sábado, 28 de agosto de 2010

Lar, doce doce lar...

Há muito tempo não era tão bom voltar pra casa. Na verdade, fazia um bom tempo em que eu não sentia aquela vontade doida de sair logo do trabalho e voltar pra casa. Pra ser mais exata, nem sei mais a quanto tempo eu preferia ficar em casa a ir trabalhar. E esse era um dia assim. Eu saí muito a contragosto de casa pro trabalho, deixando ainda na cama aquele moço que me tinha feito perder a cabeça minutos atrás. E era muito, muito ruim sair debaixo dos seus lençóis. Mas eu tinha que ir. Já fazia 3 dias que eu não aparecia no trabalho e se eu sumisse por mais um dia, teria problemas.
As horas custavam a passar, cada minuto parecia uma eternidade e eu não sabia mais o que fazer para o tempo voar, como os aviões que iam e vinham lá fora.

Na hora que saí, o coração aos pulos, fui correndo para casa, ansiosa de saudade e desejo. Meu coração batia acelerado e minhas pernas, essas queriam sentir de novo aquele corpo se encaixar entre elas.
Cheguei em casa e encontrei meu amor assistindo tv na sala. Ele me recebeu com um sorriso lindo. Eu joguei tudo pro lado e me deixei cair ao seu lado, enchendo sua boca de beijos. Se apenas 6 horas eram capazes de despertar tanta saudade, como seria depois que ele se fosse? Eu não queria pensar nisso, não naquela hora. Só queria beijá-lo, enchê-lo de carinhos, amá-lo mais uma vez e mais uma e mais uma...

Chutei os sapatos pra longe, ele arrancou minha blusa e beijou meu pescoço, meus ombros, me chamou de vadia. Eu ri, e abri os botões do jeans, olhando pra ele, convidando.
Ele entendeu o recado, arrancou também minha calça, calcinha e tudo, inclinou-se e beijou meu sexo como se beijasse minha boca. Sua língua invadiu cada dobra quente e úmida, cada vez mais úmida e mais quente, passeou explorando a geografia do meu sexo, bebendo o mel que não parava de brotar dali.
Cada movimento da sua boca me fazia contorcer de tanto prazer. Eu olhava para ele, entretido com a brincadeira e aquilo me excitava ainda mais. - Vem, quero você dentro de mim. - Chamei.
- Isso que você quer, cadela?
- Uhum.
- Nada disso.
Ele me pegou pelo cabelo, num movimento rápido, sentou-se e encaixou meu rosto entre as pernas. - Me chupa, vagabunda! Anda!
Obedeci, feliz.
Eu lambia, colocava tudo na boca, sugava, depois lambia mais, não me cansava de chupá-lo. Ele observava tudo muito sério. Até que pegou delicadamente meu rosto, trouxe-o à altura do seu e me disse: - Você gosta disso, não é?
Assenti com a cabeça.
Ele me jogou no colchão, eu caí espalhada, ele subiu em mim e me penetrou com força. - Toma, vadia, isso que você merece!
Eu gemi, de dor e prazer, e me abri mais, e ele entrou mais e a gente se uniu num corpo só. Cada orgasmo que se sucedia era mais intenso e fazia meu corpo tensionar, estremecer, relaxar.
Não satisfeito ele saiu de repente, e derramou seu leite em minha barriga, vários jatos, alcançando o meu rosto, meu pescoço, enchendo meu umbigo.
Eu, ainda ofegante, o trouxe de volta para cima de mim e o beijei demorado, lambuzando seu corpo todo também. Rimos, beijamos e fomos tomar um banho gostoso, pra eu acabar de chegar em casa e a gente começar a se amar de novo.

2 comentários:

Ainda não sei disse...

Nossa, foi muito bom em! =D

. disse...

Foi sim. ;)