segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Casa-nova

Como eu disse, sempre que me sinto carente, alguns rostos me vêm à memória para aplacar a solidão. Essa é a história de como mais um rosto entrou para a galeria.

Era uma tarde chuvosa, como já estava se tornando hábito naquela primavera. Eu não queria ir para casa então pensei em ir ao cinema assistir um filme.

Lá no fundo da sala estava o Daniel, sentado na frente do seu notebook, concentrado. Pensei em convidá-lo para ir comigo, embora acreditasse que seria uma bola fora, já que ele tem namorada, mas, enfim, tentei. Enviei um SMS fazendo o convite e logo em seguida recebi a resposta: OK. Não acreditei, mas dei um largo sorriso enquanto olhei para ele e percebi que ele também sorria para mim. Combinamos de nos encontrar em frente ao hotel onde ele está hospedado. Assim eu fiz. Esperei um pouco, mas ele chegou usando um perfume estonteante que me chamou a atenção. Decidimos pegar um taxi até o cinema. Chegando lá, ficou visível a nossa decepção ao encontrar outros colegas da turma na fila, mas disfarcei e fui lá falar com eles. Compramos os ingressos e fomos jantar até a hora do filme.

Quando chegamos à sala, sentamos lado a lado. Seu corpo emanava um calor aconchegante; me senti tentada a encostar em seu corpo, mas cuidei para que não acontecesse ali, diante dos colegas. Porém nas cenas mais tensas do filme não hesitei em segurar sua perna, e ele, brincando de estar assustado, também segurava meu braço. Após o filme fomos embora. Naquele dia percebi que alguma coisa mudou no relacionamento entre nós. Adquirimos uma certa intimidade e passamos a trocar mensagens e a nos tocar mais vezes, em forma de abraços e beijinhos no rosto (e que rosto lisinho ele tem...). Cultivamos o hábito de caminharmos juntos até a saída e conversar sobre trivialidades. Descobri que gosto de conversar com ele, seja qual for o assunto. E assim, decidi me mudar para mais perto dele.

Assim que consegui a reserva, decidi avisar a ele. Fiquei contente com a alegria que ele demonstrou com a notícia. Uma semana depois eu me mudei. Meu quarto ficava um pouco longe do dele, mas agora podíamos nos falar mais vezes.

Assim eu sugeri um piquenique na beira de um lago que fica próximo dali. Ele achou a idéia boa e fomos ao mercado comprar as guloseimas. Parei em frente a prateleira de vinhos (eu sabia que ele é descendente de italianos, então achei que ele gostaria de bebericar alguma coisa diferente) e fingi que estava escolhendo. Ele se aproximou e perguntou o que eu estava fazendo. Com ar de desentendida, perguntei o que ele achava de levar uma garrafa de vinho para acompanhar o lanche. Ele ficou animado e escolheu um vinho suave de sua preferencia. Compramos o restante e então me prontifiquei a preparar o lanche. Ele levou a garrafa com ele, dizendo que iria colocar no gelo.

Meia hora depois ele me ligou avisando que o vinho estava no ponto e perguntou se podíamos sair. Juntei todos os lanches numa sacola, coloquei uma canga na bolsa e saí.

Ele estava de short e camiseta, mas o perfume era o mesmo que fez meu coração acelerar. Trazia com ele o vinho e copos descartáveis.

Seguimos para um local livre de galhos e insetos, estiquei a canga na grama macia e coloquei a sacola com os sanduíches e frutas em cima.

Ele sentou, sacou o canivete suíço do bolso e abriu a função saca rolhas. Eu me diverti com a engenhosidade e me sentei junto dele. Nos servimos de vinho, brindamos e rimos da situação divertida. Naquela hora somente a lua iluminava o lago. Bebemos os primeiros goles, comemos sanduíches e começamos a beber mais vinho. Confesso que eu já estava ficando alta. Isso faz com que a gente tenha mais coragem do que o normal. Foi aí que lancei a queima roupa: Sabia que você tem um cheiro muito gostoso?

Ele riu e respondeu: Que bom que você gostou.

Então me aproximei dele, e num ato instintivo, meu rosto foi em direção ao seu pescoço, e aspirei novamente seu perfume. Senti o arrepio que percorreu a pele dele, e então, sem mais cerimônia, beijei seu pescoço, indo em direção ao seu rosto que também foi beijado. Com a mão guiei sua boca em direção à minha e nos beijamos. Meu corpo reagiu e me impeliu a ajoelhar à sua frente e me encaixar no seu abraço, que foi se intensificando à medida que o desejo era mais urgente.

Ele afastou a comida da canga e me deitou de costas no chão. Eu arfava de desejo e ele olhou dentro dos meus olhos e disse: Imaginei ter você muitas vezes, mas nunca assim.

Eu puxei sua nuca e disse baixinho: Então deixe a imaginação pra depois e viva agora. E beijei sua boca com paixão. Senti um volume se manifestando sob o short. Imediatamente levei minha mão até lá para tocá-lo. Ele soltou um gemidinho, eu sorri e beijei novamente.

Então ele baixou minha blusa, deixando meus seios à sua disposição. Ele abocanhou um a um beijando, sugando, mordiscando os mamilos, apertando cada um com as mãos como se quisesse roubá-los de mim. Meu corpo estremecia a cada ataque ávido e meu quadril se erguia na tentativa de sentir a força que pulsava dentro do short. E era tamanha.

