quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Dois é demais!

Naquele dia um grupo de colegas resolveu ir ao boliche. Fui para casa, tomei um banho, me arrumei e fui esperar um dos colegas que ia me buscar de carro. Caprichei na produção, fiz uma maquiagem discreta, passei meu perfume favorito.
Quando meu colega chegou, estranhei ver que ele estava sozinho. Ele já tinha ido levar todos os outros no boliche e voltou pra me buscar sozinha. Desconfiei. Aquela noite começou a prometer mais do que eu esperava. Chegando lá havia mais 6 meninos e 1 menina. Nos dividimos em 2 pistas e começamos a nos divertir. Pedimos chopp para todos. Eu também pedi chopp pra mim. O pessoal da outra pista decidiu ir embora quando acabou o horário estabelecido, mas os meninos que estavam na minha pista quiseram jogar mais uma partida. Eu fiquei, pois precisava da carona pra voltar pra casa.
Entre chopps e strikes, ficamos todos meio calibrados, até que o boliche ia fechar e nós tivemos que ir embora.
Na saída o Bruno (o colega que tinha ido me buscar) arrancou uma rosa vermelha do jardim e me deu. De novo aquela sensação de que a noite iria ser longa me pegou.
Deixamos dois meninos em casa e no caminho para deixar o Leo (eu já estava planejando o que fazer com o Bruno) o Leo disse que iria ficar com o Bruno até ele me levar pra casa.
Fiquei meio desanimada, mas topei ir embora e perder o "happy end", mas, fazer o que...
Então o Bruno teve uma idéia: Tem um forró hoje. Vamos pra lá?
Não gostei muito, pedi pra eles me deixarem em casa, mas o Leo, que estava sentado no banco de trás, começou a mexer no meu cabelo, fazer cafuné no meu pescoço e... então começou a enfiar a mão na minha blusa e acariciar minhas costas, enquanto me pedia pra ir com eles.
O Bruno falou: Tá vendo, ele tá colocando pilha* pra você ir com a gente. Vamos lá, não vai demorar muito.
Quando vi, já estava na porta do tal forró. Entramos e até que o lugar não era de todo mau. Bem decorado, gente arrumada...
O Bruno foi logo pedindo uma cerveja pra cada um de nós. Sentamos e ficamos bebendo e assistindo os outros dançando.
Então o Leo me tirou pra dançar. Eu fui, com a falta de jeito que me é característica, e arrisquei alguns passos. Ele então me puxou contra seu corpo e começou uma dança mais "caliente", roçando o seu corpo no meu. Eu comecei a ficar excitada, e quando isso acontece parece que acende um letreiro na minha testa. Acho que ele sinalizou para o Bruno e ele veio até a gente. Me abraçou por trás e ficou roçando em mim também. Eu era o recheio daquele sanduíche gostoso que estava provocado idéias maldosas a minha mente. Senti os dois penis duros esfregando no meu corpo, por cima do jeans. Aí resolvi entrar na brincadeira. Passei um braço na cintura do Leo e o outro no pescoço do Bruno, e ficamos aquela esfregação até que o Leo soltou: Chega, quero ir embora dessa joça! Bruno concordou e eu, com o corpo ardendo, não tive como discordar.
Já eram quase 2:00 da manhã quando entramos um motel. Leo no banco de trás apalpava meus seios e o Bruno tinha a mão entre as minhas coxas. Eu não sabia o que esperar dali pra frente.
Ao descermos o Leo já foi tirando a minha blusa, enquanto o Bruno pegava as camisinhas no porta luvas. Ele puxou o sutiã para baixo e ficou chupando os meus seios com voracidade. Bruno assistia a cena com o penis na mão. Então eu achei melhor a gente ir logo pro quarto pra ficar mais a vontade.
Leo me levou pela mão e Bruno nos seguiu, sem parar de se masturbar. Como ele era grosso... Fiquei com vontade de senti-lo dentro de mim.
