quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Um halloween de muito azar

Era noite de Halloween, eu e umas amigas conseguimos convites para uma festa da faculdade que prometia.
Como não podia deixar, comprei um espartilho roxo com rendinhas pretas, a meia 7/8, um chapeuzinho pontudo, uma saia curtinha e uma capa preta e o meu salto mais alto. Fantasiada de bruxinha, assim fui, esperar as demais que iriam me encontrar num ponto da cidade que fosse relativamente perto para todas.
Cheguei e não havia ninguém lá. Fiquei esperando. Havia uma prostitutas, travestis e michês perambulando pela área. Uma delas passou por mim e disse: hoje nada, hem bidê? Ignorei. Não estava com a menor disposição para arrumar encrenca com prostituta nem com ninguém, só queria que as meninas chegassem logo, pelo menos alguma de carro...
Alguns carros pararam, buzinando, eu me fazia de desentendida.
Já passava de 1:00 quando fui surpreendida por um mulato franzino, parecia drogado e estava bastante sujo. Ele veio tentando me beijar, pegando no meu peito. Eu me afastei e disse: Peraí, eu não sou puta, me deixa.
Mas acho que ele não entendeu, ou achou que era doce, começou a apertar o corpo contra o meu e me segurar com força, tentando chegar a boca na minha, no que eu me desvencilhava, e era empurrada...
Num momento ele se jogou pra cima de mim, eu recuei, tropecei num pequeno muro e caí. Só pude ver seu rosto em cima do meu dizendo: Aaahhh, peguei! Meu último pensamento foi: Perdi. Apaguei.
Eu não sabia de nada.
Acordei num cubículo encardido por uma lâmpada incandescente fraca, no começo a visão era embaçada, mas à medida que foi entrando em foco percebi dois homens na mesma cama, sentados, me olhando. Um deles era o franzino que me abordou na rua, o outro era um ruivo barbudo, igualmente suado e sujo, sentado ao pé da cama. O franzino falou então: Ela acordou, chefe. Olhei para o lado, havia um sofá e nele estavam sentados dois homens: Um chinês obeso, usava um kimono e uma maquiagem que o deixava parecido com uma gueixa gorda, e sentado no braço desse mesmo sofá, um sujeito magro, branco, com uma camisa estampada e uma metralhadora pendurada no ombro.
O mulato ficou em pé sobre a cama que fedia. Eu via sua cabeça pequena e distante dos pés enormes e joelhos redondos. Ele perguntou pro chinês se podia começar a "amaciar a carne". No que o chinês assentiu com a cabeça, ele sentou do meu lado e começou a apalpar meu peito. Eu disse, tirando sua mão do meu corpo: - Gente, vocês se enganaram, eu não sou puta, olha, eu só estava esperando minhas amigas pra uma festa a fantasia, por favor, me deixem ir embora...
Foi quando o branco falou: - O Fantasma não se engana, ele fareja carne nova, hahahahaha!!!!
Tentei me levantar, argumentar, mas o argumento do cara branco falou mais alto, quando ele evidenciou o cano da metralhadora cromada, e falou:
-Acho melhor você colaborar. Já que não é puta, vai virar uma hoje. Não é no halloween que dizem "travessuras ou gostosuras"? Então, gostosura, vamos fazer travessuras com você hoje. Se eu fosse você, voltava quietinha pra essa cama agora.
Sem outra alternativa, voltei para a cama, pedindo: - Se eu deixar voces fazerem o que quiserem comigo, me deixam ir embora viva? Por favor?
O chinês assentiu novamente com a cabeça. Eu fechei os olhos e senti umas mãos afastando minha calcinha de lado.
- Ah, chefe, ela agora tá toda abertinha. Boceta, cuzinho, tudo aberto.
Senti uma cusparada na boceta e dois dedos me penetrando. Tentei abstrair. Logo senti um par de mãos nos meus seios,  puxando o bojo do espartilho para baixo, uma boca num, outra boca noutro.
Abri os olhos, o mulato estava ajoelhado do meu lado, a mão enfiada entre as minhas coxas, babando. Vi quando caiu da sua boca uma prótese dentária amarelada. Ele ficou envergonhado quando os outros dois zombaram dele. Eu, simplesmente fechei os olhos e dormi.

