sexta-feira, 28 de junho de 2013

A dois, a três, a cinco...

Era um daqueles tempos de vacas magras. Eu estressada com as tarefas do dia a dia, ele estressado com os problemas no trabalho e o primeiro a ficar no esquecimento foi o sexo.
O problema é que apesar de todo estresse meu corpo continuava reclamando por prazer, até que um dia eu encontrei um "amigo" numa dessas redes sociais e, papo vai, papo vem, acabei confessando a ele que estava sentindo falta de uma bela transa. Mas ele estava namorando, então estava fora dos meus planos.
Ele então me contou que conhecia um cara do time de rugby que curtia casais, e me mandou a foto dele.
Fiquei interessada no menino, resolvi falar com meu querido o que ele achava de uma brincadeira a três e logo ele foi se animando.
Uns dias depois combinei com meu amigo de nos encontrarmos num barzinho, para conhecer o tal candidato.
Chegamos e eles já estavam lá: meu amigo, sua namorada e o amigo deles. Realmente, um pedacinho de mau caminho... Olhei pro meu amor e vi a concordância nos seus olhinhos brilhantes.
Sentamos, pedimos um suco e fomos formalmente apresentados.
A conversa ia rolando animada, os dois rapazes e a moça estavam bebendo e já estavam bem soltinhos.
Cochichei no ouvido do meu amor se eu podia passar a mão no carinha e ele apertou minha coxa, demonstrando que aquilo lhe daria muito tesão.
Então, sutilmente toquei na perna do rapaz, que me olhou e sorriu, dando permissão à minha mão de ir até onde bem entendesse... Ele tinha uma ereção pronta atrás do ziper. A outra mão foi direto entre as pernas do meu gato.
O casal à nossa frente estava visivelmente excitado com a cena. Imaginei que os dois iam ter uma transa louca quando ficassem a sós. Inocência pouca é bobagem...
Foi quando a garota disse: você é uma sortuda, hem? Dois de uma vez só!
Então meu amor se pronunciou: Por que não vamos todos lá pra casa e vemos no que dá? O casal ficou meio ressabiado, mas ela estava subindo pelas paredes, então disse pro meu amigo: Ah, vamos!
E fomos.
Eu estava no meio dos dois rapazes no banco de trás do carro. Não tive dúvidas: Abram as calças vocês dois! Eles colocaram os pênis pra fora, meio endurecidos. Meu amigo me olhava pelo retrovisor, a namorada dele já estava o acariciando também.
Fiquei ocupada punhetando os dois homens ao meu lado, meu amor apalpando meus seios e o menino - Felipe - com as mãos entre as minhas coxas, esfregando meu sexo, cuja umidade já ultrapassava a calça.
Chegamos em casa, subimos depressa e quando íamos para o quarto, nós três, percebemos que o casalzinho se jogou ali mesmo no sofá da sala e estavam no maior amasso: ela sem a blusa, com um seio para fora do sutiã, sendo mamado pelo meu amigo.
Meu tesão gritou e tirei minha blusa e meu sutiã, no corredor e disse aos dois: mamem!
Cada um agarrou um seio e mamavam como dois bezerrinhos. Lindo de ver.
Meu amor abriu minha calça e eu ajudei a tirar tudo, ficando nua para os dois, que com suas mãos acariciavam meu corpo todo.
Meu amigo estava sendo engolido pela boca gulosa da namorada - Carmem. Era chupado enquanto observava a nossa cena no corredor.
Felipe se ajoelhou na minha frente e enfiou a cara na minha boceta, cheirando e se divertindo com o meu piercing. Meu amor mamava meus seios e tentava invadir meu cuzinho com o dedo.
Quero ser fodida pelos dois. Intimei.
Me viraram para a parede. Meu amor se ajoelhou na minha frente e ficou lambendo meu grelinho enquanto Felipe vestiu uma camisinha e me penetrou . A língua do meu gato passeava por entre os lábios da minha xoxota e pelo saco do Felipe. Ele colocou o pau pra fora e começou a se punhetar. O pau dele brilhava de tão esticado.
Rafa, o meu amigo, agora chupava gostoso a Carmem, e ela observava a sacanagem do corredor, eu olhava direto pra ela pensando em dar umas chupadas nela também. Como ela gemia bonito...
Felipe estava metendo gostoso e eu gozei tanto que esguichei na cara do meu amor. Ele lambeu tudinho e disse que agora era a vez dele meter em mim.
Aí eu falei alto: Rafa, quero chupar a sua mulher!
Ele saiu do meio das coxas dela, ela se virou e sentou de pernas abertas bem de frente para mim. Tinha os pelinhos muito bem aparados, um belo exemplar de fêmea. Fui até ela, fiquei de 4 e comecei a tocá-la com a pontinha da língua. Meu homem veio atrás de mim e meteu de uma vez só. Eu já estava toda aberta pelo Felipe. Rafa enfiou o pau na boca da Carmem e o Felipe ficou de lado, olhando a surubinha.
