?
Apesar da saudade e do vazio que ela deixa no peito, aquele foi o melhor aniversário da minha vida. Chegando em casa, bom, disse que fui a um bar com as amigas e deixei o celular na bolsa, só vi as chamadas quando fui olhar as horas para voltar para casa. Não sei se colou. Nem me importa. Na minha memória ficará para sempre aquela noite inspiradora.