Despertei com um tapa de pau na cara. Era o ruivo, e tinha um pau enorme que tentava enfiar na minha boca. Abri a boca, deixei ele entrar, senti uma dentada nos lábios da boceta. Era o mulato banguela usando os poucos dentes que lhe sobraram.
A visao geral era essa:
Eu deitada numa cama imunda com um ruivo com o cacete enfiado na minha boca, um mulato desdentado mordendo minha boceta como de fosse o último pedaço de carne da África, um magricelo nu de meias e com uma metralhadora no ombro tocando uma punheta e um chinês gordo que assistia a tudo com aspecto impassível.
Se tivesse comido alguma coisa, teria vomitado naquele instante. O sujeito ruivo achava que aquele pau grotesco tinha que caber todo na minha garganta. O mulato agora segurando o pau, tentava enfiar entre as minhas pernas, com alguma dificuldade, já que o pau dele também era desproporcional à sua configuração física. O único ainda normal era o branquelo. Àquela altura eu rezava para que fosse ele a comer o meu cu.
O mulato entrou, eu gritei, o ruivo se empolgou, o branquelo subiu na cama, o chinês começou a procurar alguma coisa por dentro do kimono.
O branquelo pediu licença ao ruivo, e enfiou o pau na minha boca. O mulato bombava na minha boceta e eu ja estava até acostumando, o ruivo foi pra perto do mulato e começou a tentar enfiar um dedo no meu cu.
Pelos movimentos do chinês, ele parecia estar se masturbando, mas por baixo do kimono, ou da barriga. Não se podia ver nada.
O mulato deu lugar ao ruivo, o branquelo dava com o pau na minha cara e enfiava na minha boca novamente, falando: - Chupa, sua vaca! Vai, chupa!
Nisso o mulato levantou minhas pernas. O ruivo montou em cima de mim e o mulato veio com a cabeçorra do pau encostar no meu cu. Tentei gritar, mas não pude. Eu só chorei ao sentir meu corpo ser dilacerado pelos dois paus enormes entrando e saindo de uma vez.
O branquelo gozou na minha cara. Ele se virou de frente para o chinês para gozar. Esse acelerava os movimentos do braço. Suava. Sua maquiagem começou a borrar. Ele começou a gemer baixo.
O ruivão e o mulato ainda me dividiam. O branquelo me ordenou que gemesse. Não foi dificil, tamanha era a dor que eu sentia.
Num instante, o chinês mandou que os dois parassem. Eles me pegaram e me puseram de joelhos na frente dele. Ele então afastou o kimono e do meio das banhas saíram algumas gotas de porra, que eles me obrigaram a lamber, segurando minha cabeça pelos cabelos.
O chinês ordenou que me soltassem.
Foi breve o alívio quando senti uma coronhada na cabeça, e desmaiei.

Acordei novamente, estava no hospital, ou no céu, não sei.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Elas