No quarto, Leo tirou a roupa e exibiu o seu penis em ereção para mim. Não era grosso como o do Bruno, mas era bem comprido e lisinho... Ele me deitou na cama e tirou minhas botas e a calça, me deixando apenas de sutiã e calcinha. Me sentei na cama e os dois se aproximaram de mim. Segurei os dois meninos e alternei chupadas entre eles. Ora chupava Leo, ora chupava Bruno. Esse último já estava louco de tesão, começou a bater com o penis no meu rosto enquanto eu mamava o Leo. Quando o Leo já ia gozar, pare de chupar e fui chupar o Bruno, pra os dois ficarem no mesmo ponto.
Nisso o Leo se enfiou entre mim e o Bruno e enfiou o rosto entre as minhas pernas, e começou a invadir a abertura sob o monte de vênus com a língua. Ele sentiu o gosto do líquido quente que saía dali. Forçou minhas pernas a abrirem mais e começou a lamber toda a carne úmida.
Bruno anunciou que ia gozar, então eu parei também. Deitei na cama abrindo as pernas para acomodar melhor a boca do Leo. Bruno por sua vez veio beijar minha boca e depois meus mamilos. Eles ficaram assim até que eu avisei que iria gozar. Só que eles aumentaram o ritmo. Leo enfiou dois dedos em mim e eu gozei lindo para os dois.
Leo então beijou minha boca e Bruno foi lá embaixo lamber meu melzinho. Fiquei excitada de novo. Pedi ao Bruno que me penetrasse. Ele não se fez de rogado: colocou a camisinha e montou em cima de mim, me penetrando de uma vez só.
Leo viu a cena e enfiou o penis na minha boca, dizendo: Aqui, gostosa, me chupa. E começou a meter na minha boca. Os dois acharam o mesmo ritmo e ficaram metendo em mim até que eu gozei de novo. Os gemidos foram sufocados pelo Leo que ainda continuava bombando na minha boca, até que avisou que ia gozar. Bruno se juntou a ele e os dois terminaram com uma punheta, gozando meu rosto todo. Ficamos extasiados. Leo trouxe uma toalha para que eu limpasse o rosto. Bruno deitou no meu colo. Depois de alguns minutos resolvemos tomar um banho. Ligamos a hidro e fomos os três para a ducha. No banho, Leo ficou excitado novamente, vendo o Bruno me ensaboar esfregando o corpo dele no meu. Ele veio e fez aquele mesmo sanduiche do forró. ficamos nessa delicia até que a hidro começou a funcionar. Fomos para lá. Debaixo da espuma, peguei os penis dos dois e comecei a masturbar. Leo enfiava os dedinhos na minha vagina e o Bruno apalpava os meus seios, beijando o meu pescoço. Eu já estava quente de novo. Levantei e puxei os dois até a cama de novo. Lá eu agarrei o Bruno e derrubei-o na cama. Subi em cima dele, coloquei uma camisinha e Fiquei cavalgando no Bruno e o Leo olhando e se masturbando. Daí chamei o Leo e disse a ele que tinha um presentinho para ele. Apontei para o frasco de gel lubrificante que estava na mesinha. Ele entendeu o recado. Trouxe o gel, besuntou toda a minha bunda, vestiu uma camisinha e se posicionou para me penetrar por trás. Ele foi enfiando gostoso enquanto o Bruno rebolava embaixo de mim. Senti o prazer duplicar. Nunca tinha sentido dois homens dentro de mim e nunca tinha planejado algo assim.
Eles acharam um ritmo em que os dois tinham máximo espectro de penetração. Enquanto um entrava o outro saía. Aquilo me deixou louca. Eu gozei mais uma vez, seguida pelo Leo e pelo Bruno. Agora, sem forças, nos largamos na cama e dormimos até o sol nascer.

(*) NOTA: "Colocando pilha" - insistindo de maneira pouco convencional de modo que não haja rejeição.

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