Ele colocou a mão por dentro do meu short e percebeu que a minha umidade já atravessava o tecido leve da calcinha. Sem pensar mais, afastou a calcinha e enfiou um, depois dois dedos em mim. Então foi minha vez de gemer e pedir mais.
Ele abriu o short e libertou o penis que quase arrebentava a cueca e já estava todo meladinho. Sem que eu tivesse tempo de dizer qualquer coisa ele encaixou a cabeça na entrada do meu túnel e empurrou tudo com habilidade de mestre.
Meu corpo inteiro se contraiu numa onda violenta de prazer. Ele me segurou as mãos contra o chão e continuou investindo seu corpo contra o meu. Eu estava tonta de tanto prazer, parecia que o mundo girava a contrário e os meus sentidos só percebiam o toque, o cheiro e a força que se desenvolvia sobre mim, penetrando meu corpo, invadindo minha alma. Foi quando senti o jato quente preenchendo minha cavidade mais íntima de seu leite.
Ficamos abraçados misturando nosso suor, nossa respiração, até nos acalmar e poder mover um músculo qualquer. No meu rosto havia um sorriso imenso, o coração ainda desacelerando, o cabelo colado no pescoço ensopado de suor. No seu rosto um olhar brilhante. Suor escorria do peito e do pescoço e ele ainda arfava um pouco. Mas mesmo assim me beijou muitas vezes e quando consegui me recuperar do êxtase, o abracei e beijei sua boca com carinho.
-Isso foi maravilhoso- eu disse a ele.
Ele riu e repetiu: Isso foi maravilhoso.
Rimos e, deitados lado a lado, ficamos observando o céu coalhado de estrelas raras de se ver.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Carente

Tenho andado meio carente esses dias. Às vezes sinto falta de um abraço, beijos de uma boca cheirosa, dar e receber carinho. Eu deveria sentir necessidade de tudo isso com alguém especial (pelo menos é isso que a nossa convenção social ensina), mas engraçado, quando eu penso em momentos de intimidade, vários rostos me vem à mente. Alguns possíveis, outros nem tanto.
Lembro de um dia em que fomos um grupo de amigos jantar em uma churrascaria. Era aniversário de uma amiga nossa e fomos todos celebrar a data. Um dos colegas, o Leo, que já foi citado em um conto anterior, estava lá. Desde a última vez nós nunca mais tivemos nenhum tipo de contato íntimo, somente as conversas rápidas no corredor, que nunca retornaram àquele episódio. O fato é que ultimamente o Leo andava me olhando diferente. Andava se arrumando mais, mudou detalhes que passariam despercebidos se não estivessem sendo observados.
Naquele dia, na churrascaria, todos estávamos nos divertindo muito. Confesso até que bebi um chopp, mas nada que me fizesse perder o controle. Leo sentou-se ao meu lado, e de vez em quando escorregava a mão pela minha perna. Fingi que não era nada demais e deixei que ele continuasse, já que estava muito gostosa aquela brincadeira. Não obstante me deixou com os mamilos intumescidos e a vagina úmida.
Leo sabia me tocar com um tom de casualidade que não permitia a ninguém perceber o que acontecia, só nós dois.
Ao fim do jantar, já era bem tarde. Ele então se ofereceu para ir comigo até o ponto de ônibus.
No caminho perguntei a ele se ele se importava em me levar até minha casa (eu estava cheia de segundas intenções e ele percebeu no meu olhar). Tomamos juntos o ônibus e viemos conversando trivialidades, embora nossas coxas estivessem tão coladas que pareciam querer ocupar o mesmo espaço, e nossas mãos vagassem displicentes por partes estratégicas dos nossos corpos.
Quando chegamos convidei-o para subir até o apartamento. Ele não pensou duas vezes, me acompanhou. Nas escadas, evitei acender a luz, liberando para carícias mais ousadas. Ele então enfiou a mão por baixo da minha blusa, alcançando meus seios e apalpando por cima do sutiã. No caminho entre o segundo e o terceiro andar, parei na escada, puxei-o pela mão e lhe dei um beijo na boca, que foi retribuído com muita vontade. Enquanto as bocas continuavam grudadas, as mãos deslizavam pelo nosso tórax e costas, pescoço, cabelos, e desciam de volta. Ele apertava meu bumbum com a outra mão e me beijava até me tirar o fôlego.
Subimos correndo, já loucos de desejo. Abri a porta para nós dois e tranquei com a chave. Ele me olhou com cara de safado, aquele riso de canto de boca, eu o abracei novamente e beijei sua boca, trazendo-o às cegas pelo corredor até o quarto. Tiramos nossas roupas com pressa, eu ansiava por sentir meus seios encostarem-se no seu corpo. Ele pegou cada um e mamou com entusiasmo. A outra mão verificando minha excitação. Me sentei na minha cama. Fiz menção de chupá-lo, mas ele, surpreendentemente me impediu. Em vez disso me disse para manter a boca entreaberta, com a lingua entre os labios. Assim fiz e ele começou a acariciar meu rosto com a cabeça do penis, às vezes molhando na ponta da minha língua, às vezes passando por ela só para deixar uma gota da sua lubrificação que surgia a todo instante. Tive meu rosto totalmente afagado pela pele macia e fervente daquele penis rosado. Mas, como não sou de ferro, quando ele passou para deixar mais uma gotinha na minha língua, abri a boca de deixei toda a cabeça escorregar para dentro. Ele não reagiu, pelo contrário, gemeu gostoso e começou a enfiar mais, fazendo vaivem na minha boca. Ele enchia minha boca toda vez que empurrava, encostando até a garganta. Cuidei para não arranhá-lo com os dentes. Ele falou que minha boca era macia como algodão. "Nunca ninguém me chupou tão gostoso quanto você."
Controlando para não gozar ele me deitou na cama. Afastei minhas pernas para que ele tivesse uma visão completa da área de lazer que esperava por ele. Ele segurou bem firme meus joelhos, mantendo as pernas abertas e começou a lamber meu clitoris com a língua molhada e macia. Seus movimentos eram firmes, o que me deixou a ponto de gozar na cara dele. Quando ele percebeu isso, disse para mim: "Agora vou meter em você, pois quero sentir sua boceta massagenado meu pau quando você delira". Dito isso ele se encaixou no espaço entre as minhas coxas e mirou certinho a minha vagina que já estava pulsando, louca para gozar. Quando ele entrou, pode sentir os movimentos de pompoar que eu fazia já involuntariamente, tamanho era o meu tesão. Ele entrou todo, empurrando até o fim e ficou um segundo parado, sentindo minha vagina massageá-lo. Eu estava tão excitada que gozei sem ele se mexer. Ele percebeu os movimentos se intensificando e começou a bombar, me chamando de gostosa, boceta chupadora, trituradora de caralho. Aquilo aumentou o meu tesão novamente e me fez gozar pela segunda vez. Ele também não aguentou e gozou abundantemente dentro de mim. Senti o seu leite quente sendo lançado contra o colo do útero e senti uma onda nova de prazer. Ele ainda pulsava dentro de mim, suando, ofegante. Eu também estava coberta de suor. Decidimos tomar um banho.
No chuveiro ele ainda lambeu meu clitoris já sensível depois de tantos orgasmos e me deu mais um pequeno deleite, me fazendo derramar minha lubrificação em sua mão.
Depois de nos vestirmos, levei-o até a portaria e nos despedimos como dois amigos, demos um abraço e ele foi embora, sem deixar margem a comentários.
No dia seguinte agimos como se nada tivesse acontecido. Ninguém comentou sobre o sumiço dele, nós tambem mantivemos o silêncio até que ninguém mais tocasse no assunto. Esse é o nosso segredinho.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Dois é demais!

