domingo, 10 de agosto de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 4

Meu amor tinha saído cedo, eu fiquei em casa e preparei um almoço gostosinho pra gente. Como ele demorou eu fui pra varanda e deitei na rede. Fiquei lendo um livro até que adormeci. E no soninho gostoso, nem senti o tempo passar. Mas como num conto de fadas, fui despertada com um beijo. Antes de abrir os olhos, disse: "Que saudade, amor..." Ao abrir os olhos, encontrei um sorriso lindo e ao fundo um céu laranja, colorido pelo pôr do sol. Estávamos famintos, ninguém tinha almoçado e já era quase hora de jantar. Pedi a ele que fosse para a mesa e esperasse que eu levaria o prato para lá. Preparei um prato bem grandão com uma salada saborosa e colorida.
Quando eu cheguei, levava o prato e vestia somente um avental. Ele achou graça (e eu também), mas, no meio das risadas, me sentei sobre a mesa, de frente para ele. Coloquei o prato sobre as pernas e comecei a lhe oferecer comida na boca. Ele comia e lambias meus dedos, chupava, mordia...e me dava comida na boca também. Eu chupava seus dedos como se estivesse chupando outra coisa. Segurava sua mão e aspirava seu cheiro, sentia com os lábios a textura da sua pele. Quando a fome já tinha abrandado, nossa fome de amar já estava no limite. Ele tirou o prato do meu colo, me tomou pela cintura, puxando contra si e me beijou tão gostoso que eu senti o mundo girar. Num movimento, retirou o avental revelando em minha nudez, a pele arrepiada de desejo. Comecei a despir a sau camisa, ele tirou a calça. Toquei em seu membro firme e o encaminhei até a abertura úmida que já palpitava à sua espera. Delicadamente ele me deitou na mesa e me penetrou, olhando bem dentro dos meus olhos. Ele agarrava minhas coxas, me puxava contra seu corpo, me invadindo inteira e me levando ao paraíso.
Num impulso me levantei e segurei em sua nuca, envolvendo seu quadril com as pernas, ele dentro de mim, não podia se mover. Encostei todo meu tronco em seu corpo, senti o toque dos seus pêlos, meus mamilos eriçaram. Ele os tomou nas mãos e sugou cada um enquanto eu pompoava e gemia.
Ele me pegou no colo, me levou até a sala e sentou no sofá, comigo sobre si. Tendo tomado as rédeas da situação, cavalguei sobre ele, segurando em seus ombros até quase gozarmos. Mas eu tinha um plano para ele naquele dia. Eu estava toda lambuzada com o meu prazer e o dele. Ergui o corpo, deixando-o sair. Ele me olhou com uma carinha decepcionada de criança que teve o doce roubado. Beijei muito sua boca, agarrei seu penis que mais parecia uma rocha, e coloquei na abertura da vagina, rocei, rocei, rocei em toda a extensão dos grandes lábios, desci até o períneo, posicionei na abertura do anus e, lentamente, desci o corpo, fazendo-o penetrar naquele cantinho apertado. Ele gemeu, olhou, não acreditou. Eu continuava segurando e colocando devagar para dentro, até meu corpo se acostumar com ele. Ele ficou louco. Jogava a cabeça para trás, mordia o lábio, apertava meu bumbum, arranhava minhas costas. Comecei a mexer os quadris, em meia lua, fazendo movimento de torcer, pra acomodar direitinho, e quando nós ficamos perfeitamente encaixados, senti um prazer indescritível percorrer pelo corpo. Comecei a subir e descer num ritmo lento e cadenciado, enquanto ele, com o dedo, friccionava meu clitóris, me levando na lua.
Eu dizia pra ele: "Vem, amor, fode essa bunda." Ele: "Que cu maravilhoso, delícia!" Fomos aumentando o ritmo, ele me ajudava na tarefa de agachar e subir, acelerando, acelerando, até que ele, num gemido alto soltou em mim todo seu leite morno. A pulsação forte daquele membro me fez ter um orgasmo mais forte e intenso do que qualquer um. Permanecemos alguns minutos ainda em êxtase, o corpo mole, um sorriso impossível de arrancar do rosto. Desci do seu colo e me deitei no sofá, com a cabeça em suas pernas. Ele me fez cafuné e disse: "Pequena, você é perfeita." Beijei sua pelve, me virei de lado e abracei sua cintura. Ficamos nesse carinho sem pensar no tempo, só curtindo um ao outro, sem palavras, só sentidos. Eu passaria o resto da vida naquele momento, se pudesse.

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