quinta-feira, 18 de junho de 2009

Pecado à domicílio

Aquele foi um dia atípico. Pela primeira vez em muitos anos eu não ficava inteiramente só. Queria aproveitar a oportunidade para ficar bem à vontade em casa, conversando com algum amigo virtual.
Tomei um banho demorado, espalhei óleo perfumado pelo corpo, vesti uma camisola cor de salmão e liguei o computador, na esperança de encontrar o meu querido on line. Mas ele nao estava.
Decepcionada, fiquei surfando pela internet, lendo blogs, assistindo videos.
De repente, surpresa! Meu fisio entrou no msn. Sem pensar duas vezes falei com ele: "Vem aqui."
Ele logo perguntou se eu estava louca ou coisa parecida. Perguntou onde estavam as crianças...
Depois que eu dei todas as explicações, ele só respondeu: "Fui".
Fiquei em polvorosa. Comecei a providenciar para que tudo fosse perfeito. Fechei as janelas e cortinas da casa toda, apaguei as luzes e acendi só as lampadas indiretas, criando uma penumbra aconchegante na sala. Perfumei o lençol, coloquei uma música baixinho pra tocar.
Logo o interfone tocou. Abri sem perguntar quem era. Fiquei esperando parada na porta aberta, e quando ele chegou, num abraço o trouxe para dentro e fechei a porta atrás dele. ele estava quentinho, num casaco macio. Enfiei as mãos por baixo do casaco e delicadamente o encostei na parede do corredor. Beijei sua boca logo depois de dizer baixinho: "que bom que você veio..."
Ele nao teve chance de dizer nada. Só me beijou com uma doçura que fez a minha cabeça girar.
Ali mesmo comecei a despir seu corpo moreno, que exalava um perfume delicioso de homem. Ao tirar a camiseta, beijei seu peito, fui descendo pela barriga, dando beijinhos suaves, ora tocando a pele com a minha lingua pra sentir o sabor do seu suor de novo. Quando cheguei no obstáculo do cinto, tomei-o pela mão e o trouxe até a sala. Sentei no sofá, ele ficou de frente para mim, eu abri o cinto, depois a calça. Um volume se precipitava sob o algodão branquinho da cueca. Toquei com os labios e senti o aroma do sexo q me deixou completamente excitada. Antes de libertar essa delícia, ajudei a tirar os sapatos e a calça jeans. Ele ficou ali na minha frente, todo desejo, eu não resisti. Delicadamente desci o elástico da cueca, segurei seu cacete com uma das mãos, introduzi devagar na boca, segurando sua bundinha com a mão que ficou livre e o trazendo para mais perto de mim.
Com a mesma mão, induzi a ele que movesse o quadril a fim de penetrar a minha boca faminta e ir fazendo vaivem. A cabecinha alcançava o fundo da minha garganta, enchendo minha boca de saliva a cada entrada e saída que realizava. Ele me segurava pelo cabelo puxando meu rosto em direção ao seu penis e gemia, olhando a cena que se sucedia em que ele era o personagem principal.
Quando eu já não me continha mais de tesão, parei de mamá-lo e o encaminhei até a minha cama. Lá eu tirei a camisola revelando o corpo completamente nu, sedento pelo seu corpo. Ele sentou-se na beirada da cama, me pegou pela cintura, me aproximando dele e começou a sugar os meus mamilos, primeiro um, depois o outro e depois alternando entre os dois. Ele colocou uma das mãos entre as minhas coxas e pode perceber o volume de liquido que fluía daquele local. De uma vez só enfiou dois dedos na vagina encharcada, me fazendo estremecer de prazer. Então ele se deitou e me trouxe para cima de si. Minha vista era fabulosa: Aquele deus de ébano nu, com um penis enorme pulsando encostado à minha vulva e um sorriso que eu nunca mais vou esquecer. Estendi as mãos para ele. Ele enlaçou as suas nas minhas. Eu apoiei os pés sobre a cama, ergui o quadril e num único movimento encaixei meu corpo no seu. Senti ser penetrada em cada milímetro por aquele homem, do início até a base. Após cessado o espasmo inicial, comecei a agachar e subir, com ele dentro de mim. Ele riu. Há muito tempo atrás ele havia me enviado um video onde aparecia uma mulher fazendo exatamente assim. Eu, naquele momento pude realizar a sua fantasia. E quanto prazer tivemos juntos... Mas o mais delicioso ainda estava para vir.
Num golpe só ele me colocou de costas na cama e se colocou sobre mim. Eu, mais que depressa, coloquei os pés em seus ombros, deixando minha menina totalmente exposta. Ele entrou com toda a sua virilidade, toda a sua vitalidade, dentro de mim. Deu duas, três, quatro socadas e parou, ofegante. Eu não parava de me contorcer, de gemer...
Foi então que veio a sentença: Agora eu quero o seu cu.
Ele me beijou longamente a boca. Eu apertei seu corpo contra o meu enquanto o enlaçava com as pernas. Seu pau escorregou pela baba que me besuntava e desceu, ficando com a cabeça encostando bem na porta do meu anelzinho, que já começou a piscar só ao tomar conhecimento do pedido. Segurei então pela base e o encaminhei até a abrtura pulsante do meu ânus, dentro da qual ele foi deslizando com maestria. Foi tanto prazer que eu gozei naquele exato momento. Ele terminou de enfiar tudo, daí me segurou pelo cabelo, enfiou a outra mão entre as minhas coxas começando simultaneamente seu vaivem e uma deliciosa siririca. Não demorou para eu explodir de gozo mais uma vez. Ele sentiu isso, acelerou e disse: Isso vadia, agora toma meu leite nesse cu. Agoraaaaaaaa.... E por um ou dois segundos ele ejaculou longamente. Eu sentia seu caralho pulsando dentro do meu reto, lançando jatos de porra o mais fundo possível. Fiquei prostrada. Ele se deitou ao meu lado, sorriu para mim, me fez aquele cafuné que eu adoro e não disse nenhuma palavra.
Quando consegui retomar o controle do meu corpo, perguntei a ele se ainda podíamos ser amigos. Ele foi objetivo: Nós seremos sempre amigos. Não tem nada a ver com sexo.
Eu o beijei e aninhei minha cabeça no seu ombro, coloquei uma perna sobre a sua e assim eu cochilei...
Acordei ele estava no chuveiro, se aprontando para ir para casa. Fiquei triste por ele ter que ir, mas entendo o risco que aquilo significava para nós dois. Então, deixei-o ir com o mesmo beijo apaixonado que o recepcionou naquela noite.