Naquele dia um grupo de colegas resolveu ir ao boliche. Fui para casa, tomei um banho, me arrumei e fui esperar um dos colegas que ia me buscar de carro. Caprichei na produção, fiz uma maquiagem discreta, passei meu perfume favorito.
Quando meu colega chegou, estranhei ver que ele estava sozinho. Ele já tinha ido levar todos os outros no boliche e voltou pra me buscar sozinha. Desconfiei. Aquela noite começou a prometer mais do que eu esperava. Chegando lá havia mais 6 meninos e 1 menina. Nos dividimos em 2 pistas e começamos a nos divertir. Pedimos chopp para todos. Eu também pedi chopp pra mim. O pessoal da outra pista decidiu ir embora quando acabou o horário estabelecido, mas os meninos que estavam na minha pista quiseram jogar mais uma partida. Eu fiquei, pois precisava da carona pra voltar pra casa.
Entre chopps e strikes, ficamos todos meio calibrados, até que o boliche ia fechar e nós tivemos que ir embora.
Na saída o Bruno (o colega que tinha ido me buscar) arrancou uma rosa vermelha do jardim e me deu. De novo aquela sensação de que a noite iria ser longa me pegou.
Deixamos dois meninos em casa e no caminho para deixar o Leo (eu já estava planejando o que fazer com o Bruno) o Leo disse que iria ficar com o Bruno até ele me levar pra casa.
Fiquei meio desanimada, mas topei ir embora e perder o "happy end", mas, fazer o que...
Então o Bruno teve uma idéia: Tem um forró hoje. Vamos pra lá?
Não gostei muito, pedi pra eles me deixarem em casa, mas o Leo, que estava sentado no banco de trás, começou a mexer no meu cabelo, fazer cafuné no meu pescoço e... então começou a enfiar a mão na minha blusa e acariciar minhas costas, enquanto me pedia pra ir com eles.
O Bruno falou: Tá vendo, ele tá colocando pilha* pra você ir com a gente. Vamos lá, não vai demorar muito.
Quando vi, já estava na porta do tal forró. Entramos e até que o lugar não era de todo mau. Bem decorado, gente arrumada...
O Bruno foi logo pedindo uma cerveja pra cada um de nós. Sentamos e ficamos bebendo e assistindo os outros dançando.
Então o Leo me tirou pra dançar. Eu fui, com a falta de jeito que me é característica, e arrisquei alguns passos. Ele então me puxou contra seu corpo e começou uma dança mais "caliente", roçando o seu corpo no meu. Eu comecei a ficar excitada, e quando isso acontece parece que acende um letreiro na minha testa. Acho que ele sinalizou para o Bruno e ele veio até a gente. Me abraçou por trás e ficou roçando em mim também. Eu era o recheio daquele sanduíche gostoso que estava provocado idéias maldosas a minha mente. Senti os dois penis duros esfregando no meu corpo, por cima do jeans. Aí resolvi entrar na brincadeira. Passei um braço na cintura do Leo e o outro no pescoço do Bruno, e ficamos aquela esfregação até que o Leo soltou: Chega, quero ir embora dessa joça! Bruno concordou e eu, com o corpo ardendo, não tive como discordar.
Já eram quase 2:00 da manhã quando entramos um motel. Leo no banco de trás apalpava meus seios e o Bruno tinha a mão entre as minhas coxas. Eu não sabia o que esperar dali pra frente.
Ao descermos o Leo já foi tirando a minha blusa, enquanto o Bruno pegava as camisinhas no porta luvas. Ele puxou o sutiã para baixo e ficou chupando os meus seios com voracidade. Bruno assistia a cena com o penis na mão. Então eu achei melhor a gente ir logo pro quarto pra ficar mais a vontade.
Leo me levou pela mão e Bruno nos seguiu, sem parar de se masturbar. Como ele era grosso... Fiquei com vontade de senti-lo dentro de mim.
No quarto, Leo tirou a roupa e exibiu o seu penis em ereção para mim. Não era grosso como o do Bruno, mas era bem comprido e lisinho... Ele me deitou na cama e tirou minhas botas e a calça, me deixando apenas de sutiã e calcinha. Me sentei na cama e os dois se aproximaram de mim. Segurei os dois meninos e alternei chupadas entre eles. Ora chupava Leo, ora chupava Bruno. Esse último já estava louco de tesão, começou a bater com o penis no meu rosto enquanto eu mamava o Leo. Quando o Leo já ia gozar, pare de chupar e fui chupar o Bruno, pra os dois ficarem no mesmo ponto.
Nisso o Leo se enfiou entre mim e o Bruno e enfiou o rosto entre as minhas pernas, e começou a invadir a abertura sob o monte de vênus com a língua. Ele sentiu o gosto do líquido quente que saía dali. Forçou minhas pernas a abrirem mais e começou a lamber toda a carne úmida.
Bruno anunciou que ia gozar, então eu parei também. Deitei na cama abrindo as pernas para acomodar melhor a boca do Leo. Bruno por sua vez veio beijar minha boca e depois meus mamilos. Eles ficaram assim até que eu avisei que iria gozar. Só que eles aumentaram o ritmo. Leo enfiou dois dedos em mim e eu gozei lindo para os dois.
Leo então beijou minha boca e Bruno foi lá embaixo lamber meu melzinho. Fiquei excitada de novo. Pedi ao Bruno que me penetrasse. Ele não se fez de rogado: colocou a camisinha e montou em cima de mim, me penetrando de uma vez só.
Leo viu a cena e enfiou o penis na minha boca, dizendo: Aqui, gostosa, me chupa. E começou a meter na minha boca. Os dois acharam o mesmo ritmo e ficaram metendo em mim até que eu gozei de novo. Os gemidos foram sufocados pelo Leo que ainda continuava bombando na minha boca, até que avisou que ia gozar. Bruno se juntou a ele e os dois terminaram com uma punheta, gozando meu rosto todo. Ficamos extasiados. Leo trouxe uma toalha para que eu limpasse o rosto. Bruno deitou no meu colo. Depois de alguns minutos resolvemos tomar um banho. Ligamos a hidro e fomos os três para a ducha. No banho, Leo ficou excitado novamente, vendo o Bruno me ensaboar esfregando o corpo dele no meu. Ele veio e fez aquele mesmo sanduiche do forró. ficamos nessa delicia até que a hidro começou a funcionar. Fomos para lá. Debaixo da espuma, peguei os penis dos dois e comecei a masturbar. Leo enfiava os dedinhos na minha vagina e o Bruno apalpava os meus seios, beijando o meu pescoço. Eu já estava quente de novo. Levantei e puxei os dois até a cama de novo. Lá eu agarrei o Bruno e derrubei-o na cama. Subi em cima dele, coloquei uma camisinha e Fiquei cavalgando no Bruno e o Leo olhando e se masturbando. Daí chamei o Leo e disse a ele que tinha um presentinho para ele. Apontei para o frasco de gel lubrificante que estava na mesinha. Ele entendeu o recado. Trouxe o gel, besuntou toda a minha bunda, vestiu uma camisinha e se posicionou para me penetrar por trás. Ele foi enfiando gostoso enquanto o Bruno rebolava embaixo de mim. Senti o prazer duplicar. Nunca tinha sentido dois homens dentro de mim e nunca tinha planejado algo assim.
Eles acharam um ritmo em que os dois tinham máximo espectro de penetração. Enquanto um entrava o outro saía. Aquilo me deixou louca. Eu gozei mais uma vez, seguida pelo Leo e pelo Bruno. Agora, sem forças, nos largamos na cama e dormimos até o sol nascer.

