terça-feira, 14 de outubro de 2008

Breve intervalo das férias e uma deliciosa viagem no tempo

Dia 13/10. Foi nesse dia que tudo aconteceu.
O que tem esse dia de especial? Bom, eu descobri quando olhei a agenda no trabalho. Dizia: "Dia do Fisioterapeuta". Peguei o celular, digitei um SMS: "Parabéns, Dr. Hj é dia do fisioterapeuta!"
Logo veio a resposta: "Cadê meu presente?"
Eu repliquei: "Almoça cmg hj?"
E ele: "Estou na praia. Mas posso te ver às 18:00?"
Imaginei aquela delícia desfilando pela areia, corpinho suado, salgado, dourado... ai, apaga! Tenho que terminar o conto!
Sem dúvida concordei. Marcamos de nos encontrar próximo ao meu trabalho, às 18:00.
Passei o resto do dia inquieta, excitada, agitada...numa mistura de euforia e desejo, difíceis de disfarçar.
No horário combinado, sentei perto de um canteiro, ouvindo mp3, tirei um livro da bolsa e comecei a ler. Nem tinha terminado a primeira página, recebi a mensagem: "Atravessa"
Olhei, e lá do outro lado da rua um carro estava parado, com as luzes piscando. Fechei o livro e fui em sua direção. Abri a porta e disse "Moço, me dá uma carona?" Ele sorriu e disse: "Lógico!"
Eu entrei, o abracei e dei dois beijinhos, bem na trave. Fiquei com os mamilos eriçados, as bochechas vermelhas.
Ele achou graça, perguntou se eu estava tímida. Confessei. Ele então me disse para relaxar e avisou que me daria apenas uma carona para casa mas que adoraria parar um pouco para conversar e me beijar.
Andamos um pouco pela redondeza e achamos uma rua com pouco movimento. Paramos. Sem uma palavra, beijamos. Um beijinho que foi crescendo, aumentando, molhando tudo. Abri o jeans, ele colocou a mão dentro. Eu disse a ele "Vê só o que você faz comigo..." Ele respondeu: "Veja você o que faz comigo." E abriu o zíper, libertando aquela delícia morena que povoava meus sonhos mais molhados. Parecia uma pedra. Não aguentei e coloquei na boca, indiferente ao local público e à luz do dia. Ele, por sua vez, com os dedos, me levava às alturas. Eu gemia, suava, sugava. Ele me pegava pelos cabelos, movendo minha boca ao seu bel-prazer.
Depois ele aproximou meu rosto do seu, me beijou com paixão e levantou minha blusa e meu sutiã juntos, deixando meus seios à mostra, bem em cima do seu peito. Ele pegou e mamou em cada um, mordiscando os biquinhos, me fazendo arrepiar inteira. 
Nesse momento, os vidros estavam embaçados e não se via mais nada, nem dentro, nem fora do carro. Tomei a a liberdade de tirar o jeans e a calcinha. Ele ficou doido. 
Num movimento, me coloquei sobre ele, roçando sobre o penis ereto. Ele pediu pra parar, eu obedeci. Então ele pegou a camisinha, abriu e eu o ajudei a colocar, depois voltei à posição anterior, olhando dentro dos seus olhos e tocando seu peito suado. Ele dizia: "Quando li suas historias, achei que você era daquelas que falavam muito e não faziam nada."  Eu perguntei: "E agora, o que você acha?" Ele disse: "É muito, muito melhor."
A massagem atingiu o ego e eu encaixei seu penis na entrada da minha vagina e sentei, num movimento só. Juntos soltamos um único gemido. Ele prendeu minhas coxas para que eu não me movesse. Disse para eu esperar senão ele iria gozar. Eu fiquei imóvel, apenas massageando seu penis com a vagina, movendo como se sugasse.
Nessa altura nós dois já estávamos encharcados de suor, os cabelos molhados, o que restava de roupas no corpo também. Já nem percebíamos o movimento de carros e pedestres na rua, escurecia. Os vidros embaçavam mais e mais.
Infelizmente nós tínhamos que ir embora, mas antes, disse a ele: "Doutor, você não queria presente? Então tome aqui o meu."
Levantei o corpo, tirando-o de mim. Encaixei na parte de trás, e bem devagar fui colocando-o dentro da minha bundinha. Nós delirávamos.
Ele falou: "Eu imaginava sempre você assim, montada em cima de mim, me dando seu cu..." Eu ri e disse a ele: "E você, doutor, é exatamente como eu imaginei nos meus sonhos: Uma delícia de homem."
Enquanto eu rebolava em cima dele, ele enfiava o dedo na minha vagina e eu tocava meu clitóris, até que não aguentei e gozei, forte, intenso, gemendo alto: "Ai, amor, que maravilha!"
Ele falou: "Agora sai, quero gozar na sua boca."
Eu saí, tirei a camisinha, e voltei a chupá-lo com vontade, lambendo o saco, a virilha, chupando a cabecinha e enfiando tudinho na boca. Ele acariciava minha nuca, meu cabelo molhado de suor. Suor que também escorria do seu corpo, empoçando na base do penis, que eu fazia questão de lamber e beber todo. Tinha um sabor incomparável. Ele apertou meu cabelo. Senti seu penis começar a pulsar mais e mais forte. Até que ele, num gemido de prazer falou: "Toma, bebe minha porra!" E um jato caudaloso invadiu minha boca. Um sabor suave, morno. Não foi difícil beber. Bebi tudo, com o maior prazer do mundo. Chupei até sair a última gotinha. Eu olhava em seus olhos enquanto ainda o mantinha na boca. Não queria parar. Mas enfim, libertei-o. Encostei ao seu lado, ele me aconchegou em seu peito, ficou ali me fazendo um carinho tão gostoso que eu queria que o tempo parasse ali. Ele procurou minha boca com a sua e me deu um beijo profundo, num suspiro.  Acariciei seu ombro, o braço, desci com a mão pela cintura, quadril, e levei um susto quando encontrei o pau duro. Disse "Deus, o que é isso, moço?" Ele falou: "Por mim, te foderia a noite toda. Me chupa de novo, vai..." Enquanto eu o chupava mais, ele colocava dois dedos em mim, mexendo com a habilidade que sua profissão lhe conferia. Gozei fácil na mão dele. Ele sentiu meu mel escorrendo em sua mão, juntou a poça e espalhou nas minhas costas. Depois falou: "Pronto, agora podemos ir." Eu pedi outra camisinha, mas ele falou que não tinha mais. Sem outra alternativa, nos recompomos da melhor maneira possível, dadas as condições de suor em que nos encontrávamos. Gotas de água escorriam pelos vidros. Parecia que tinha chovido lá dentro. Ele abriu uma bala, colocou na boca, partiu ao meio, e me deu a metade na boca, com a sua. Boca macia, saborosa, geladinha.
No caminho ele comentou: "Não esperava que isso fosse acontecer. Imaginava que a gente fosse só conversar."
Eu falei: "Não acha que a gente já conversou tempo demais? Tudo que a gente tinha que saber um do outro a gente sabe. Agora está completo."
Fomos pelo restante do caminho conversando trivialidades, até que ele me deixou perto de casa, me beijou uma, duas, três vezes, e foi.

