sexta-feira, 26 de abril de 2013

Despudor

Era um dia atípico.
Tinha viajado com meu amado para resolver alguns assuntos fora da cidade, era uma viagem rápida, dois dias. E era o dia inteiro na rua, de ônibus, porque andar de carro era estressante demais. Ainda bem que eram ônibus executivos, com ar e poltronas reclináveis, o que amenizava e muito o calor daquela cidade, além de nos dar algum conforto e um pouco de privacidade durante a viagem.
Nesse dia eu estava especialmente excitada e com um enorme espírito de liberdade. E estava de saia.
O ônibus estava vazio, então eu quis sentar no último lugar, bem no fundo, longe do resto dos passageiros. Eu queria brincar, queria fazer sacanagem em público, meu maior fetiche.
Me aconcheguei no peito do meu amor, fiquei acariciando seu corpo, descia para as coxas, subia... ele também começou a me acariciar, me beijar, e logo estávamos num gostoso amasso.
Ele, se aproveitando do figurino facilitador, logo resolveu enfiar a mão por dentro da calcinha e a manipular meu clitóris com a maestria de sempre. Comecei a gemer baixinho perto da orelha dele, e vi que ele estava muito, muito excitado. Gozei.
Não pensei duas vezes, abri o zíper da calça e saquei de lá aquele mastro duro e quente, doido pra explodir. Ficamos nos beijando, ele quis fechar a cortina do ônibus, mas eu pedi a ele que deixasse aberta. Queria que os outros motoristas e passageiros vissem o pau dele na minha mão. Aquilo me excitava demais...
Toquei-lhe uma gostosa punheta e o fiz gozar toda a poltrona da frente. Uma chuva de sêmen escorria do encosto. Lindo. Ele relaxou. Prosseguimos viagem.
Na volta eu queria mais. Eu queria foder.
Fomos novamente para o banco de trás. Aquele ônibus estava mais cheio, pois dava muitas voltas pela cidade. Não nos fizemos de rogados, continuamos os amassos, ele com a mão embaixo da minha saia, eu me contorcendo toda, gozando muito, eu com a mão no pau dele ainda por dentro da calça. O ônibus foi esvaziando, estava anoitecendo. Criou-se ali o clima perfeito para colocar meu plano em prática.
Tirei a calcinha, pedi pra ele segurar. Estava toda melada dos meus gozos. Ele guardou no bolso. Botei seu pau pra fora e comecei a chupar, eu nem me preocupava se tinha alguém vendo, mas ele ficou tomando conta. No meio do caminho estava engarrafado, a noite já havia chegado. Parei de chupá-lo e abri minhas pernas oferecendo a boceta para ele. Em tempo, eu estava no corredor e ele na janela. Quando eu me abri, havia um caminhão parado bem ao lado da nossa janela, e o motorista olhou. E não parou mais de olhar. Resolvemos dar um showzinho para ele. Sentei no pau do meu amor e comecei a cavalgar, subindo e descendo, de modo que dava pro motorista do caminhão ver a penetração bem explícita. O sujeito estava com os olhos vidrados, fixos em nós. Só se dava conta que o trânsito andava quando o nosso ônibus se movia.
Meu amor me colocou de 4, meio de ladinho e meteu gostoso, até gozarmos. Então ele falou sussurrando  "Gozei pra você, gostosa!".  Depois ele tirou o pau banhado em sêmen e eu me pus a chupar, sempre olhando nos olhos do motorista do caminhão.
Meu amor, limpinho, se recompôs, demos tchauzinho para o motorista e fechamos a cortina da janela.
O motorista do ônibus não viu. Não sei se algum passageiro viu também, mas o motorista do caminhão, aposto que ele nunca mais vai se esquecer dessa história. Nem eu.