(*) NOTA: "Colocando pilha" - insistindo de maneira pouco convencional de modo que não haja rejeição.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Pecado à domicílio

Aquele foi um dia atípico. Pela primeira vez em muitos anos eu não ficava inteiramente só. Queria aproveitar a oportunidade para ficar bem à vontade em casa, conversando com algum amigo virtual.
Tomei um banho demorado, espalhei óleo perfumado pelo corpo, vesti uma camisola cor de salmão e liguei o computador, na esperança de encontrar o meu querido on line. Mas ele nao estava.
Decepcionada, fiquei surfando pela internet, lendo blogs, assistindo videos.
De repente, surpresa! Meu fisio entrou no msn. Sem pensar duas vezes falei com ele: "Vem aqui."
Ele logo perguntou se eu estava louca ou coisa parecida. Perguntou onde estavam as crianças...
Depois que eu dei todas as explicações, ele só respondeu: "Fui".
Fiquei em polvorosa. Comecei a providenciar para que tudo fosse perfeito. Fechei as janelas e cortinas da casa toda, apaguei as luzes e acendi só as lampadas indiretas, criando uma penumbra aconchegante na sala. Perfumei o lençol, coloquei uma música baixinho pra tocar.
Logo o interfone tocou. Abri sem perguntar quem era. Fiquei esperando parada na porta aberta, e quando ele chegou, num abraço o trouxe para dentro e fechei a porta atrás dele. ele estava quentinho, num casaco macio. Enfiei as mãos por baixo do casaco e delicadamente o encostei na parede do corredor. Beijei sua boca logo depois de dizer baixinho: "que bom que você veio..."
Ele nao teve chance de dizer nada. Só me beijou com uma doçura que fez a minha cabeça girar.
Ali mesmo comecei a despir seu corpo moreno, que exalava um perfume delicioso de homem. Ao tirar a camiseta, beijei seu peito, fui descendo pela barriga, dando beijinhos suaves, ora tocando a pele com a minha lingua pra sentir o sabor do seu suor de novo. Quando cheguei no obstáculo do cinto, tomei-o pela mão e o trouxe até a sala. Sentei no sofá, ele ficou de frente para mim, eu abri o cinto, depois a calça. Um volume se precipitava sob o algodão branquinho da cueca. Toquei com os labios e senti o aroma do sexo q me deixou completamente excitada. Antes de libertar essa delícia, ajudei a tirar os sapatos e a calça jeans. Ele ficou ali na minha frente, todo desejo, eu não resisti. Delicadamente desci o elástico da cueca, segurei seu cacete com uma das mãos, introduzi devagar na boca, segurando sua bundinha com a mão que ficou livre e o trazendo para mais perto de mim.
Com a mesma mão, induzi a ele que movesse o quadril a fim de penetrar a minha boca faminta e ir fazendo vaivem. A cabecinha alcançava o fundo da minha garganta, enchendo minha boca de saliva a cada entrada e saída que realizava. Ele me segurava pelo cabelo puxando meu rosto em direção ao seu penis e gemia, olhando a cena que se sucedia em que ele era o personagem principal.
Quando eu já não me continha mais de tesão, parei de mamá-lo e o encaminhei até a minha cama. Lá eu tirei a camisola revelando o corpo completamente nu, sedento pelo seu corpo. Ele sentou-se na beirada da cama, me pegou pela cintura, me aproximando dele e começou a sugar os meus mamilos, primeiro um, depois o outro e depois alternando entre os dois. Ele colocou uma das mãos entre as minhas coxas e pode perceber o volume de liquido que fluía daquele local. De uma vez só enfiou dois dedos na vagina encharcada, me fazendo estremecer de prazer. Então ele se deitou e me trouxe para cima de si. Minha vista era fabulosa: Aquele deus de ébano nu, com um penis enorme pulsando encostado à minha vulva e um sorriso que eu nunca mais vou esquecer. Estendi as mãos para ele. Ele enlaçou as suas nas minhas. Eu apoiei os pés sobre a cama, ergui o quadril e num único movimento encaixei meu corpo no seu. Senti ser penetrada em cada milímetro por aquele homem, do início até a base. Após cessado o espasmo inicial, comecei a agachar e subir, com ele dentro de mim. Ele riu. Há muito tempo atrás ele havia me enviado um video onde aparecia uma mulher fazendo exatamente assim. Eu, naquele momento pude realizar a sua fantasia. E quanto prazer tivemos juntos... Mas o mais delicioso ainda estava para vir.
Num golpe só ele me colocou de costas na cama e se colocou sobre mim. Eu, mais que depressa, coloquei os pés em seus ombros, deixando minha menina totalmente exposta. Ele entrou com toda a sua virilidade, toda a sua vitalidade, dentro de mim. Deu duas, três, quatro socadas e parou, ofegante. Eu não parava de me contorcer, de gemer...
Foi então que veio a sentença: Agora eu quero o seu cu.
Ele me beijou longamente a boca. Eu apertei seu corpo contra o meu enquanto o enlaçava com as pernas. Seu pau escorregou pela baba que me besuntava e desceu, ficando com a cabeça encostando bem na porta do meu anelzinho, que já começou a piscar só ao tomar conhecimento do pedido. Segurei então pela base e o encaminhei até a abrtura pulsante do meu ânus, dentro da qual ele foi deslizando com maestria. Foi tanto prazer que eu gozei naquele exato momento. Ele terminou de enfiar tudo, daí me segurou pelo cabelo, enfiou a outra mão entre as minhas coxas começando simultaneamente seu vaivem e uma deliciosa siririca. Não demorou para eu explodir de gozo mais uma vez. Ele sentiu isso, acelerou e disse: Isso vadia, agora toma meu leite nesse cu. Agoraaaaaaaa.... E por um ou dois segundos ele ejaculou longamente. Eu sentia seu caralho pulsando dentro do meu reto, lançando jatos de porra o mais fundo possível. Fiquei prostrada. Ele se deitou ao meu lado, sorriu para mim, me fez aquele cafuné que eu adoro e não disse nenhuma palavra.
Quando consegui retomar o controle do meu corpo, perguntei a ele se ainda podíamos ser amigos. Ele foi objetivo: Nós seremos sempre amigos. Não tem nada a ver com sexo.
Eu o beijei e aninhei minha cabeça no seu ombro, coloquei uma perna sobre a sua e assim eu cochilei...
Acordei ele estava no chuveiro, se aprontando para ir para casa. Fiquei triste por ele ter que ir, mas entendo o risco que aquilo significava para nós dois. Então, deixei-o ir com o mesmo beijo apaixonado que o recepcionou naquela noite.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Conexão Brasil-Portugal

