segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Férias Perfeitas - Ep. 8 - Um passeio ao paraíso

Aquelas férias estavam sendo um lindo sonho. Nada mais incrível do que dias de sol, noites de amor e uma paisagem maravilhosa em cada lado para onde se olhava.
Naquele dia eu ganhei uma surpresa. Ouvi lá de dentro um ronco de motor, depois outro. Fui até a varanda ver o que era. 
Era meu amor, de moto, capacete e tudo, me chamando para dar um passeio.
Quando subi na garupa e abracei seu corpo ele perguntou: "Vamos aonde?" Respondi: "Ao paraíso."
Ele riu e acelerou, levantando poeira. Eu apertei meu corpo ainda mais contra o seu, de modo que podia senti-lo todo grudado em mim. Coloquei as mãos por dentro da camiseta e acariciava seu peito e sua barriguinha. Ele arrepiava...e acelerava. Eu encostei a cabeça em suas costas, os bicos dos seios roçando nele, meu sexo colado no seu bumbum. Desci as mãos e encontrei a fronteira do short, impedindo de continuar. Puxei o cordão e afrouxei um pouco, dando passagem para uma das mãos, que, bobinha, logo achou o que procurava. Ele acelerou de novo. Entramos por uma estradinha estreita, que ia até a parte mais baixa de um bosque. Não havia nada ali, além de plantas, flores, árvores, o som dos pássaros e da água que passava ali por perto, mas não se via dali.
Nós paramos e descemos da moto. Tiramos os capacetes, jogamos no chão e trocamos um beijo apaixonado. Eu disse a ele: "Não é que você me trouxe mesmo ao paraíso?" Ele respondeu, com uma carinha de quem tinha planos maquiavélicos para a minha pessoa: "Logo você vai conhecer o paraíso, amor."
Me deu a mão e me levou pelo bosque adentro. Ali encontrei a causa do som de água correndo: uma pequena cascata, com menos de 2 metros de altura, jogava uma cortina de água sobre um pequeno lago cristalino, e desaguava num riachinho que se perdia entre as árvores. As folhas do alto filtravam os raios de sol, causando um lindo efeito de bênção divina no lugar. Um santuário. 
Soltei da sua mão, corri até o lago e, na beirada, pouco antes de entrar, comecei a tirar a roupa. Primeiro a camiseta, logo depois o short. Em seguida foi a vez do sutiã...nesse momento ele já se aproximava tirando a camiseta, com um olhar de que queria me devorar. Tirei a calcinha e, antes que ele conseguisse me alcançar, pulei no lago, espantando os peixinhos que nadavam pacificamente lá dentro. Quando voltei à superfície ele estava nu, de pé sobre uma pedra. Mãos no quadril, rindo. Ele disse que me ver nadando nua era a mais perfeita imagem da natureza. Então eu acenei com a mão, chamando para que ele me acompanhasse. Ele mergulhou e emergiu bem perto de mim, deslizando as mãos pelo meu corpo, colando a boca na minha tão logo chegou à superfície. Nós flutuamos naquele beijo sem preocupação, até que um peixinho beliscou meu bumbum e eu me assustei. Ele, fazendo graça disse: "Ei, peixe, essa mulher é minha!" Eu ri, enlacei sua cintura com as pernas, comecei a beijar seu pescoço, dizendo: "Sua, só sua..." Beijei seu peito, tomei fôlego e mergulhei, mordiscando seu corpo como me fez o peixinho assanhado. Ele também mergulhou, e me levou de volta à superfície em seus braços. Me pôs com as costas numa pedra redonda e começou a lamber meus seios e sugar meus mamilos, enquanto com a mão tocava minha vagina absurdamente lubrificada e quente. Lentamente ele encostou seu corpo no meu e começou a me penetrar, devagar, olhando dentro dos meus olhos. Eu mordia o lábio, tentava manter o olhar no dele, mas a cada centímetro dele que se aprofundava no meu corpo, mais aumentava o meu prazer e quando eu estava finalmente com ele todo dentro de mim, não aguentei, fechei os olhos e gemi. Ele forçou um pouco mais, me causando um arrepio. Agora sim, chegamos ao paraíso.
Eu tinha minhas mãos em seus ombros, as pernas apoiadas na pedra, o quadril projetado na sua direção, movendo para frente, para trás e para os lados. Ele segurava minha cintura, ditando nosso ritmo, ora acelerando, ora mais lento, adiando o orgasmo o máximo possível. Nós dois aproveitávamos a leveza que a água dava aos nossos corpos para nos colocarmos em posições que nunca tínhamos imaginado. Nadávamos e fazíamos amor ao som da água e do canto dos passarinhos. Resolvi olhar por trás da cascata. Ali havia um espaço de pouco mais de meio metro. Algumas pedras cuidadosamente esculpidas pela força das águas. Ele chegou, eu me debrucei sobre uma das pedras. Umas gotinhas de água gelada corriam por uma fenda, pingando na minha nuca. Ele lambeu a água e me penetrou, de uma só vez, me fazendo soltar um gritinho de prazer.
Naquele momento nós não conseguimos mais controlar. Era tanta paixão que eu explodi num orgasmo demorado, emendado no dele, que me encheu de leite e nos deixou prostrados sobre a pequena rocha que nos serviu de leito.

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