Era um dia muito especial. Eu estava planejando ser inesquecível, para ele, para mim, para nós.
Preparei seu presente de aniversário, uma surpresa. Então comecei a pensar na festa. Pensando bem, queria que fosse "A festa", então pedi ajuda a uma amiga para preparar tudo. Combinamos de eu levá-lo para um passeio e ela, com uma cópia das minhas chaves, ir até minha casa para arrumar tudo.
Comprei bebidas, lanchinhos e outras coisinhas interessantes pra noite ser bem gostosa. E assim aconteceu. Perto do horário combinado com ela, convidei-o para o cinema, assistir um filme, depois passear um pouco e voltar pra casa. Assistimos um filme que eu estava com muita vontade de ver, tinha muitas cenas quentes e foi o bastante pra rolarem uns amassos gostosos no cinema, já preparando para o que eu havia planejado para depois.
Voltamos para casa já era noitinha. Ele estranhou a luz acesa, mas eu disse que podia ter me esquecido. Entramos.
A casa estava toda decorada com balões azuis e laranjas, um cheirinho bom no ar. Minha amiga então veio sorrindo e perguntando: e aí, gostaram da decoração? Ele ficou surpreso. Mais ainda quando, em agradecimento, beijei minha amiga, primeiro no rosto, depois um selinho na boca, depois um beijo de língua molhado.
- Hum, então isso é uma festinha de aniversário? - Ele perguntou.
Peguei seu presente e lhe dei. Era algo que tinha a ver com a nossa relação e as coisas que conversamos. Ele ficou muito satisfeito.
Minha amiga veio trazendo bebidas para nós. Sentamos juntos no sofá e bebemos, enquanto as mãos passeavam displicentes pelos corpos. Bebemos, beijamos. Eu a beijava, o beijava, ela o beijava e nossas bocas brincavam de troca troca o tempo todo. Ele estava muito excitado. Seu pau tentava desesperado sair da calça. Ela então colocou-se diante dele e abriu o ziper, deixando saltar aquela delícia, que ela abocanhou todo de vez. Era uma cena bonita de se ver, mas eu também estava excitada demais pra ficar só olhando. Comecei a beijá-lo enquanto acariciava os cabelos dela e ajudava no movimento. Ele apalpava meus seios, ora chupava, ora olhava pra ela, deliciando-se, engolindo tudo. Fiquei do lado dela e dividimos aquele pau duro e nessa brincadeira muitas vezes nossas bocas se misturavam, nossas línguas se tocavam, e aquilo o deixou com muito, muito tesão.
Ele me deitou no sofá, arrancou meu jeans, minha calcinha e começou a me chupar. Minha amiga já tinha tirado a roupa e me ajudou com a blusa, e então começou a lamber os meus mamilos, quando eu pedi pra ela subir no meu rosto, o que ela atendeu prontamente. E enquanto ele me lambia do jeito que só ele sabe fazer, eu chupava minha amiga, com tesão. Nós duas gemíamos feito loucas.
Depois foi a vez dela experimentar aquela língua sensacional. Trocamos de lugar e fiquei lambendo seus peitinhos enquanto ele se afogava na buceta inundada. Ela gozou lindamente na cara dele, e ele bebeu tudinho. Beijei meu amor na boca, compartilhando com ele o sabor da minha amiga, e ela ficou entre nós, brincando de chupar sexo, ora o dele, ora o meu. Brilhante.
Então, levamos minha amiga pra cama. Pedi a ela para se deitar de costas e me encaixei de boca na sua buceta molhada, deixando a minha empinada para ele entrar. E ele entrou, gostoso como sempre.
Ele me dava tapinhas e dizia: Safada! Gosta de levar pau e chupar buceta, né? Buceta gostosa que você tem!!! E assim eu gozei  pela primeira vez apertando as coxas dela e sentindo o corpo todo estremecer.
Então novamente nós trocamos de lugar e ela veio lamber o meu gozo, oferecendo-se pra ele. Ele olhou e vestindo uma camisinha, disse: - Hum, minha mulher fez um excelente trabalho aí, hem? Toda melada, delícia... Dito isso, foi se encaixando nela, e ela soltou um gemidinho lindo. Eu falei: - Não disse que ele é gostoso demais? Aproveite, essa vai ser uma das melhores fodas da sua vida.
Ele ficou metendo nela, eu olhando e me contorcendo toda de tesão, com a língua macia dela esfregando no meu grelo duro. Gozamos quase juntas, ela antes, eu logo em seguida. Ele pediu que ela deitasse do meu lado e ficou ali, lambendo nós duas, alternadamente... Que delícia. Nós duas nos beijávamos e agarrávamos o corpo uma da outra, e ele com aquela boca mágica fazendo brotar mais e mais mel dali.
Então eu falei: - Agora fode o meu cu.
Minha amiga não faz anal (mas acho que esse dia a fez rever os seus conceitos). Pedi a ela para pegar o vibrador que havia ali perto.
Eu disse a ela: fique olhando. Se você sentir tesão, enfie o vibrador em você e venha pra cá.
Ela ficou olhando a cena com cara de safada, mas isso durou poucos segundos, porque ela subiu na cama e veio de gatinho com o vibrador enfiado na buceta, e se deitou na minha frente. Eu fiquei chupando e metendo o vibrador nela, e quando vi que ela estava gozando de novo, gozei também, e ele, me pegando pela bunda e puxando com força, gozou demorado, enchendo meu cuzinho de porra quente.
Então, deitamos os três na cama, ele entre nós duas e cantamos parabéns pra você, entre beijinhos, cheiros e esfregadas de pernas e dormimos até o dia clarear.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O beijo

Na cama ela fecha os olhos e inicia mentalmente uma viagem para o desconhecido.
Ele chega em silêncio, seu perfume anuncia sua presença, e ela sente a presença, o calor do corpo que aproxima.
Ele a toca, a ponta dos dedos irradiando a energia que arrepia sua pele gelada e intumesce os mamilos. Ela sorri.
Ele desliza as mãos pelo corpo, toca seus cabelos. Ela percebe o sangue correr apressado nas veias, o coração acelerado, a respiração se aprofunda. Umedece a boca à espera de um beijo. Espera.
Ela ouve o som da respiração, o corpo se aquece e se entrega ao toque suave dos dedos dele. Ela espera pelo beijo.
Ela percebe o hálito morno em sua nuca, ela umedece e aperta as coxas, e procura com as mãos, em meio à escuridão dos olhos fechados.
Ele acaricia seu corpo, suas pernas, seus pés. Ela pode sentir as mãos dele. Se deixa tocar... e espera pelo beijo.
Ele afasta suas coxas, observa o sexo molhado. Ele toca a carne que arde, chega perto e ela sente a respiração. Ela espera pelo beijo. Espera.
Ela abre os olhos e não há beijo, não há ele, não há nada além dos lençóis e travesseiros, e se arrepende de ter voltado tão cedo.