Ultimamente tenho recebido inúmeros convites para adicionar pessoas em minha lista de contatos do msn. Porém, como medida de segurança, recuso a todos, pois não tenho costume de conversar com pessoas estranhas.
Mas um dia um pedido me pareceu simpático, e eu decidi aceitá-lo. Imediatamente pulou uma mensagem em minha tela que dizia: "Oi obrigado por me add! lol".
Perguntei quem era. Ele disse que me encotrou através de um conto que eu havia escrito em outro site. E queria me conhecer.
Nos apresentamos e ficamos conversando sobre os contos que eu escrevo. Por causa de algum problema no messenger eu não conseguia ver sua foto.
Ele, um doce portuguesinho, era todo gentil e atencioso, e se desdobrou em elogios à minha foto.
Pedi para vê-lo. Ele então se conectou à webcam e me mostrou seu rosto jovem, bonito. Seus cabelos cacheadinhos lhe davam um ar mais juvenil ainda. Definitivamente, um belo representante da "terrinha".
Ele me contou que adorava ler contos de mulheres. Adorou o meu, e por isso resolveu me conhecer melhor.
Começamos então a conversar sobre nossas preferências entre quatro paredes. À medida que eu ia escrevendo, íamos ficando excitados. Eu então comecei a me tocar por baixo da calcinha.
Ele me disse que estava muito excitado também, então eu pedi para ver. Ele não acreditou no que leu, mas logo deixou o computador de lado e fez um strip de tirar o fôlego. Que corpo! Nada muito musculoso, mas todo definido...tudinho em seu devido lugar...
O penis rosado logo me chamou atenção. Era proporcional ao seu corpo, e exatamente no meu número. Eu quis estar ali para colocar todo ele em minha boca, mas havia um oceano entre nós.
Ele tocava e acariciava o penis duro, apontando pela câmera para mim. E eu só imaginava aquela delícia penetrando meu corpo e ia me arrepiando inteira de prazer.
Àquela altura eu ja estava com as pernas arreganhadas, as maos ocupadas em manipular clitóris e vagina consecutivamente. Avisei a ele que iria gozar, quando vi um jato de porra saltar. Delirei. Gozei e gozei e gozei. Lindo ver o rosto dele depois do orgasmo. Queria que também pudesse ver o meu, mas isso só foi acontecer depois, em outro conto.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Visita inesperada

Já tinha 2 meses que eu havia me hospedado num pequeno quarto e sala no interior de São Paulo para poder cursar o treinamento oferecido pela empresa. Foi complicado me adaptar a um novo estilo de vida, mas eu já estava começando a engrenar uma rotina administrável.
Eu havia acabado de chegar da academia, estava tomando um banho relaxante para poder estudar, quando o interfone tocou.
Eu não atentei para o toque, pois como estava sozinha numa cidade estranha, não havia ninguém que me pudesse visitar. Mas alguém insistiu e continuou tocando, até que eu me enrolei numa toalha e fui atender.
- Quem é?
- Eu.
- Quem é você?
- "Ce" vai abrir logo ou vai me deixar morrendo de frio aqui fora?
Naquele instante reconheci o sotaque e o coração disparou. Eu nunca podia imaginar que ele fosse aparecer ali de repente... Acionei a abertura da portaria e corri para o banheiro, ajeitar o cabelo desgrenhado, "vestir" uma toalha mais novinha, passar um perfume gostoso...
Ele bateu na porta. Fui devagar atender, tentando conter a emoção, a surpresa e parecer natural. Mas foi só aquele sorriso aparecer atrás da porta que eu dei um gritinho e pulei no seu colo pra encher seu rosto de beijos. Nem percebi que a toalha havia se soltado e caído bem ali no meio do corredor. Para minha sorte, nenhum vizinho apareceu para ver a cena.
Peguei em sua mão e o trouxe para dentro. Ele me olhava, rindo. Foi quando me dei conta do meu figurino...Corri para o quarto, vesti um robe, voltei e lhe ofereci uma bebida. Ele deixou a mochila ao lado do sofá e sentou, enquanto eu pegava um refrigerante na geladeira.
Ele estranhou quando eu trouxe apenas um copo de refrigerante. Perguntou: Você não quer?
Eu, com cara de menina malvada, respondi: "Quero beber na sua boca."