Quando notei, falei com ele: Felipe, quer comer um cu de homem?
Meu homem estremeceu dentro de mim, sabia que a proposta era para ele.
Mandei Felipe pegar o tubo de lubrificante no banheiro, ele obedeceu. Besuntou sua bela vara e cuidadosamente encaixou atrás do meu amor, que ficou tenso, mas quando a cabeça passou ele foi relaxando e seu pau começou a latejar dentro de mim.
Voltei com vontade pra chupar a Carmem, que gozou  violentamente, quase mordendo o pau do Rafa.
Resolvemos vir todos para a cama.
Pedi a Carmem que me emprestasse um pouco do homem dela, no que ela consentiu imediatamente.
Ele deitou na cama. Vestiu o pau e eu besuntei com lubrificante. Subi em cima dele e encaixei seu pau no meu rabinho. Foi difícil, porque era bem grossão.
Meu amor então entrou de novo na minha boceta. Senti uma onda de calafrio, pensei que ia desmaiar. A vadia da Carmem ficava esfregando a xana na minha cara e na cara do Rafa alternadamente, e o Felipe meteu gostoso na bundinha do meu amor.
Gozei umas cinco vezes, acho que até perdi a conta de quanto.
Foi quando percebi que a Carmem ainda não tinha levado uma piroca, e falei com eles: Gente, vocês vão deixar aquela xoxotinha ali vazia?
Rafa saiu do meu cu, tirou a camisinha, derrubou a Carmem do meu lado na cama e enterrou com força nela, que deu um gritinho sacana.
Felipe deitou, sentei no pau dele e meu gato então invadiu meu cuzinho como só ele sabe fazer. Que delícia!
Eu beijava a boca da Carmem e esfregava seu mamilo enquanto ela era fodida. Ela pirou.
- Carmem, quer dar o cu pro meu homem? - Não! - Relaxa, ele sabe comer um cu como ninguém!
Rafa deu seu aval (afinal ele também queria o cuzinho da Carmem e ela nunca dava, porque o pau dele era mesmo muito grosso) e ela foi, meio desconfiada, deitando de ladinho.
Meu gato colocou uma camisinha, lubrificou o buraquinho dela e foi, com maestria, entrando bem devagarinho pelo buraco do cu da Carmem. Rafa observava com o pau na mão a mulher dele gemendo de dor e medo. Eu tocava nela uma siririca pra fazer relaxar, e ela foi relaxando mesmo... até que o pau entrou todo e ela deu um gemido tão explosivo que eu pensei que ela tinha gozado de novo.
Rafa encheu a boca dela de novo e o Felipe me deu o pau pra eu chupar também. A danada gozou muito.
Carmem, sua puta, quero chupar você e lamber esse gozo todo da sua xoxota... E de verdade, era tanto mel que escorria pro lençol.
Rafa gozou na boca da Carmem. Ela engoliu o leite dele todo.
Meu amor pediu pra gozar também, e esporrou demorado no cu dela.
Eu queria gozar de novo, então pedi ao Felipe que me comesse outra vez. Ele botou outra camisinha, arreganhou as minhas pernas e bombou violentamente até eu estremecer te tanto gozo. Pouco depois ele também jorrou e encheu a camisinha de porra. Felipe gemia como um bicho quando gozava, que delícia!
Eu beijei a Carmem na boca, alisando sua xoxotinha melada, lambi os dedos e resolvemos nos recompor.
Já amanhecia quando todos se foram e eu fiquei a sós com meu amado.
Ele pediu para ver como eu tinha ficado depois de levar tantos paus. Mostrei a ele, mas também quis ver como seu cuzinho havia ficado depois de dar para o Felipe. Ficou um anel largo que dava pra meter o dedo.
Quer gozar com um pau no cu, amor? Ele fez que sim.
Vesti meu dildo, mandei ele deitar de bruços. Ele obedeceu. Lambi seu anelzinho em volta, enfiei a língua pra ficar bem molhadinho. Lubrifiquei meu pau e entrei devagarinho. No que ele pediu: Fode!
Comecei a bombar com mais pressão e ritmo. Ele gemia que nem uma putinha. Eu falava pra ele: goza, minha puta, goza com meu pau nesse cu! E ele pedia mais, mais...
Eu gozei só de sentir o tesão dele, urrei em cima do corpo dele e senti então seu corpo estremecer embaixo do meu. Que sensação de poder deliciosa...
Tirei meu pau com cuidado, saí de cima dele e quando ele se virou, havia uma poça de porra no lençol. Peguei com os dedos e levei à boca. Que delícia é o gosto daquele sêmen. Nunca provei nenhum parecido.
Despi a cinta com o dildo, o abracei e dormimos até muito, muito tarde.
Depois desse dia o sexo voltou a toda!

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