terça-feira, 22 de julho de 2008

Férias Perfeitas - Ep.1

Quando o avião tocou o solo, o coração saltou. E agora? O que será que vai acontecer?
Eu estava chegando naquela cidade linda e desconhecida para aproveitar minhas merecidas férias. O que vinha à frente era um caderno em branco onde eu irei começar a escrever essa história.
Peguei minhas malas e fui caminhando lentamente pelo saguão do aeroporto, procurando um rosto familiar ou uma placa indicando a saída. Parei no meio daquele monte de pessoas que iam de um lado para o outro, respirei fundo, mas quando decidi ir em frente, ouço uma voz familiar vindo de trás de mim: - Procurando alguém?
Imediatamente um sorriso estampou meu rosto, e quando virei, me deparei com aqueles olhos e aquele sorriso que me faziam companhia nos meus sonhos mais molhados.
- Cara, eu não acredito que você veio! Eu já ia chamar um táxi!
- E você acha mesmo que eu ia te deixar sozinha?
O diálogo cessou com um beijo. E num abraço, disse em seu ouvido mil vezes quanta saudade eu senti.
Ele me levou para casa. Depois de deixar minhas coisas no seu quarto, fui tomar um banho para me recuperar do cansaço da viagem. Como de hábito, deixei a porta do banheiro sem trancar.
Após o banho, deixei a água morna descer pelo corpo por alguns minutos, relaxando. De repente ouvi um barulho. A porta se abriu, mas fiz de conta que não percebi. Continuei de costas, com os olhos fechados, deixando a água escorrer sobre mim. Silêncio.
Desliguei o chuveiro. Abaixei para pegar o frasco de óleo perfumado que tinha deixado no chão, empinando bem a bunda para que ele tivesse uma visão completa. Comecei a passar óleo pelo corpo, deslizando as mãos pelos braços, seios, cintura, coxas...
Ouvi uma respiração profunda. Continuei, estava ficando excitada. Eu massageava os mamilos, descia pela barriga, e tocava meu clitóris, acelerando, acelerando... Minha respiração se alterou, comecei a gemer baixinho. Não resisti e olhei para trás. Ele estava encostado na parede, observando tudo, e se tocando bem devagar.
Abri a porta do box e, com um gesto, pedi para ele entrar.
- Pensei que você ia me deixar aqui na mão. disse ele, rindo.
- Imagina se eu faria uma maldade dessas... - respondi, tirando a sua camisa, antes de beijar seus mamilos e apertar suas costas com as pontas dos dedos.
A calça já estava parcialmente aberta. Foi fácil tirá-la e trazê-lo para junto de mim. Eu estava besuntada de óleo e seu corpo deslizava pelo meu me deixando toda arrepiada.
Ele me colocou de costas contra a parede, levantou minha perna esquerda e me penetrou, sem cerimônia. Eu soltei um gemido. - Isso é para você aprender a não me deixar esperando tanto.
Ele investia com firmeza dentro de mim, segurando minha perna com um dos braços e se apoiando na parede e segurando minha mão com o outro. Olhava fixo nos meus olhos, como quem diz "você é minha". Meu peito arfava de tanto tesão, eu não resisti por muito tempo e explodi de prazer. Ele emendou seu prazer no meu e juntos chegamos ao clímax.
Ficamos exaustos. Tomamos banho juntos e fomos descansar. Parecia um sonho. Talvez fosse.

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