Ele tomou um bom gole, deixou o copo de lado, me puxou pela cintura e me deu um longo, doce e gelado beijo.
Seu corpo deslizou sob o meu no sofá, um seio escapou ao decote do robe. Ele desatou o lacinho que me cobria e expôs meu corpo sobre o seu. Beijou meu colo, meus seios... Eu me ergui e levantei sua camiseta, e olhei com saudades aquele peito arfante, que beijei, e lambi com carinho.
Abri então seu cinto, seu jeans. à medida que despia, beijava. Ele me tocava com as mãos firmes, como quem pega pra não soltar.
Consegui descer a calça até os joelhos, então achei seu penis intumescido, úmido. Acariciei, beijei, lambi e, finalmente enchi minha boca com ele e comecei a chupar como um bebê faz com uma chupeta.
Com os pés ele arrancou os tenis e conseguiu se livrar da calça. Então pôde ficar com as pernas bem abertas, comigo no meio lhe sugando, as mãos arranhando o peito e bolinando os mamilos.
Minha boca não se contentou e foi descendo pela virilha, beijando. Lambi seu saquinho, seu períneo. Encontrei um botãozinho, que lambi com carinho. Ele estremeceu. Me agarrou pelo cabelo e, olhando pra mim, perguntou: "O que é isso?" eu respondi com outra pergunta: "Está gostando?". Ele me chamou de safada, e pôs mina boca de volta lá onde ela estava brincando.
Eu lambia seu anus, penetrava com a pontinha da língua, enquanto o masturbava bem devagar e suave. Queria que ele tivesse prazer imenso sem ainda ejacular. Queria aquele homem inteiro pra mim, nem que fosse só naquele momento. Ele se contorcia, gemia, pedia pra eu parar, mas eu sabia o ponto dele, continuava, e quando ele ia chegar, eu parava, pressionava o períneo e não deixava ele ejacular. E esperava, olhando dentro dos seus olhos com amor, que ele relaxasse e pudéssemos começar outra brincadeira.
Ele então me pegou firme e disse: "Chega, quero te comer agora."
Tirei suas meias, me levantei e estendi as mãos para levá-lo ao quarto, onde a cama esperava para ser desfeita. Não consegui chegar lá. Parei no caminho, deixei que ele encostasse nas minhas costas. Peguei sua mão e a dirigi até meu sexo inundado. Ele lambuzou a mão e lambeu, bem do jeito que ele fez na primeira vez.  Essa cena me excita tanto, mas tanto... debrucei ali na mesa e deixei em exposição para ele tudo o que ele poderia usufruir em mim. Ele abriu minhas nádegas, olhou bem e penetrou minha vagina num único movimento. Eu gemi alto, ele deu um tapinha na minha bunda. Ele dizia: "Isso, gostosa, geme..." E me pegando pelo quadril, investia com vontade dentro de mim, me fazendo contorcer de prazer.
Num momento ele parou, me virou de frente, abriu minhas pernas e entrou de novo, dessa vez agarrando meus seios. Eu já rebolava que nem louca, alucinada com o prazer que ele me proporcionava. E ele continuava a dizer: "Rebola, amor, que delícia essa sua boceta. Estou louco pra comer o seu cu."
Eu também já estava doida pra senti-lo na minha entradinha traseira, então, respondi: "Então pára e me chupa".
Ele tirou e, segurando minhas pernas bem abertas, entrou de boca, língua, rosto, tudo na minha boceta fervilhante. Quando sua língua desceu, ele pode sentir meu botãozinho piscando, pedindo por ele.  Ele então espalhou minha lubrificação por toda a área, encheu de saliva, levantou-se e encaminhou a vara para o local determinado.
E foi entrando fácil, deslizando, me fazendo gemer alto e mais alto. Um polegar manipulava meu clitóris, o outro estava enfiado na minha boca, e eu chupava cheia de tesão. 
Não demorou para eu gozar. Meu corpo estremeceu de prazer. Ele também não quis mais segurar e gozou, ejaculando forte dentro de mim. Foram orgasmos poderosos cujos efeitos demoraram para nos deixar. Ficamos alguns minutos ofegantes, olhos nos olhos, os corpos prostrados. Meu coração estava inundado de alegria e meu corpo inundado do seu leite. Tudo era perfeito naquele momento. Ele dormiu comigo naquela noite, e na noite seguinte, mas depois se foi. E eu voltei para a minha rotina, estudar, trabalhar e pensar nele com todas as minhas forças.

