segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Lembranças de adolescente I

Um dia estava entediada na cama, assistindo pornografia, quando vi uma cena de uma moça dormindo e um cara se aproxima, começa a apalpá-la... enfim, veio-me na memória uma história antiga, aconteceu quando eu tinha cerca de 15 anos.
Eu sempre levantava muito cedo para a escola, pois estudava de manhã e a escola ficava longe de casa, então, era sagrado chegar em casa, almoçar e deitar no sofá da sala para uma soneca. Aquele dia não foi diferente. Pelo menos até aquele momento.
Minha mãe tinha saído por alguma razão e deixou meu irmão mais novo (acho que 13 anos) sozinho comigo em casa.
Bom, ele já era grandinho, não precisava de ninguém tomado conta, então eu fui tirar meu cochilo habitual; e me larguei no sofá. Eu usava sempre shorts de lycra e camisetas soltinhas, bem confortáveis. Em casa, nnca usava sutiã. Tinha um belo corpo, peitos durinhos e redondos e uma bocetinha proeminente que chamava atenção.
Naquela tarde eu estava dormindo gostoso no sofá da sala, quando sinto alguém se aproximar, em silêncio. Não havia ninguém em casa, além de nós dois, então concluí que fosse meu irmão e continuei de olhos fechados, tentando pegar no sono outra vez.
Senti então uma mão pousando no meu peito direito. Não tive como segurar, meu mamilo ficou duro logo. Essa mão começou a roçar no mamilo duro, que gostoso, continuei fingindo que dormia só pra sentir mais, e ver até onde ele ia.
Ele levantou a minha camiseta, fiquei com os dois peitos de fora. Então botou as duas mãos e ficou segurando. Depois ele começou a apalpar os dois só com uma mão, e respirar forte. Vi que tocava uma punhetinha ali do meu lado. Resolvi apelar e passei a mão por cima da boceta, pra ele ver que eu também estava com tesão. Eu estava muito molhada e quase gozando.
Ele parou de mexer no meu peito, senti sua língua macia circulando o biquinho do peito... ele então levantou a bermuda e olhou minha bocetinha adolescente, cheirou, então decidiu enfiar a mão. Aí eu gemi, e ele tirou a mão correndo, cheio de vergonha.
Eu olhei pra ele e disse: agora continua, né?
Ele, muito sem jeito, e com o pau duro pra fora, meteu a mão dentro da minha bermuda e sentiu a melação que estava lá dentro. Enfiou o dedo todo e ia gozar, mas aí eu mandei ele parar de punhetar e aprender como se fode de verdade.
Eu abaixei a bermuda, ele montou em cima de mim e eu peguei no pau dele que parecia de pedra, e enfiei no meu buraquinho que nem era mais virgem, então entrou fácil. Ele quase gozou de novo, então eu disse pra ele ficar paradinho um pouco até a vontade passar, porque eu queria que ele metesse bastante. Ele começou a mexer, mexer, eu fiquei com tesão e quando ia gozar falei pra ele: Agora vai, goza! Não demorou 1 segundo e eu senti o pauzinho dele latejando e derramando porra dentro de mim. Ele tremia e suava, e estava pálido.
Disse a ele pra ir no banheiro se limpar antes que chegasse  alguém, e ele foi.
Infelizmente nunca mais aconteceu. E eu já tinha deixado esse episódio na gaveta das lembranças esquecidas, até que um filme me fez recordar.

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