domingo, 12 de outubro de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 6

Amar é a melhor coisa do mundo. Depois disso vem...chocolate!
Melhor ainda: amar com chocolate. Foi isso que nós fizemos. Foi assim:
Vi na internet uma cascata que jorrava chocolate derretido. chocólatra assumida, me apaixonei de cara. Fui lá, comprei.
Levei a novidade para meu amor, claro, com algumas barras de chocolate pra fazer a cascata funcionar como deve... Ainda: uvas, bananas, morangos e chantily.
Ele estranhou a engenhoca que veio desmontada na caixinha, mas logo montei tudinho e coloquei a coisa pra funcionar. Entre morangos, uvas e beijos, molhei o dedo no chocolate e "pintei" seu nariz. E logo em seguida, chupei pra limpar tudinho, descendo os lábios para a boca e beijando como se a saudade estivesse me matando. Ele, sem pensar, me agarrou pela cintura e me deitou na mesa, entre frutas e suspendeu meu vestido, que eu terminei de tirar, ficando de calcinha e sutiã, servida para ele à mesa...
Ele terminou de me despir, em seguida pegou um morango, mergulhou no chocolate, e deixou escorrer sobre os meus mamilos. Um arrepio subiu pelo meu corpo quando senti a calda morna escorrer pelos seios e logo a língua molhada lambendo tudo.
Ainda usando o morango ele espalhou chocolate pela barriga. Ele me lambuzava e me lambia. Então, quando eu já estava fervendo, o danadinho pegou o spray de chantily e espirrou o creme gelado em meu umbigo. Eu ergui o quadril com o choque térmico.
Quando relaxei, ele havia pego uma banana, mergulhado no chocolate, e segurava, bem à frente da sua pelve. Pegou a banana coberta com chocolate e começou a alisar minha vulva totalmente encharcada. Em seguida ele mordia um pedaço, e voltava a mergulhar no chocolate, e depois em mim, e depois na boca. Eu já estava indo ao delírio assistindo à cena. Então ele pegou uma outra banana e me penetrou com ela. Eu dei um gemido alto e contorci o corpo, abri bem as pernas pedindo a ele que entrasse em mim com seu próprio corpo. Ele então, sem retirar a banana, besuntou o penis na minha lubrificação e penetrou de uma só vez na entrada de trás.
Eu nunca senti nada parecido. Foi surreal o prazer que me dominou naquele instante. Enquanto ele estocava meu cuzinho, enfiava  e tirava a banana da boceta. Não demorou nada e eu tive o orgasmo mais alucinante de toda a minha existência. Fiquei prostada sobre a mesa, suando ofegante, ele e a banana ainda dentro de mim (essa toda esmagada pelas minhas contrações).
Abri os olhos e o vi me observando com ternura, me acariciando os joelhos e as coxas.
Bastou um comando - duas palavras mágicas - "quero mais". Ele retomou o vaivém, com os dedos manipulando meu clitóris, só dizendo pra mim: "Goza de novo, safada..." Amor, vc me xinga, eu gamo... Nossa respiração ficou mais e mais ofegante e juntos explodimos de prazer, gemendo alto, gritando para o mundo ouvir a nossa felicidade.
A banana, essa ficou imprestável. Nós...bom, nós só precisávamos de um banho, pra começar tudo de novo.