domingo, 29 de março de 2009

Serviço de Despertador

Durante o já costumeiro "boa noite" ele havia me dito que precisava acordar bem cedo no dia seguinte. 
Perguntei: - Se eu acordar cedo posso vir te chamar?
Ele respondeu: -Pode.
Meu coração pulou de alegria. Acho que naquele momento meus olhos brilharam tanto que ele percebeu. Beijei seus lábios com suavidade, e ele acariciou a parte interna da minha coxa. Levantei da sua cama antes que a excitação me fugisse ao controle. Saí do seu quarto, abracei e beijei a todos e fui me deitar.
Na cama, ainda sentia o gosto da sua boca e o toque das suas mãos. Adormeci.
O dia mal havia clareado quando eu despertei. Procurei ver as horas. "Será que ele já acordou?" foi a primeira coisa que me veio no pensamento.
Em silêncio, saí do quarto, fui à cozinha pegar um copo de água. Ainda estava tudo fechado e o seu equipamento do motocross estava espalhado pela área de serviço. Arrumei tudo, bebi minha água e voltei para o quarto a fim de tomar um banho.
O banho frio terminou de me despertar. No fim, passei pelo corpo um óleo perfumado para deixar a pele bem macia e cheirosa.
Vesti uma calcinha bem pequena e uma camisola curta. E fui cumprir minha tarefa - acordar meu amor.
Me certifiquei que não havia ninguém acordado pela casa e silenciosamente entrei no seu quarto, trancando a porta. Ele estava dormindo ainda. Fiquei ali observando por alguns segundos, mas sabia que o nosso tempo valia ouro, então me aproximei da sua orelha e disse baixinho: "Serviço de despertador. Bom dia meu amor."
Ele se virou em minha direção e me contemplou com um beijo doce e um bom dia macio como as almofadas que ele abraçava ao dormir.
Ele olhou o relógio e comentou: "Nossa, você acorda muito cedo!"
Eu dei uma risadinha. Ele se levantou, disse que ia ao banheiro. Me deitei no seu travesseiro e fiquei lá esperando que ele voltasse.
Ele entrou e me beijou, dessa vez com muito desejo. Por baixo da cueca que ele usava para dormir se podia ver um volume tentando se livrar do espaço que já não o continha mais. Vendo aquilo fiquei muito molhada. Sentei na sua cama e ele, de pé em frente a mim me instigava. Baixei a sua cueca e imediatamente comecei a beijá-lo e chupá-lo. Ele me segurava pelo cabelo, me observava enchendo a boca com o membro duro e pulsante. Tirei a calcinha.
Ele se deitou na cama do meu lado. Me beijava e me acariciava segurando meu corpo contra o seu. Fiquei de costas para ele, roçando a bundinha em seu penis, acariciando suas pernas e ele me beijando o pescoço.
Ele então, com a ajuda de uma das mãos, colocou seu penis dentro de mim sem nenhuma dificuldade. Um encaixe perfeito. Quando senti seu corpo unido ao meu, minha alma encontrou o paraíso. Passei uma das pernas por cima das suas e ganhei mais amplitude dos meus movimentos. Assim eu podia mexer os quadris para todo lado, empurrar meu corpo contra o seu e apertá-lo dentro de mim fazendo movimentos de pompoar. Senti que ele queria gozar quando ele sussurrou: "Caralho, como você é gostosa..." Eu também estava quase gozando. Aproveitei a lubrificação abundante e iniciei, por minha vontade, uma penetração anal. Ele não acreditou no que sentiu. Mas quando viu do que se tratava ficou enlouquecido, apertou meus seios e começou a me masturbar. Então eu peguei sua mão e comecei a me tocar usando seus dedos, mas com os meus próprios movimentos. Ele percebeu meu orgasmo se aproximando, e controlou o dele para, enfim, gozarmos os dois juntos embalados num único movimento de corpos.
Ficamos os dois colados, suados, cansados, deitados na cama por alguns minutos até que ouvimos um barulho vindo lá de fora. Ele levantou-se e foi olhar o que era. Meu sogro tinha acordado e foi ao banheiro. Aproveitei e fui para o meu quarto, e ele foi até a cozinha ver se havia mais alguém acordado. Não tive coragem de expelir seu leite de dentro de mim. Tomei outro banho, mas segurei um pouquinho dele dentro de mim. Então, fingi que acordei. Dei bom dia ao meu sogro e fui até a área, onde ele estava (surpreso por encontrar o equipamento todo arrumadinho), e lhe disse bom dia, com um sorriso cheio de cumplicidade.
Preparei café para nós. Ele tomou um banho, comeu, se equipou e saiu de moto para treinar.
E eu comecei o dia do jeito mais gostoso possível. Trago comigo aquela sensação até hoje, quando me levanto pela manhã para ir trabalhar. Que saudade...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Férias Perfeitas - Episódio final