domingo, 20 de março de 2011

Delivery

Era como qualquer outro dia de semana normal. Eu tinha acabado de chegar em casa e estava na janela pensando em alguma coisa que pudesse espantar um pouco o tédio.
As pessoas passavam lá embaixo num movimento de formigueiro, os carros seguiam seu próprio ritmo, ignorando o vaivém dos pedestres.
Me chamou atenção o rapaz que chegou de moto e parou no prédio em frente. Ele desceu, sacou uma pizza do bagageiro e tocou o interfone. Em seguida abriu a porta e subiu.
No mesmo momento percebi um movimento na varanda do prédio em frente ao meu. No apartamento das gêmeas. Sim, pareceu que uma delas estava observando da varanda e correu. Hum, acho que o jantar hoje vai ser pizza.
Eu já ia entrar, mas essa minha curiosidade dos infernos me impeliu a ficar só mais um pouquinho. Bingo. A potra abriu e pra minha surpresa o entregador entrou junto com a pizza. Me pareceu que ia começar a ficar divertido.
Fui até o quarto, peguei a câmera, posicionei o tripé num ponto escondido da janela e ajustei a objetiva. Quando ajustei o foco na porta de vidro da varanda... ora ora... a pizza jazia esfriando sobre a mesa e as gêmeas tratavam de aquecer o rapaz.
Foto 1: A moça de blusa vermelha tirando a camiseta do rapaz e a de vestido branco abria o zíper.
Voltei na cozinha, peguei um copo de água, olhei de novo. Só a moça de vestido e o rapaz estavam lá. Ele tinha se encostado no sofá e ela, de costas para mim e ajoelhada em frente a ele movia a cabeça enquanto ele a segurava pelo cabelo.
Foto 2: Por acaso, nessa mesma cena a moça de blusa vermelha aparece de relance com alguma coisa na mão.
Ela deixa o objeto num aparador e se aproxima do casal. Ele, num movimento brusco puxa sua blusa e deixa os seios à mostra.
Foto 3: Uma moça chupando um cara, uma cópia dela com peitos de fora e um cara levando um tapa na cara. Gostei dessa... rs
Ele deve ter gostado do tapa. pegou a gêmea violenta pelo cabelo e tascou um beijo na boca, segurando um seio com a mão que agarrava o cabelo da gêmea chupadora. Essa, vendo que tinha perdido a atenção do rapaz, deixou o trabalho de lado e foi beijar o mamilo da irmã, enfiando a mão por dentro do short da moça.
Foto 4: Duas garotas iguais de agarrando e um cara de pau na mão observando a cena.
O grupo saiu da sala, a pobre pizza ficou lá, coitada, esfriando, mesmo com o resto do apartamento incendiando. Começou a anoitecer. Fiquei com fome.
Procurei pelas outras janelas tentando encontrar movimento. Não foi difícil. Na segunda janela depois da varanda tinha umas costas chapadas no vidro. Movi a câmera, ajustei a lente. Foco.
Agora não dava mais pra saber qual das duas gêmeas era quem. As duas tinha tirado a roupa. As costas de uma enfeitavam o vidro e a outra aparecia meio de lado. Não dava pra ver o que faziam. Acendi um cigarro, continuei a observar através da câmera a brincadeira a três naquele quarto.Alguém acendeu a luz. "Obrigada, meninas", pensei.
Foto 5: Um rapaz deitado numa cama rosa de babadinhos, encoberto por duas louras nuas: uma à altura do seu quadril, outra bem em cima do seu rosto.
Essas vadiazinhas nem se davam o trabalho de fechar a cortina. Por mim, tudo bem! A brincadeira continuou por uns minutos. Eu comecei a ficar entediada de novo e já ia desistir, mas a gêmea que estava cobrindo o rosto do rapaz de repente se levantou, foi até o armário, pegou um vibrador em forma de pênis negro e... bom...
Foto 6: Um rapaz deitado numa cama rosa de babadinhos, uma loura em cima dele e uma outra loura igual enfiando uma porra de um vibrador no... rapaz. Certo, pessoal imaginativo esse. A pizza permanecia intacta lá na sala. Comecei a ficar com fome... e fome.
A noite chegou, e isso ajudou um pouco. As fotos do quarto ficaram mais nítidas.
Foto 7: Uma loura deitada numa cama rosa de babadinhos, uma loura igual, de quatro colocando um vibrador nela e atrás dessa um rapaz. Mesmo com zoom máximo não deu pra saber qual o sabor da pizza loura ele estava experimentando.
Preparei um café, voltei para a câmera.
Foto 8: Uma loura de quatro numa cama rosa de babadinhos, toda suja de sêmen, outra loura igual lambendo aquilo e um rapaz brincando com os seios dela.
Ok... Aquela festa ia render. Guardei o equipamento de foto, peguei o celular, escolhi um número e apertei o verde.
- Oi, sou eu, lembra? Aquele dia na praia? O que você vai fazer hoje? Que ótimo! Quer vir aqui em casa? Nove horas? Perfeito. Ah! Traga uma pizza.