quinta-feira, 23 de abril de 2009

Visita inesperada

Já tinha 2 meses que eu havia me hospedado num pequeno quarto e sala no interior de São Paulo para poder cursar o treinamento oferecido pela empresa. Foi complicado me adaptar a um novo estilo de vida, mas eu já estava começando a engrenar uma rotina administrável.
Eu havia acabado de chegar da academia, estava tomando um banho relaxante para poder estudar, quando o interfone tocou.
Eu não atentei para o toque, pois como estava sozinha numa cidade estranha, não havia ninguém que me pudesse visitar. Mas alguém insistiu e continuou tocando, até que eu me enrolei numa toalha e fui atender.
- Quem é?
- Eu.
- Quem é você?
- "Ce" vai abrir logo ou vai me deixar morrendo de frio aqui fora?
Naquele instante reconheci o sotaque e o coração disparou. Eu nunca podia imaginar que ele fosse aparecer ali de repente... Acionei a abertura da portaria e corri para o banheiro, ajeitar o cabelo desgrenhado, "vestir" uma toalha mais novinha, passar um perfume gostoso...
Ele bateu na porta. Fui devagar atender, tentando conter a emoção, a surpresa e parecer natural. Mas foi só aquele sorriso aparecer atrás da porta que eu dei um gritinho e pulei no seu colo pra encher seu rosto de beijos. Nem percebi que a toalha havia se soltado e caído bem ali no meio do corredor. Para minha sorte, nenhum vizinho apareceu para ver a cena.
Peguei em sua mão e o trouxe para dentro. Ele me olhava, rindo. Foi quando me dei conta do meu figurino...Corri para o quarto, vesti um robe, voltei e lhe ofereci uma bebida. Ele deixou a mochila ao lado do sofá e sentou, enquanto eu pegava um refrigerante na geladeira.
Ele estranhou quando eu trouxe apenas um copo de refrigerante. Perguntou: Você não quer?
Eu, com cara de menina malvada, respondi: "Quero beber na sua boca."
Ele tomou um bom gole, deixou o copo de lado, me puxou pela cintura e me deu um longo, doce e gelado beijo.
Seu corpo deslizou sob o meu no sofá, um seio escapou ao decote do robe. Ele desatou o lacinho que me cobria e expôs meu corpo sobre o seu. Beijou meu colo, meus seios... Eu me ergui e levantei sua camiseta, e olhei com saudades aquele peito arfante, que beijei, e lambi com carinho.
Abri então seu cinto, seu jeans. à medida que despia, beijava. Ele me tocava com as mãos firmes, como quem pega pra não soltar.
Consegui descer a calça até os joelhos, então achei seu penis intumescido, úmido. Acariciei, beijei, lambi e, finalmente enchi minha boca com ele e comecei a chupar como um bebê faz com uma chupeta.
Com os pés ele arrancou os tenis e conseguiu se livrar da calça. Então pôde ficar com as pernas bem abertas, comigo no meio lhe sugando, as mãos arranhando o peito e bolinando os mamilos.
Minha boca não se contentou e foi descendo pela virilha, beijando. Lambi seu saquinho, seu períneo. Encontrei um botãozinho, que lambi com carinho. Ele estremeceu. Me agarrou pelo cabelo e, olhando pra mim, perguntou: "O que é isso?" eu respondi com outra pergunta: "Está gostando?". Ele me chamou de safada, e pôs mina boca de volta lá onde ela estava brincando.
Eu lambia seu anus, penetrava com a pontinha da língua, enquanto o masturbava bem devagar e suave. Queria que ele tivesse prazer imenso sem ainda ejacular. Queria aquele homem inteiro pra mim, nem que fosse só naquele momento. Ele se contorcia, gemia, pedia pra eu parar, mas eu sabia o ponto dele, continuava, e quando ele ia chegar, eu parava, pressionava o períneo e não deixava ele ejacular. E esperava, olhando dentro dos seus olhos com amor, que ele relaxasse e pudéssemos começar outra brincadeira.
Ele então me pegou firme e disse: "Chega, quero te comer agora."
Tirei suas meias, me levantei e estendi as mãos para levá-lo ao quarto, onde a cama esperava para ser desfeita. Não consegui chegar lá. Parei no caminho, deixei que ele encostasse nas minhas costas. Peguei sua mão e a dirigi até meu sexo inundado. Ele lambuzou a mão e lambeu, bem do jeito que ele fez na primeira vez.  Essa cena me excita tanto, mas tanto... debrucei ali na mesa e deixei em exposição para ele tudo o que ele poderia usufruir em mim. Ele abriu minhas nádegas, olhou bem e penetrou minha vagina num único movimento. Eu gemi alto, ele deu um tapinha na minha bunda. Ele dizia: "Isso, gostosa, geme..." E me pegando pelo quadril, investia com vontade dentro de mim, me fazendo contorcer de prazer.
Num momento ele parou, me virou de frente, abriu minhas pernas e entrou de novo, dessa vez agarrando meus seios. Eu já rebolava que nem louca, alucinada com o prazer que ele me proporcionava. E ele continuava a dizer: "Rebola, amor, que delícia essa sua boceta. Estou louco pra comer o seu cu."
Eu também já estava doida pra senti-lo na minha entradinha traseira, então, respondi: "Então pára e me chupa".
Ele tirou e, segurando minhas pernas bem abertas, entrou de boca, língua, rosto, tudo na minha boceta fervilhante. Quando sua língua desceu, ele pode sentir meu botãozinho piscando, pedindo por ele.  Ele então espalhou minha lubrificação por toda a área, encheu de saliva, levantou-se e encaminhou a vara para o local determinado.
E foi entrando fácil, deslizando, me fazendo gemer alto e mais alto. Um polegar manipulava meu clitóris, o outro estava enfiado na minha boca, e eu chupava cheia de tesão. 
Não demorou para eu gozar. Meu corpo estremeceu de prazer. Ele também não quis mais segurar e gozou, ejaculando forte dentro de mim. Foram orgasmos poderosos cujos efeitos demoraram para nos deixar. Ficamos alguns minutos ofegantes, olhos nos olhos, os corpos prostrados. Meu coração estava inundado de alegria e meu corpo inundado do seu leite. Tudo era perfeito naquele momento. Ele dormiu comigo naquela noite, e na noite seguinte, mas depois se foi. E eu voltei para a minha rotina, estudar, trabalhar e pensar nele com todas as minhas forças.