Como diz o clichê: "Tudo que é bom dura pouco". E como um sonho bom, minhas férias também chegaram ao fim. Acordei de manhã e fiquei sentada na cama observando o sol entrar pelas frestas da janela, pensando na volta para a dura vida real: trabalho, família e tudo mais. Ali do lado meu amor dormia, ainda cansado na nossa última noite.
Não sei quanto tempo fiquei ali parada, pensando nisso. O transe foi quebrado pelo barulhinho do meu amor se espreguiçando e me dizendo o mais doce "Bom dia". Ele passou o braço pela minha cintura e me puxou para si. Eu me deixei levar e deitei a cabeça em seu peito, olhei em seus olhos e sorri. Ele percebeu o que se passava no meu coração. Acarinhou meus cabelos e disse: Em vez de sofrer por causa do que ainda vai acontecer, porque a gente não aproveita o que está acontecendo agora? Ainda estamos aqui juntos, não estamos? Toda sua ternura me encheu de alegria. Me virei de frente para ele e beijei seus lábios, seu rosto...e quanto mais beijava, mais vontade de beijar eu tinha. Ele me envolveu em seus braços e se colocou sob o meu corpo. Ficamos ali, beijando, pele com pele, os pelos se tocando, as mãos brincando de explorar os corpos, as línguas de explorar as bocas...logo nossos sexos deram sinal de desejo. Paramos, nos encaramos em silêncio. Eu me pus de joelhos na cama, com o quadril ainda em cima dele, e ele se sentou e cruzou as pernas sob mim. Eu encaixei nossos corpos e deslizei suavemente até que ele me penetrasse. A cada centímetro seu que avançava dentro de mim, mais aumentava o meu prazer. Ficamos unidos por alguns segundos, nos acariciando, pompoando, até que não me contive e comecei a mexer os quadris. Uma onda de prazer me atingiu. Olhei seus olhos, que quando abriam, brilhavam, e logo fechavam novamente, absorvidos nas sensações que lhe percorriam o corpo.
Ele gemia, mordia os lábios, olhava para mim. Eu acelerei. E os leves movimentos cresceram se transformando numa vigorosa cavalgada. Nossos gemidos se confundiam, nosso suor se misturava, unindo nosos corpos numa liga perfeita.
E quando o nosso prazer expldiu, sentimos que o mundo era só nosso. Tempo e espaço eram nossos, e de nada adiantava a vida tentar mudar. Mesmo afastados pelo espaço, estávamos ligados pelo coração.
No momento da partida apenas um forte abraço e uma promessa sussurrada: "Você vai estar sempre comigo."

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Férias Perfeitas - Ep. 9 - Happy Birthday

Era manhã do dia 17/2 e eu entrava no quarto para acordar meu amor para dar bom dia e parabéns. 
Eu vestia aquela camisola preta e nada por baixo. Vi meu querido dormindo embolado no cobertor e nas almofadinhas, com aquele rostinho lindo coberto até a metade. 
Eu cheguei mais perto, vi que ele dormia profundamente. Então, bem devagarinho, tirei o cobertor e a almofada que ele abraçava. E da maneira mais silenciosa que eu pude, me aproximei do seu rosto e, de costas, passei uma das pernas sobre seu corpo, ficando com as pernas abertas bem em cima do seu rosto, sem tocar no seu corpo.
Me inclinei e consegui baixar sua cuequinha de seda, e comecei a lamber sua virilha e seu saquinho, até ele "acordar".
Daí meu amor abriu os olhos e viu minha boceta toda melada bem na sua cara, pedindo pra ser chupada. Ele mais que depressa agarrou minha bunda com aquela pegada só dele que me deixa toda mole, e enfiou a boca como se minha vulva fosse a última laranja do deserto. Eu gemi "Ai, tesão!" 
Então, coloquei seu pau todo na boca e chupei num vaivem frenético, enquanto ele ficava me fodendo, ora com a língua, ora com os dedos, até que numa onda de tesão ele disse: "Isso, gostosa, chupa, bebe o meu leite agora". 
Eu estremeci toda e gozei na sua cara enquanto ele encheu minha boca de esperma, que eu engoli todinho, até a última gota. 
Fiquei ali ofegante, completamente suada, com a cabeça deitada no seu quadril e a bunda empinada na sua direção por uns segundos. Quando a minha respiração começou a normalizar, afastei os fios de cabelo que tinham grudado no meu rosto, sentei do seu lado na cama, fiz um carinho no seu rosto e dei um selinho na boca. Depois disse: "Bom dia, meu amor. Feliz aniversário". Levantei e saí.